Indice dos cursos: (imprima aqui o certificado da maratona de leitura da Bíblia)

1 - C.C.F. - CURSO DE CONSOLIDAÇÃO DA FÉ (O DISCIPULADO) clique aqui para imprimir a capa dos cursos.

2 - “C.P.B.” - CURSO DE PREPARAÇÃO AO BATISMO"

3 - “C.P.D. - CURSO DE PREPARAÇÃO AO DIACONATO”

4 - “C.P.P. - CURSO DE PREPARAÇÃO AO PRESBITERATO”

5 - “C.P.O. - CURSO DE PREPARAÇÃO PARA OBREIROS”

imprima os gabaritos de respostas clicando aqui .se desejar imprimir as capas clique aqui

C.C.F. - CURSO DE CONSOLIDAÇÃO DA FÉ (O DISCIPULADO)

“OITO LIÇÕES CHAVES PARA A VIDA CRISTÔ

APRESENTAÇÃO E PROPÓSITO DO CURSO

O “CURSO DE CONSOLIDAÇÃO DA FÉ”, popularmente conhecido como “O DISCIPULADO”, tem como objetivo ajudar a todos os recém-batizados a desenvolverem de maneira simples e prática a sua vida cristã. Esta nova vida, centralizada na pessoa de Cristo, precisa de auxílio em seus primeiros passos. E foi para isto que, a F.I.C.P.P. elaborou este precioso esboço que contém, “oito lições” abordando temas básicos da fé, em um estudo simples e prático, em forma de pequenos questionários que, usam de maneira direta a própria BÍBLIA como fonte de resposta, visando desenvolver a habilidade do novo crente no manuseio do “texto sagrado” e, ao mesmo tempo, proporcionado-lhe informações importantes para o seu início de carreira na fé.


Pr. Antonio Honório de Siqueira Neto
PRESIDENTE
Gestão 2006/2007

CONTEÚDO DO CURSO

Os oito estudos desta apostila que tratam de temas básicos para o “NOVO CONVERTIDO” são os seguintes:
1) A BÍBLIA
2) A ORAÇÃO E O JEJUM
3) A BATALHA ESPIRITUAL, O PECADO E O PERDÃO
4) O ESPIRITO SANTO E A SUA PLENITUDE
5) A OBEDIENCIA
6) AS FINANÇAS
7) A EVANGELIZAÇÃO
8) A VINDA DE CRISTO

CRONOGRAMA DO CURSO

O “CURSO DE CONSOLIDAÇÃO DA FÉ - C.C.F.” - contém oito lições, sendo uma aula por semana.

FORMA DE REALIZAÇÃO

O “CURSO DE CONSOLIDAÇÃO DA FÉ - C.C.F.”-poderá ser realizado de três maneiras:
a) Poderá ser ministrado por um “Agente de Discipulado”, que se trata de um obreiro treinado para tal incumbência, ou por um cristão experiente na fé, que tenha habilidade, prática no manuseio do material. Agendar-se-á, com novo crente, um dia fixo por semana para que em sua residência ou na residência do novo irmão, os devidos estudos possam ser realizados. b) Poderá ser ministrado pelo próprio Pastor ou por um obreiro por ele designado, a um GRUPO, em classe especial na Igreja. c) Poderá ser ministrado por um “Agente de Discipulado”, “obreiro” ou “cristão” de comprovada experiência e idoneidade em trabalhos de “CULTO FAMILIAR” ou nas chamadas “CÉLULAS”.

SUGESTÕES PARA OS DISCIPULANTES:

a) Procure não faltar para não se desestimular em sua participação;
b) Busque estudar em casa e tentar responder as lições com suas próprias palavras a lápis
c) Ao vir para as aulas traga sua bíblia, a apostila, uma caneta, um lápis e uma borracha;
d) Busque fazer as tarefas de LEITURA DIÁRIA E MEMORIZAÇÃO;
e) Pense em como poderia aplicar as verdades de cada lição em sua própria vida;
f) Procure compartilhar também o conteúdo das lições com seus amigos e familiares.

LIÇÃO Nº 1 – A BÍBLIA

Nesta lição veremos, através dos diversos textos bíblicos, fatos e informações a respeito do mais importante livro da humanidade - A BÍBLIA SAGRADA. A Bíblia contém 66 livros, sendo 39 no chamado Velho Testamento e 27 no Novo Testamento. O Velho Testamento no seu original foi escrito na língua hebraica e aramaica e tratam da origem da humanidade, a formação do povo de Israel, sua história e inúmeras profecias sobre a vinda do salvador. O Novo Testamento foi escrito na língua grega e, em seus quatro primeiros Evangelhos fala sobre a manifestação (nascimento, vida, morte e ressurreição) de Jesus Cristo, o surgimento da Igreja, as grandes doutrinas do cristianismo em suas diversas cartas apostólicas e profecias a respeito do fim dos tempos. Enfim, a Bíblia é diferente de todos os outros livros existentes; pois, por fora ela é igual a qualquer outro livro, mas, uma vez aberta, lida e crida, é a boca de DEUS falando conosco, mostrando sua vontade e seu propósito para todos os homens.

1- Quem escreveu a Bíblia? (II Pedro 1:21)
_____________________________________________________________________________

2- Qual o principal propósito da Bíblia? (Lucas 24:45-47)
_____________________________________________________________________________

3- Quanto a seus ensinos, são eles realmente verdadeiros e infalíveis? (Salmos 119:142, 160)
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4- Com respeito a suas previsões e profecias, elas realmente se cumprirão? (Mateus 5:18)
_____________________________________________________________________________

5- Quanto à sua duração, por quanto tempo permanecerá a Bíblia? (Sl.119:89; Mt. 24:35)
_____________________________________________________________________________

6- A que instrumento é comparada a Palavra de Deus, para operar em nossas vidas? (Hb. 4:12)
_____________________________________________________________________________

7- A que grupo de pessoas pertence aquele indivíduo que não quer ouvir a Palavra de Deus?
(Jo. 8:47)______________________________________________________________________

8- Porque muitos cristãos não assimilam o alimento sólido da Palavra de Deus e não crescem espiritualmente? (ICor.3:1-2)_______________________________________________________

9- Qual é a vontade de Deus em relação ao nosso crescimento espiritual e na sua Palavra?
(Ef. 4:13-14)____________________________________________________________________

TAREFA DA SEMANA: LEITURA dos capítulos 1 ao 7 do Evang. de São João (1 cap. por dia) e MEMORIZE Salmos 119:105.

LIÇÃO Nº 2 - A ORAÇÃO E O JEJUM

A Oração e o jejum são, sem dúvida alguma, duas das mais importantes atividades espirituais de nossa vida cristã. Pois, é por seu intermédio que nos mantemos em comunhão com Deus, consagramos a cada dia as nossas vidas e obtemos força espiritual para vencermos a batalha diante de nosso inimigo. Nesta lição, você vai aprender um pouco mais sobre a oração e sobre como Deus é capaz de atendê-la, desde que esta, seja realizada de modo apropriado. Aprenderemos sobre a maneira correta de orar, aprenderemos que a oração tem um tempo certo para ser respondida e, muitos outros princípios importantes relacionadas a ela. Estudaremos também sobre o jejum, outro importante ato espiritual que pode acompanhar as nossas orações.

1- Qual o ato espiritual que leva o cristão a uma comunhão diária com Deus? (I Tes. 5:17)
______________________________________________________________________________

2- O que devemos fazer para que Deus nos atenda em nossas necessidades diárias? (Fl.4:6)
______________________________________________________________________________

3- Por que devemos nos achegar a Deus em oração por meio de Jesus Cristo? (Jo. 14:6; I Tm. 2:5)
______________________________________________________________________________

4- Em que lugares ou locais podemos orar. (Atos: 16:13; I Tm 2:8)
______________________________________________________________________________

5- É correto pensar que a oração deve ser realizada somente na posição de “joelhos”?
(Jonas. 2:1; Atos 2:1-2)___________________________________________________________

6- Quais são as causas pelas quais freqüentemente nossas orações não são respondidas?
a) Sl. 66:18____________________________________________________________________
b) Mt. 13:58____________________________________________________________________
c) Tg. 4:3______________________________________________________________________

7- Cite alguns requisitos necessários para que Deus responda nossas orações:
a) Mt.21:22____________________________b) Hb.11:6______________________________
c) Lc. 11:5-10__________________________d) Rm. 12:12____________________________
e) Jó 16:17________ ____________________f) I Jo. 5:14_____________________________

8- Quais os personagens bíblicos que realizaram grandes jejuns, e qual foi à duração desses jejuns?
a) Ex. 24:17-18_________________________________________________________________
b) I Rs. 19:8____________________________________________________________________
c) Dn. 10:1-3___________________________________________________________________
d) Mt. 4:2______________________________________________________________________

9- Qual deve ser a nossa postura espiritual durante o jejum?
a) Mt. 6:16-18__________________________________________________________________
b) Sl. 35:13; 69:10_______________________________________________________________

10- Em que momentos podemos jejuar?
a) Lc. 4:1-2_____________________________________________________________________
b) Jl. 1:14______________________________________________________________________

11- Para quais finalidades podemos jejuar?
a) Mt. 17:18-21_________________________________________________________________
b) Atos 14:23___________________________________________________________________

TAREFA DA SEMANA: LEITURA dos cap. 8 ao 14 do Evang. de São João e
MEMORIZE Tg. 5:16.

LIÇÃO Nº 3 – A BATALHA ESPIRITUAL, O PECADO E O PERDÃO

A vida cristã não é feita somente de alegrias e bênçãos, mas também de lutas e aflições. Após a nossa entrega e decisão por Cristo, mudamos de lado. Deixando a vontade da carne, nossas paixões pecaminosas, o mundo, deixamos de fazer a vontade do “príncipe e senhor deste século”, o próprio “Diabo”. São estas as razões pela qual inicia-se a nossa “Batalha Espiritual”; pois, o mal se levanta para tentar nos reconquistar. Neste estudo, você vai descobrir como enfrentar o Diabo, o pecado e o mundo tal como Jesus enfrentou, usando as armas que Ele usou e, também, irá aprender um pouco mais a respeito do maravilhoso perdão de Deus.

1- Quem é o principal inimigo do cristão? (I Pedro 5:5)
______________________________________________________________________________

2- Cite os principais elementos pelos quais somos tentados?
a) Gl. 5:16-17___________________________b) I Jo 2:15-16___________________________

3- Que certeza e segurança podemos ter nos momentos de provação e tentação? (I Cor. 1013)
______________________________________________________________________________

4- Que benefícios podemos ter através das provações? (Tg. 1:2-4)
______________________________________________________________________________

5- Como podemos explicar o fato do cristão ser vencido pelas tentações?(Tg.1:14-15; Mt:.26:41)
______________________________________________________________________________

6- Cite algumas armas espirituais importantes para vencermos esta guerra?
a) Ef. 6:14_____________________________________________________________________
b) Ef. 6:15_____________________________________________________________________
c) Ef. 6:16_____________________________________________________________________
d) Ef. 6:17_____________________________________________________________________
e) Ef. 6:18_____________________________________________________________________
f) Mc. 14:38____________________________________________________________________
g) Atos 3:6_____________________________________________________________________
h) Ap. 12:11____________________________________________________________________

7- Qual a base para o perdão dos pecados? (Ef.1:7; I Jo. 1:7)
______________________________________________________________________________

8- Após termos recebido a Cristo, como nosso Senhor e Salvador, podemos afirmar que deixaremos de pecar automaticamente e, nunca mais falharemos? (I Jo. 1:8-10)
______________________________________________________________________________

9- Quais são algumas das conseqüências dos pecados não confessados:
a) Sl. 66:18____________________________________________________________________
b) Pv. 28:13____________________________________________________________________
c) I Jo. 1:6_____________________________________________________________________

10- O que devemos fazer para que Deus nos perdoe e alcancemos a sua misericórdia? (Pv.28:13)_____________________________________________________________________

TAREFA DA SEMANA: LEITURA do cap. 15 ao cap. 21 do Evang. de São João (1 cap. por dia) e MEMORIZE I João 1:9.

LIÇÃO Nº 4 – O ESPÍRITO SANTO E SUA PLENITUDE

Um dos ensinos mais importantes para o cristão e para a Igreja, é o ensino bíblico quanto ao Espírito Santo e sua Obra Consoladora. Neste estudo, você vai aprender que o Espírito Santo, não é simplesmente uma “Força Misteriosa” mas muito diferente disso, Ele é uma “Pessoa” que atua poderosamente na vida do cristão, santificando-o, enchendo-o de poder, capacitando-o através de talentos e dons especiais. Ele também atua poderosamente no mundo contemporâneo, convencendo-o do pecado, a respeito também das verdades anunciadas pela Igreja e atraindo, a cada dia, o coração dos homens, aos pés do Salvador.

1- Que atitudes caracterizam que o Espírito Santo é uma pessoa?
a) Jo. 16:7_____________________________________________________________________
b) Jo. 16:8_____________________________________________________________________
c) Jo. 16:13____________________________________________________________________
d) Jo. 16:14____________________________________________________________________
e) Ef. 4:30_____________________________________________________________________
f) At. 15:28_____________________________________________________________________

2- O Pai, o Filho e o Espírito Santo, são iguais em unidade e divindade?
(Mt. 28:19; II Cor. 13:13)__________________________________________________________

3- Que “Atributos Divinos” o Espírito Santo possui, no qual nos comprovam que Ele é Deus?
(Sl. 139:7-8; At. 5:3-4)____________________________________________________________

4- Qual é a Obra do Espírito Santo no Mundo?
a) Jo. 16:8_____________________________________________________________________
b) Jo. 16:13____________________________________________________________________
c) Jo. 16:14____________________________________________________________________

5- Qual é a Obra do Espírito Santo na vida do crente?
a) Jo. 3:5; Tt.3:5_________________________b) I Cor. 6:16____________________________
c) Jo. 14:26_____________________________d) I Cor. 12:13___________________________
e) Rm. 8:14_____________________________f) Ef. 1:13_______________________________

6- Quais as três coisas que não devemos cometer contra o Espírito Santo?
a) Ef. 4:30_____________________________________________________________________
b) I Ts. 5:19____________________________________________________________________
c) Mt. 12:31-32__________________________________________________________________

7- Quais os dois mandamentos positivos que a Bíblia enfatiza acerca da nossa comunhão com o Espírito Santo?
a) Gl. 5:16_____________________________________________________________________
b) Ef. 5:18_____________________________________________________________________

8- Quem batiza o crente no Espírito Santo? (Mt. 3:11; Jo.1:33-34)
______________________________________________________________________________

9- Quais os resultado do “Batismo no Espírito Santo” na vida do crente?
a) At. 2:1-4; 10:44-47; 19:4-6______________________________________________________
b) I Cor.12:8-11_________________________________________________________________
c) Gl. 5:22-23___________________________________________________________________

10- Quais os requisitos bíblicos para se receber o batismo no Espírito Santo?
a) At. 2:38___________________________b) Jo.7:38-39______________________________
b) Lc. 11:11-13_______________________c) Mt. 9:16-17______________________________

TAREFA DA SEMANA: LEITURA dos cap. 1 ao cap.7 de I Corintios (1 cap. por dia) e MEMORIZE Ef. 5:18.

LIÇÃO N.5 – A OBEDIENCIA

Ninguém aprecia uma criança desobediente. Ela irrita os pais, incomoda os amigos e passa a maior parte do tempo sendo corrigida ou “de castigo”, quando poderia estar divertindo-se e alegrando-se. Na Bíblia, Deus usa a figura “Pai – Filho” para nos ensinar sobre a necessidade de um relacionamento com Ele, baseado na Obediência. A obediência a Deus e à sua Palavra, sem dúvida alguma, é o grande segredo de uma vida cristã de sucesso e, também, a maneira principal pela qual manifestamos que, realmente levamos Deus “a sério”.

1- Depois de havermos nascido na família de Deus, que tipo de filho devemos ser?
(I Pe. 1:14)_____________________________________________________________________

2- Depois de havermos recebido a Cristo em nossas vidas, como podemos provar que, realmente o amamos e, de fato, o levamos a sério? (Jo. 14:15, 21; 15:10, 14)
______________________________________________________________________________

3- Existe alguma coisa que agrada a Deus mais que a obediência? (I Sm. 15:22)
______________________________________________________________________________

4- Qual é o resultado da obediência em nossas orações? (I Jo. 3:22)
______________________________________________________________________________

5- Existe algum tempo necessário a se esperar, para obedecermos à Palavra de Deus?
(Sl.119:60)_____________________________________________________________________

6- Quais as partes da Bíblia na qual devemos observar e obedecer? (Ap.22:7)
______________________________________________________________________________

7- Que atitudes devem acompanhar a verdadeira obediência?
a) Sl.40:8____________________________b) Rm.6:17_______________________________

8- Quais algumas das bênçãos que recebemos por meio da obediência?
a) Ex. 19:5_____________________________________________________________________
b) Is. 1:19______________________________________________________________________
c) Jo. 15:10____________________________________________________________________
d) I Jo.3:22_____________________________________________________________________

TAREFA DA SEMANA: LEITURA dos cap. 8 ao cap.15 de I Corintios e MEMORIZE Jo.14:21.

LIÇÃO N.6 – AS FINANÇAS

Fundamentado no princípio da “mordomia cristã”, ou seja, de que Deus é o dono de todas as coisas e que nós, somos apenas seus mordomos (administradores) daquilo que Ele mesmo nos tem confiado, é que esta lição foi elaborada e dara ênfase, à necessidade de uma boa administração de nossas finanças, enfocando, também, o ponto de vista bíblico a respeito do dinheiro e de diversos pontos a respeito da vida material. Ela tratará também, da importância de nossa fidelidade e generosidade, para com o sustento na Igreja de Deus, que peregrina na face da Terra, atitude esta que é demonstrada através de nossos Dízimos e Ofertas.

1- Cite alguns conselhos bíblicos que dizem respeito à nossa vida material:
a) Is.55:2__________________________________________________________________
b) Lv. 25:35-37; Sl.15:5_______________________________________________________
c) Pv.13:4; 13:27____________________________________________________________
d) Pv.30:8-9; I Tm.6:8________________________________________________________
c) Pv. 22:9; Ec.11:1__________________________________________________________
d) Sl. 128:2; Pv.13:13________________________________________________________

2- Qual a grande advertência da Palavra de Deus com respeito ao dinheiro e as riquezas?
a) Sl.62:10__________________________________________________________________
b) I Tm. 6:9-10_______________________________________________________________

3- Quais os dois personagens do novo testamento que caíram por causa do amor ao dinheiro?
a) Mt. 26:14-16_________________________b) At. 5:1-5___________________________

4- Cite abaixo alguns requisitos bíblicos para alcançarmos a benção em nossa vida material:
a) Dt.29:9___________________________________________________________________
b) Js.1:8____________________________________________________________________
c) II Cr. 20:20________________________________________________________________
d) II Cr.26:5_________________________________________________________________
e) Sl.122:6__________________________________________________________________
f) Pv.11:25_________________________________________________________________
g) Pv.28:13_________________________________________________________________
h) Pv.28:25_________________________________________________________________
i) Ml. 3:10-11________________________________________________________________

5- O que acontece quando somos fieis nos dízimos e nas ofertas?
(Ml. 3:10-12)________________________________________________________________

6- O que acontece quando deixamos de DEVOLVER a Deus, os dízimos e ofertas ?
a) Ml.3:8-9_________________________________________________________________
b) Ag. 1:3-6________________________________________________________________

7- Cite os dois personagens do velho testamento que deram o dízimo:
a) Gn.14:18-20________________________b) Gn. 28:20-22_________________________

8- Enumere alguns princípios que devem reger o ato de ofertar:
a) I Cor.16:1-2______________________________________________________________
b) II Cor.8:5________________________________________________________________
c) II Cor.8:24________________________________________________________________
d) II Cor. 8:14-15; 9:6_________________________________________________________
e) II Cor.9:7________________________________________________________________

TAREFA DA SEMANA: LEITURA do cap.1 ao cap.7 do livro de Gálatas, (um cap. por dia) e MEMORIZE Pv. 3:9.

LIÇÃO Nº 7 – O EVANGELISMO

Quem já aceitou a Cristo como seu Senhor e Salvador e começou a desfrutar das bênçãos de uma nova vida tem a grande incumbência e responsabilidade de levar esta nova proposta de vida em Cristo a todas as pessoas. A este gesto chamamos de “Evangelismo” - ato e pratica da evangelização, uma das grandes ordens deixadas por Jesus à sua Igreja. Nesta lição você irá aprender um pouco mais a respeito desta responsabilidade da Igreja e verá que, mesmo com o seu pouco conhecimento bíblico, e ainda que você seja um crente novo, poderá tornar-se um instrumento valioso, usado por Deus na pregação do Evangelho e salvação das almas.

1- Qual a grande ordenança deixada por Jesus à sua Igreja, para que o mundo conheça as Boas Novas do Evangelho? (Mt. 28:19-20; Mc.16:15)
_____________________________________________________________________________

2- Enumere algumas das principais razões pelas quais não falamos de Jesus?
a) Pv. 29:25____________________________________________________________________
b) At. 4:20_____________________________________________________________________
c) Rm. 1:16____________________________________________________________________

3- Enumere algumas das maneiras pelas quais podemos falar do Evangelho com mais eficiência e desembaraço?
a) Jo. 15:5_____________________________________________________________________
b) At. 4:13,29___________________________________________________________________
c) II Tm. 2:15___________________________________________________________________

4- Qual deve ser o nosso tema principal em nossa apresentação do Evangelho?
(I Cor.15:3-4)___________________________________________________________________
NOTA: Os versículos abaixo apontam vários assuntos importantes que, devem ser mencionados em nossa apresentação do Evangelho. Quais são eles?
a) Rm. 3:23____________________________________________________________________
b) Rm. 6:23____________________________________________________________________
c) Hb. 9:27_____________________________________________________________________
d) Rm. 5:8_____________________________________________________________________
e) Ef. 2:8-9_____________________________________________________________________
f) Jo 1:12______________________________________________________________________

5- A que classe de pessoas devemos falar de Cristo?
a) Jo. 1:41-42, Mc. 5:19_________________________________________________________
b) Jo. 4:39_____________________________________________________________________
c) At. 28:23, 30-31_______________________________________________________________

6- Devemos confiar somente em nossa capacidade de convencer as pessoas para que aceitem o Evangelho? Sim[ ] ou Não[ ] Por quê? (Zc. 4:6, I Cor. 2:4, I Ts. 1)
______________________________________________________________________________

7- A que instrumento a Palavra de Deus é comparada para abrir o coração do homem incrédulo? (Hb. 4:12)
______________________________________________________________________________

TAREFA DA SEMANA: Leitura do cap. 1 ao cap. 6 de Efésios (1 cap. por dia), Memorize Mc. 16:15 e Fale de Jesus para pelo menos três pessoas, durante esta semana.
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LIÇÃO Nº 8 – A VINDA DE CRISTO

A Vinda de Cristo, sem dúvida nenhuma, será um dos maiores acontecimentos da história da humanidade. Cerca de 2.375 vezes a Bíblia Sagrada faz menção, de maneira direta ou indireta, deste acontecimento. Sabemos que, mesmo no meio Evangélico, existem muitas correntes teológicas que trazem várias opiniões sobre o referido assunto. Entretanto, como a maioria das Igrejas Evangélicas Pentecostais, cremos que este acontecimento se dará em duas fases. Na primeira fase, chamada de “ARREBATAMENTO DA IGREJA”, Cristo virá secretamente, como um ladrão, num abrir e fechar de olhos, ao soar da trombeta de Deus. Ele virá sobre as nuvens do céu para arrebatar a sua Igreja e a levá-la-á para participar das bodas do Cordeiro. Na segunda fase deste acontecimento, chamada “VINDA COM PODER GLÓRIA”, Cristo virá sobre o monte das Oliveiras, ocasião em que todo o olho o verá, todo o joelho se dobrará, e toda língua confessará que Ele é o Senhor. Ele virá com a sua Igreja já glorificada e em corpo incorruptível e estabelecerá o seu Trono Milenar na Terra. Logo após este período, Ele julgará as nações e todos os povos, condenará os perversos e, por fim, destruirá em definitivo a Satanás e seus demônios. Portanto, falaremos sobre a primeira fase deste acontecimento, o chamado ARREBATAMENTO DA IGREJA.

1- Quem nos garante com plena certeza que Cristo voltará? (Mt. 5:18; 24:35)
______________________________________________________________________________

2- Cite algumas das finalidades pelas Jesus voltará:
a) I Ts.1:10_________________________________________________________________
b) Jo. 14:1-3________________________________________________________________
c) Mt.5:18__________________________________________________________________
d) Mt.16:27_________________________________________________________________

3- Qual a grande prova de que Jesus realmente não tardará em voltar?
(Lc. 21:29-32)__________________________________________________________________

4- Quando se dará este Evento? (Mt. 24:36; Lc. 12:40)
______________________________________________________________________________

5- Qual outro grande acontecimento se dará no dia do Senhor? (I Ts. 4:16; I Cor.15:15-53)
______________________________________________________________________________

6- Nesta primeira fase deste Evento, porventura Cristo chegará a pisar nesta Terra?
(I Ts. 4:17)_____________________________________________________________________

7- A que personagem é comparado o “Dia do Senhor?” (Mt. 24:43-44; I Ts.5:2-4)
______________________________________________________________________________

8- Quem participará deste Evento?
a) Ap. 2:7___________________________b) Ap. 7:9_________________________________
c) Ap. 16:15_________________________d) Ap. 22:7________________________________
e) Ap. 22:14_________________________f) Hb. 9:28________________________________
g) I Jo. 2:28__________________________h) I Ts. 5:23______________________________
i) II Tm. 4:8__________________________j) Tg. 5:7_________________________________

9- Qual a grande comissão da qual o Senhor nos alerta para que, não sejamos pegos de surpresa na sua vinda? (Mt. 24:42-43; Mc. 13:33-37)
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TAREFA DA SEMANA: Leitura do cap. 1 ao cap. 6 de I Timóteo e Memorize Mt. 24:12.

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“CURSO ELABORADO E FORNECIDO PELA”:

Federação das Igrejas Cristã Presbiteriana Pentecostal – F.I.C.P.P.
CNPJ: 01.464.228/0001-03
“Brilha Jesus sobre o Brasil”


IMPORTANTE: Por ser este curso, elaborado pela DIRETORIA DA F.I.C.P.P. e aprovado por sua ASSEMBLÉIA GERAL, é, portanto “PROIBIDO” qualquer forma de modificação e alteração, mesmo que em partes ou total, no conteúdo deste CURSO, sem o acompanhamento e parecer da DIRETORIA DA F.I.C.P.P. e aprovação de sua ASSEMBLÉIA GERAL.

“C.P.B.” - CURSO DE PREPARAÇÃO AO BATISMO"

E agora porque te deténs?Levanta-te, “batiza-te” e lava os teus pecados, invocando o seu nome. Atos 22:16


APRESENTAÇÃO E PROPÓSITO DO CURSO

O “CURSO DE PREPARAÇÃO AO BATISMO – C.P.B. se constitui no primeiro veículo de instrução a ser utilizado por nossas Igrejas em seu trabalho de consolidação dos novos crentes que, tendo já entregue suas vidas ao Salvador por meio de uma decisão livre e pessoal, almejam agora dar o seu passo definitivo de iniciação de sua vida cristã - o “Batismo nas Águas”. É, também, para o novo crente, o seu primeiro contato consistente com a Doutrina da Fé Cristã, contato este realizado através de “quatro lições”, sobre quatro temas bíblicos importantes, proporcionando-lhe não somente um entendimento melhor das verdades bíblicas, como também uma oportunidade valiosa de reflexão sobre as realidades da vida cristã, embasando, de maneira sólida, a sua grande decisão pelo evangelho. É importante também entender que este curso não tem por objetivo impor “regras inflexíveis” sobre o procedimento das Igrejas diante do Sacramento do Batismo, mas trazer às nossas comunidades um material e um método de trabalho “ordeiro e sério”; pois entendemos pela Palavra que alguns podem se decidir em poucos dias pelo Evangelho e, na mesma semana, serem batizados e se tornarem crentes frutíferos e perseverantes. Mas, estas situações especiais não significam que a Igreja, não possa realizar um trabalho instrutivo de preparação para o batismo, pois não podemos nos esquecer das palavras de Jesus quando, após falar sobre sua Ordenança Batismal, finalizou dizendo: “...ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado” - Mt.28:20; e do ecoar da afirmação do eunuco, no caminho de Damasco, quando diante da pergunta do diácono evangelista Felipe, “ANTES DE SER BATIZADO” disse: “como poderei entender, se alguém não me ensinar ?” - At. 8:31, ocasião em que, após receber o ensino de Felipe, o eunuco compreendeu a Palavra e foi batizado.

Pr. Antonio Honório de Siqueira Neto
PRESIDENTE
Gestão 2006/2007

CONTEÚDO DO CURSO

1) A SALVAÇÃO
2) O ARREPENDIMENTO E O BATISMO NAS AGUAS
3) A CEIA DO SENHOR
4) A VIDA CRISTÃ

CRONOGRAMA DO CURSO

O “CURSO DE PREPARAÇÃO AO BATISMO – C.P.B.” tem a duração aproximada de um mês, sendo uma aula por semana, realizada preferencialmente na própria Igreja e ministrado pelo Pastor ou por qualquer outro Obreiro por ele designado, capacitado que demonstre manusear bem o material.


LIÇÃO Nº 1 – A SALVAÇÃO

Todo homem, por mais incrédulo que seja, sabe no seu íntimo, que alguma coisa esta errada com a humanidade. Criado à imagem e semelhança de Deus, com a finalidade de viver para glória dEle e manter-se permanentemente em plena comunhão com Ele, o homem, por causa do pecado, foi banido desta comunhão plena e perfeita e, com isso, veio a trazer sobre si e sobre seus descendentes, inúmeras conseqüências, tanto na área física, social e principalmente, na área espiritual, uma vez que, com o pecado, o homem corre o risco de sofrer a maior das conseqüência deste, sua “CONDENAÇÃO ETERNA”. Por meio desta lição você vai aprender a respeito, do maravilhoso propósito de Deus para a “SALVAÇÃO” da humanidade. Através das páginas das Escrituras Sagradas, vamos descobrir que Deus não ficou apático diante do dilema da humanidade; mas elaborou um plano para resgatar e salvar a todos aqueles que, dando ouvidos ao seu convite e chamado, recebam e se entregue a Jesus Cristo como Senhor e Salvador de suas vidas e, assumam o compromisso de viver uma nova vida, embasada naquela mesma finalidade divina do princípio, uma vida de comunhão e glorificação ao nosso Deus.

1-Por que os homens necessitam de salvação? (Rm. 3:23)
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2- Para que Jesus se fez carne e veio ao mundo? (Lc. 19:10)
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3- Como Cristo realizou o grande propósito de Deus, para a salvação da humanidade? (Rm.5:8)_______________________________________________________________________

4- Por que Cristo teve que morrer e derramar de seu sangue na cruz por nós?
a) Hb. 9:22_____________________________________________________________________
b) Lc. 22:20____________________________________________________________________
c) Rm. 5:9_____________________________________________________________________
d) Ef. 1:7______________________________________________________________________
e) I Pe 1:18-19__________________________________________________________________
f) Ap. 12:11____________________________________________________________________

5- Qual o primeiro passo a ser dado, para sermos salvos e recebermos a vida eterna? (Jo 1:12; 3:16)__________________________________________________________________________

6- Em quem se encontra a vida eterna? (I Jo. 5:11-12)
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7- É correto crer que “as boas obras” se constituem no elemento principal para a salvação?
( Ef. 2:8-9; Tt. 3:5 )______________________________________________________________

8- O que acontece no momento em que recebemos a Cristo em nossas vidas?
a) Jo. 5:24_____________________________________________________________________
b) II Cor. 5:17___________________________________________________________________

9- Após termos tomado nossa decisão por Cristo, podemos ter plena certeza de nossa salvação?
( I Jo. 5:13 )____________________________________________________________________

10- Após termos sidos salvos em Jesus, quais os conselhos que a Palavra de Deus nos dá, para zelarmos desta tão grande salvação?
a) Ap. 3:11_____________________________________________________________________
b) Mt. 24:13____________________________________________________________________

LIÇÃO Nº 2 – O ARREPENDIMENTO E BATISMO NAS ÁGUAS

O Arrependimento é, sem sombra de dúvida, uma importante atitude espiritual do homem para com Deus, no processo de sua conversão. Sabemos, pela própria Palavra de Deus, que o arrependimento se constitui no ato principal para que o homem receba o “perdão divino” para os seus pecados. A verdade é uma só - o nosso Deus, mesmo em seu grande amor e misericórdia para conosco, “não concederá” seu perdão a ninguém que não esteja “verdadeiramente arrependido”,de seus atos pecaminosos ou da vida que esteja levando. Arrependimento não significa “ser religioso”, não quer dizer também “remorso” ou coisa parecida. Arrependimento é nada mais que, uma mudança de mente, uma mudança de coração e de atitude, com o objetivo de se viver uma nova vida, diante de Deus. Da mesma forma, o batismo nas águas é o passo que concretiza, em definitivo, a nossa decisão de conversão e de compromisso com Cristo. É sem dúvida, um dos importantes sacramentos da Igreja de Cristo em virtude de ser ordenança deixada pelo próprio Senhor Jesus Cristo, quando esteve aqui entre nós. O batismo não é uma cerimônia sem sentido e sem objetivo, mas uma experiência espiritual marcante na vida do novo crente, pois não só simboliza, mas é a confirmação da remissão dos pecados, do sepultamento do velho homem, do novo nascimento e da ressurreição de uma nova criatura diante de Deus.

1- Qual a primeira mensagem pregada no Novo Testamento? (Mt. 3:1-2)
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2- Por que os homens necessitam de arrepender-se?
a) Ez. 18:32____________________________________________________________________
c) Mt. 4:17_____________________________________________________________________
d) Lc. 13:3_____________________________________________________________________
e) Rm. 3:23;____________________________________________________________________
f) Atos 2:38____________________________________________________________________

3- Qual as evidências de um verdadeiro arrependimento? (Pv. 28:13)
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4- Segundo o padrão bíblico, o “batismo por imersão” é uma realidade?
(Mt. 3:16-24; Jo. 3:23; At. 8:36-39)__________________________________________________

5- Quais os requisitos principais para que alguém possa ser batizado?
a) At. 2:38_____________________________________________________________________
b) At. 2:41_____________________________________________________________________
c) At. 8:35-38___________________________________________________________________

6- Qual a ligação entre o batismo e a salvação?
a) At. 22:16____________________________________________________________________
b) I Pe. 3:21____________________________________________________________________

7- Cite algumas razões bíblicas que nos falam da importância de sermos batizados:
a) Mt. 3:13-17__________________________________________________________________
b) Mt. 28:19____________________________________________________________________
c) At. 22:16____________________________________________________________________
d) Rm. 6:4_____________________________________________________________________

8- Qual o sentido e significado espiritual desta ordenação? (Rm. 6:3-4; Cl. 2:12)
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LIÇÃO Nº 3 – A CEIA DO SENHOR

A Ceia do Senhor é outro importante sacramento da Igreja de Cristo, pois foi instituída pelo próprio Senhor, quando esteve aqui entre nós. Na sua celebração estão concentrados diversos propósitos divinos, os quais são revelados à Igreja através de sua participação. Ao instituí-la e ordenar a sua realização, Cristo tinha como finalidade não somente a nossa comunhão com Ele e uns com os outros, mas também o importante ato de recordação, por parte de cada cristão, de seu sacrifício e morte na cruz do calvário. Nesta lição, iremos aprender o modo pelo qual devemos participar da Ceia do Senhor e a maneira pela qual devemos nos aproximar de sua mesa e, em procedendo assim, como nos orienta a Palavra de Deus e comendo do pão e bebendo do cálice do Senhor dignamente, tenhamos verdadeira comunhão e parte com Ele e seu Reino.

1- Cite alguns títulos bíblicos dados a esta ordenação.
a) I Cor. 10:16__________________________________________________________________
b) I Cor. 10:21__________________________________________________________________
c) I Cor. 11:20__________________________________________________________________

2- Quem instituiu a Santa Ceia? (Mt. 26:17-19; I Cor.11:23)
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3- Quais as finalidades da Santa Ceia?
a) I Cor. 11:24-25________________________________________________________________
b) I Cor. 11:26__________________________________________________________________
c) I Cor. 11:28, 31_______________________________________________________________
d) I Cor. 11:20, 33_______________________________________________________________

4- Quais são os símbolos usados na realização da Santa Ceia?
a) I Cor. 10:16(a)_______________________b) I Cor. 10:16(b)_________________________

5- Quais são os significados destes símbolos ?
a) Mt. 26:26_________________________b) Mt. 26:27-28_____________________________

6- Qual deve ser a nossa postura espiritual ao nos achegarmos à mesa do Senhor?
a) Lc. 22:14-15__________________________________________________________________
b) I Cor. 11:24-25________________________________________________________________
c) I Cor. 11:28,31________________________________________________________________
d) Hb. 11:6; Rm. 14:23___________________________________________________________
e) I Tm. 1:19; Hb. 10:22__________________________________________________________
f) I Jo. 1:6-7____________________________________________________________________
g) I Jo.1:9-10___________________________________________________________________
h) Mt. 5:23-24__________________________________________________________________

7- Quais as bênçãos que recebemos por intermédio da participação da Santa Ceia?
a) Jo. 6:35_____________________________________________________________________
b) Jo. 6:54_____________________________________________________________________
c) Jo. 6:56_____________________________________________________________________

8- Qual a grande advertência da Palavra de Deus com respeito a participação da Santa Ceia? (I Cor. 11:27,29)__________________________________________________________________


LIÇÃO Nº 4 – A VIDA CRISTÃ

A vida cristã se constitui de compromissos com Deus, não somente na Igreja como no âmbito familiar quanto na sociedade. Cabe, portanto ao cristão muito mais que com meras palavras, viver aquilo que professa ser - um “autentico cristão”. Neste estudo, abordaremos alguns pontos importantes de nossa vida cristã, em três áreas fundamentais nas quais, o nosso testemunho de transformação está claramente visível, aos olhos de Deus e também aos olhos daqueles que convivem conosco. Portanto, cabe ao novo crente, em todas estas áreas, proceder e agir de acordo com a orientação da Palavra de Deus, a fim de que através de seu testemunho, o Senhor seja honrado e glorificado, diante de todos.

1- NA IGREJA:

a) Obediência aos seus líderes, no Senhor; ( Hb. 13:17; Rm. 13:1-2 )
b) Assiduidade aos cultos e reuniões da Igreja; ( Sl. 27:4; 84:10; Ag. 1:9; Hb. 10:25 )
c) Evitar contendas, conservar-se em comunhão com os irmãos e com o corpo de Cristo; ( Rm.12:9-10,17,21; Ef. 4:2-3; II Tm. 2:23-24 )
d) Ser fiel nos dízimos e ofertas; ( Pv. 3;9; Ml. 3:8-10; II Cor. 9:7 )
e) Portar-se com reverencia e respeito nos cultos e reuniões da Igreja. ( Sl. 66:9; Ec.5:1 )

2- NA FAMÍLIA:

a) Os filhos devem obedecer e respeitar a seus pais; ( Ef. 6:1-3; Cl. 3:20 )
b) As esposas devem ser submissas aos seus maridos, no Senhor; (Ef. 5:22-24; I Pe. 3:1-2)
c) Os maridos devem amar e respeitar suas esposas; ( I Pe. 3:7; Ef. 5:25,28,33 )
d) Os pais devem educar seus filhos nos caminhos do Senhor. ( Pv. 22:6; Ef. 6:4; Cl. 3:21; I Tm. 3:4 )

3- NA SOCIEDADE:

a) Na área material, a ninguém ficar devendo nada; ( Rm. 13:7-8 )
b) Dar um bom testemunho cristão, no trabalho, na escola e em todos os lugares; ( Dn. 6:1-4; Ef. 6:5-6; I Pe. 2:28 )
c) Ser vigilante no falar; ( Tt.2:8; Pv. 13:3; Ef. 4:29 )
d) Não freqüentar lugares profanos e outros que possam comprometer a fé; ( Pv. 1:15; Sl. 1:1, 84:10; Ez. 44:23 )
e) Evitar a companhia de pessoas de má conduta e mal testemunho; ( Pv. 4:14, 13:20; ICor.5:11 )
f) Não contrair julgo desigual com os incrédulos; ( Dt. 7:1-4; II Cor. 6:14-16 )
g) Respeitar as Leis e Autoridades em eminência, no Senhor. ( Tt. 3:1; I Pe. 2:13-14 )

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“CURSO ELABORADO E FORNECIDO PELA”:

Federação das Igrejas Cristã Presbiteriana Pentecostal – F.I.C.P.P.
CNPJ: 01.464.228/0001-03
“Brilha Jesus sobre o Brasil”

IMPORTANTE: Por ser este curso, elaborado pela DIRETORIA DA F.I.C.P.P. e aprovado por sua ASSEMBLÉIA GERAL, é, portanto “PROIBIDO” qualquer forma de modificação e alteração, mesmo que em partes ou total, no conteúdo deste CURSO, sem o acompanhamento e parecer da DIRETORIA DA F.I.C.P.P. e aprovação de sua ASSEMBLÉIA GERAL.


“C.P.D. - CURSO DE PREPARAÇÃO AO DIACONATO”

“Porque os que servirem bem como diáconos adquirirão para si uma boa posição, e muita confiança.”
I Timóteo 3:13

APRESENTAÇÃO E O PROPÓSITO DO CURSO

O “CURSO DE PREPARAÇÃO AO DIACONATO” – C.P.D. é fruto de um primeiro trabalho entre outros que, com certeza se realizarão pela F.I.C.P.P. no objetivo de fornecer as suas I.C.P.P.s. afiliadas e, em especial, a esta classe de “Obreiros” tão importante para a vida da Igreja, que são os Diáconos; um material de treinamento e preparo, em uma linguagem simples e de fácil compreensão, na qual proporcionará a todos aqueles que, de conformidade com os princípios da Palavra de Deus e, com as Normas Estatutárias e Regimentais da F.I.C.P.P. sentirem o “Chamado e a Vocação” para o glorioso ministério Diaconal, engrossando assim, as fileiras da Grande Seara do Senhor, na qual mesmo nos dias de hoje, continua sendo Poucos os Obreiros.

Pr. Antonio Honório de Siqueira Neto
PRESIDENTE
Gestão 2006/2007

CONTEÚDO DO CURSO

1) O PERFIL ESPIRITUAL DO DIACONO
2) O PERFIL SÓCIO, FAMILIAR E CONGREGACIONAL DO DIÁCONO
3) PRINCÍPIOS DE LIDERANÇA E ÉTICA MINISTERIAL
4) O MINISTÉRIO DIACONAL
5) A SEPARAÇÃO E O PERÍODO PROBATÓRIO
6) A ORDENAÇÃO E AS ATRIBUIÇÕES DO DIACONO
7) O DIACONO E OS ORGÃOS DA I.C.P.P.

CRONOGRAMA DO CURSO

O CURSO DE PREPARAÇÃO AO DIACONATO – C.P.D. tem a duração aproximada de “3 meses” conforme a Alínea “C” do Art. 8* do Regimento Interno da F.I.C.P.P. Sendo uma aula por semana, podendo estas serem realizadas na própria Igreja, sob a ministração do Pastor da I.C.P.P. Local.

LIÇÃO N.1 – O PERFIL ESPIRITUAL DO DIACONO

INTRODUÇÃO
A espiritualidade do Diácono é sem duvida alguma, um dos primeiros termômetros a serem observados em sua caminhada, no exercício do Ministério Cristão. É através dela que poderemos notar o seu grau de experiência com Deus, sua comunhão, sensibilidade para com a voz do Espírito e discernimento diante das situações, na qual no exercício da Obra, este irá encontrar. Porem é importante compreender que, espiritualidade não tem nada a ver com excesso de santidade, prepotência, arrogância, ou alto suficiência, ao ponto de este se achar que, não precisa de conselhos, de ser pastoreado. Como uma espécie de “Obreiro Indomável”, na qual acha que “Deus fala diretamente com ele” e este, portanto, por seu “grande nível espiritual”, não precisa de ninguém. Ao contrario de tudo isto, veremos nesta lição o conceito bíblico de espiritualidade e também, a importância da fundamentação destes princípios em sua vida, pois sem estes, seu ministério não terá a solides necessária, para suportar as grandes realidades e dificuldades, da Obra de Deus.

1 - HUMILDADE – Ef. 4:2
A humildade é a grande marca da espiritualidade do Obreiro, como o Ap. Paulo enfatizou no começo de seu discurso em Éfeso: Servindo ao Senhor com toda a humildade. . .At.20:19.

2 - CONSIDERAÇÃO – Fl. 2:3; Hb. 10:24
A Palavra de Deus nos ensina a termos este sentimento de apreço, respeito que é a nossa consideração uns pelos outros. E agora, nos colocamos diante de uma grande questão, pois se devemos consideração uns para com os outros, a ponto de vermos os nossos companheiros, como superiores ou mais preparados do que nós, o que diríamos então, da consideração que devemos ter para com os nossos lideres, na qual foram instrumentos de Deus em nossa indicação ao Ministério, nos dando oportunidades, devotando a nos credibilidade e confiança na Obra, para chegarmos onde estamos. Vemos que hoje em dia, muitos Obreiros de importante posição, tem se esquecido de onde começaram, de quem os deu a mão e também, de quem através da orientação divina, os abriu as portas da oportunidade no Ministério, e entendemos que esta atitude, não é agradável ao nosso Deus.

3 - OBEDIENCIA – I Pe 1: 14; I Sm. 15:22
O Diácono que deseja ter um ministério fecundo, precisa observar a pratica deste princípio espiritual, em sua vida. Obediência é tudo, não á nada mais importante do que ela, obediência a Deus, a sua Palavra, aos nossos lideres.

4 - SUBMISSÃO – Rm. 13:1-2; I Pe. 2:13
Uma frase muito conhecida nos diz que: “antes de querermos mandar, é preciso primeiro aprender a ser mandado”. No reino de Deus não é diferente, pois o exercício da autoridade é semelhante, como uma “escada”. Portanto se desejamos exercer autoridade diante de nossos liderados, precisamos semeá-la primeiro, através de nossa submissão àqueles que, no Senhor, exercem autoridade sobre nós.

5 - BOM TESTEMUNHO – Dn. 1:4; 6:3-4; II Cor. 3:2
O Testemunho do Diácono não só dentro da Igreja, mas também, dentro de sua casa, em seus mais diversos meios de convivência, como, em seu bairro, trabalho, escola, e outros, é sem duvida, a sua mais importante “carta de recomendação”, pois a nossa maior referencia ministerial, é sem dúvida, o nosso próprio viver.

6 - VIDA DE ORAÇÃO – I Tm. 2:1-3,8; I Ts. 5:17
A oração é a chave da vitória, é através dela que desenvolvemos nossa comunhão diária com o Senhor, nos fortalecemos Nele, buscamos respostas e orientação para o nosso ministério, e tantos outros benefícios espirituais na qual esta nos proporciona.

7 - LINGUAGEM SÃ E IRREPREENSÍVEL – EF.4:29; IITm.2:16,23-25; Tt.2:8; IPe.3:10
A maneira mais comum na qual as pessoas costumam nos julgar e avaliar, é através das nossas palavras e, do modo como, nos pronunciamos diante dos mais diversos assuntos e situações. Portanto cabe ao Diácono, buscar a cada dia da parte de Deus, vigilância e sabedoria em suas palavras.

8 - BOM MANEJO DA PALAVRA – II Tm. 2:15
Todo soldado possui sua arma, e no mundo espiritual não é diferente, pois, o Obreiro como soldado do exército de Deus, também possui a sua, e esta é a Palavra de Deus. E como um bom soldado, este deve saber usar corretamente a sua arma, para que não seja pego desprevenido pelo inimigo, diante da batalha. Por isso, é necessário que, o Diácono busque crescer em seu manejo da Palavra, através do hábito de sua leitura diária, também da leitura de bons livros e tendo a oportunidade, buscar fazer alguns cursos bíblicos ou seculares, em áreas que, possam auxiliá-lo no seu crescimento bíblico e intelectual.

9 - CHEIO DE FÉ – Hb. 11:6
A fé deve estar presente nos atos e procedimentos do Obreiro cristão. Ela é sem sombra de dúvida, um elemento espiritual indispensável no ministério, pois sabemos que, a Obra de Deus é feita por fé e sem esta, seremos mais um entre muitos, na qual tem ficado pelo caminho ou, voltado para traz.
10 - CHEIO DO ESPÍRITO – At. 1:4-5; Ef. 5:18
Outra grande realidade na qual o Obreiro cristão não pode se escusar, é de sua grande necessidade, do revestimento de poder. O próprio Jesus, em um dos textos acima mencionado, foi claro com os seus discípulos ao ordenar que eles, não saíssem de Jerusalém, antes que do alto fossem revestidos de poder. Podemos com isto enfatizar com plena certeza, que diante de um mundo cada vez mais difícil, da multiplicação da iniqüidade, diante também de um inimigo que não dorme, e com grande fúria, cada vez mais, tem se investido contra a Obra e contra os servos de Deus, precipitar-se em fazer a Obra de Deus, sem este importante preparo e revestimento espiritual, será com certeza a razão do grande “fiasco e derrota” de nossa geração.

LIÇÃO N.2 – O PERFIL SOCIAL, FAMILIAR E CONGREGACIONAL DO DIÁCONO

INTRODUÇÃO
A vida e o ministério de um Diácono se desenvolve não somente, no âmbito da Igreja, mas, em outros dois campos importantes que são: na família e na sociedade. Portanto não podemos nos apegar naquela idéia de que, seremos ministros do Senhor, somente dentro da Congregação, nos cultos de domingo. E nesta lição veremos que, o que somos dentro da Igreja deve ser um reflexo do que somos lá fora, da mesma forma que, nossa vida na Igreja, deve influenciar a nossa vida familiar e social.

I - O PERFIL SOCIAL

A - DEDICAÇÃO AO TRABALHO – Sl.128:2; Pv. 16:26; II Ts. 3:10
“O Trabalho dignifica o homem”, diz a frase conhecida por todos, e na vida do Diácono não é diferente, pois o nosso Deus se agrada daqueles que com honestidade, dedicação e trabalho, ganham o seu sustento. E para aqueles que, desejam se dedicar integralmente, no serviço do Reino, lembramos uma importante verdade, o Senhor nunca chamou ninguém “ocioso”, mas normalmente, chama pessoas dedicadas em alguma coisa e tarefa. Como Pedro e seus irmãos, que estando em sua atividade de pesca, receberam o chamado do Senhor, largaram as redes e o seguiram. E o que dizer de Mateus, que estando em pleno o seu trabalho, na coletoria dos impostos, recebeu a visita de Jesus e sucessivamente o seu convite: “vem e me segue”, e imediatamente largou tudo e o seguiu.

B - RESPONSABILIDADE FAMILIAR – I Tm.5:4,8
Sabemos que hoje em dia, as responsabilidades de um cidadão para com sua família, vão alem das quatro paredes, pois a sociedade e até mesmo as autoridades, estão a nos observar, no modo pelo qual, estamos a conduzir a nossa família.
E, o que diríamos da postura do Diácono, diante desta grande responsabilidade? Jesus nos deu uma dica a este respeito, quando disse:. . . se a nossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, não seriamos digno de seu Reino, Mt. 5:20.

C - FIDELIDADE EM SEUS COMPROMISSOS FINANCEIROS – Rm. 13:8
O Obreiro cristão deve buscar viver uma vida, dentro de suas realidades e condições financeiras. Manter o controle de suas finanças, para que assim possa este cumprir de forma honesta, com todos os seus compromissos, é o ideal divino.

D - FIDELIDADE EM SEUS COMPROMISSOS CIVIS – Mt. 22:21; Rm. 13:6-7
O Diácono como todo bom cristão, devem buscar estar em dia, diante de toda forma de governo terreno, no Senhor. Pagar tributos, votar, prestar o serviço militar, regularizar situação conjugal, cooperar com tudo aquilo que visa, a ordem, a justiça e a paz, são responsabilidades na qual o Obreiro, não deve se escusar.

E - BOM RELACIONAMENTO COM O PRÓXIMO – Pv. 3:29; Lc. 10:27; I Pe. 3:11
A qualidade de nossa vida cristã, não esta embasada somente, em nossa boa convivência com os nossos irmãos de fé, mas principalmente, com aqueles que, estão ao nosso redor, que ainda não servem ao Senhor. Por isso é de suma importância, que o Diácono dentro do possível, desenvolva uma convivência agradável com o seu semelhante, em todos os lugares, com na família, no trabalho, na escola, enfim buscarmos a paz com todos.

F - VIDA MORAL INCONTESTÁVEL – At.15:29; Cl. 3:5; Tg. 1:21
A vida moral do Diácono é sem duvida o seu currículo espiritual, portanto cabe a este, não manchar e nem rasurar este seu referencial. Por isto, o cuidado com as obras da carne, tais como, a prostituição e a impureza, e também, a cautela em não se deixar envolver pela corrupção, desonestidade e torpe ganância deste mundo, são algumas recomendações da Palavra, para a nossa santificação.

II – O PERFIL FAMILIAR

A - FAMÍLIA ESTRUTURADA NA FÉ – Js.24:14-15; At.16:30-31
Um importante pilar do ministério do Obreiro, é a sua família, e não podemos negar que até o seu desempenho e sucesso no ministério, esta fundamentada nela. Por essa razão, entendemos que, se a família está bem, normalmente o Obreiro irá bem, e se algo vai mal, com certeza, algo também irá mal com o Obreiro, prejudicando assim, o seu desempenho ministerial.

B - BOM CONVÍVEO CONJUGAL – I Cor. 7:3-5; Ef. 5:22-25,28,31,33
O bem estar da família esta fundamentado no casal, pois este, é sem duvida o “eixo de estabilidade” do lar. Se a vida do casal vai bem, normalmente as demais coisas do lar, irão também. Por isso cabe ao Diácono, dedicar-se em sua vida conjugal, e como diz o texto mencionado, pagar ao seu conjugue o que lhe é devido, através do amor, respeito, e consideração para com seu conjugue.

D - BOM CONVIVIO COM OS SEUS FAMILIARES – I Tm. 5:4,8
Para aqueles que ainda não constituíram o seu lar, mas vivem em seus lares paternos, é importante lembrá-los da necessidade de uma boa convivência com estes também. E neste meio, haverá a presença de outros familiares tais como: irmãos, avós, tios primos e outros, que também cabe a atenção do Obreiro, para um convívio harmonioso e frutífero.

E - FILHOS EDUCADOS NOS PRECEITOS DO SENHOR – Pv. 22:16; Ef. 6:4
Como Obreiros do Senhor precisamos entender que, o nosso primeiro rebanho a ser pastoreado é sem dúvida, os nossos filhos. Por isso cabe ao Diácono, cumprir esta importante missão, e não se escusar, pois a sua omissão resultará em conseqüências que, com certeza, afetarão a tranqüilidade e o bom desempenho de seu ministério.

III - O PERFIL CONGREGACIONAL

A - ASSIDUIDADE NO CONGREGAR – Sl. 84:1-2,4,10; 122:1-2; Hb. 10:25
A boa freqüência do Diácono nos trabalhos da Igreja, não só resultarão em benefícios espirituais para sua própria vida, como também demonstra aos membros em geral, o seu “apoio” e até mesmo concordância, com tudo que esta sendo realizado no dia a dia da congregação.

B - COMPROMISSO COM A OBRA – I Cor. 15:58
Tudo na Obra de Deus deve se começar por nos Obreiros, e principalmente a nossa atitude de compromisso com esta. Se em uma comunidade cristã, os próprios Obreiros desta demonstram “apatia e indiferença” no serviço do Senhor, qual será então a postura de seus membros em geral?

C - COMUNHÃO COM OS IRMÃOS – Sl. 133:1; At. 2:42; I Jo. 1:6-7
O Diácono deve buscar desenvolver sua comunhão com todos os irmãos, com seus companheiros de Obra, e também com seus lideres no Senhor.

D - ÉTICA E FIDELIDADE NA OBRA – I Cor.4:2; I Tm.4:12; II Tm.2:2
Outras duas importantes virtudes do bom Obreiro, é sem duvida a Ética e Fidelidade em seu ministério. A ética deve estar presente nos atos do Diácono, no convívio com os companheiros de Obra, com seus lideres, e diante das situações de maior turbulência no ministério. Semelhantemente a fidelidade precisa ser exercida diante dos compromissos firmados, no cumprimento de normas estabelecidas por nossa denominação, nos tratados eclesiásticos e acima de tudo, no cumprimento dos princípios da Palavra de Deus.

E - MANSIDÃO, EQUILIBRIO E MODERÇÃO – ITm.6:11; IITm.2:25; Fl.4:5; Tg.3:17
Liderar e ensinar com mansidão; atitude equilibrada diante de situações polemica; e postura moderada, na tomada de decisões, são sem duvida, elementos indispensáveis, para um ministério fecundo na presença do Senhor.

LIÇÃO N.3 – PRINCIPIOS DE LIDERANÇA E ÉTICA MINISTERIAL

INTRODUÇÃO
No ministério do Diácono, uma das grandes necessidades é o desenvolvimento deste, na pratica da Liderança cristã. Pregar, orar, cantar e outras atividades no dia a dia do Obreiro, podem se constituir em praticas que trarão satisfação e contentamento para este, mas o exercício da Liderança, coloca o Obreiro de frente com os “espinhos do ministério”, pois como sabemos e comumente enfatizamos, lidar com o ser humano não é nada fácil. É por essa razão, que nesta lição, estaremos abordando alguns princípios importantes, no exercício da Liderança Espiritual. Pontos que com certeza ajudarão o Diácono no convívio com seus liderados, e exercício de uma liderança sólida, equilibrada e frutífera na seara do Senhor. Veremos também, a importância da Ética no ministério, outro indispensável princípio na personalidade de nossos Obreiros.

I - PRINCÍPIOS DE LIDERANÇA
CONCEITO: “LIDERANÇA é o esforço de exercer, conscientemente, uma influencia especial dentro de um grupo, no sentido de levá-los a atingirem metas de permanente benefício, que atenda às necessidades reais deste grupo”.(John Haggai)

DEZ PRINCÍPIOS ESSENCIAIS

1 - CONHECIMENTO - Pv. 24:5; II Ped. 3:18
”Todos podem segurar o leme, mas somente o capitão é quem sabe o percurso certo”. (autor desconhecido)

FUNDAMENTAÇÃO: O Conhecimento é sem sombra de duvida, o primeiro ingrediente para a formação de um Líder. Conhecimento de Deus, Conhecimento de si mesmo, conhecimento real de sua missão, conhecimento de seus liderados e a suas reais capacidades e limitações, e em inúmeras outras áreas, são essenciais para que o Líder saiba para “onde deve ir” e, para onde levará o seu grupo.

2 - VISÃO - Mt. 6:22-23
“Visão é a arte de ver as coisas invisíveis” (Jonahatan Swift)

FUNDAMENTAÇÃO: O segredo do sucesso de uma Liderança espiritual, pode ser determinado pela “VISÃO” que esta possui. O que somos, e a maneira pelo qual enfrentamos as situações, estão embasados na maneira como nos vemos, e o como vemos o mundo e as coisas ao nosso redor. Por isso a VISÃO é o fundamento da Liderança, pois, através de uma VISÃO vinda de Deus, poderemos ver as coisas pelo “ponto de vista de Deus”, e assim entenderemos melhor, quem somos, as realidades de nosso campo de batalha, e também, compreendemos melhor o plano que Deus tem para as nossas vidas.

3 - DISCERNIMENTO E ESCOLHA - Ec.8:5;I Cor.2:14-15; Dt.30:19;II Sm.10:9;Is.7:15
”O Líder é aquele que sobe na arvore mais alta, estuda a situação em seu conjunto e grita: Estamos na mata errada”. (Stephen R. Covey)

FUNDAMENTAÇÃO: Outros dois fundamentos indispensáveis para a Liderança cristã, são o discernimento e a escolha. Liderar é conduzir as pessoas, e para isso é necessário discernimento diário, para sabermos que caminho e direção tomar. E esta aqui, a grande deficiência da liderança contemporânea, estamos cansados de ver no campo, muitos lideres de certa maneira talentosos em seu trabalho e cheios de visão, mas, que não sabem para onde estão indo e muito menos, para onde estão levando seus liderados. Sucessivamente, saber escolher é outra importante atitude na vida do líder; escolha do caminho certo, escolha do material humano mais competente, escolha dos procedimentos e métodos de trabalho, enfim, liderar é uma constante escolha.

4 - METAS - Nem.2:1-5,11-12,17-18,20
”Liderança é a capacidade de transformar visão em realidade”. (Warren G. Bennis)

FUNDAMENTAÇÃO: Não basta ter uma visão! É necessário também, saber que caminhos tomar para atingi-la. E, é aqui que, entra as metas no trabalho de um Líder, pois sem que estas sejam estabelecidas, através de critérios sólidos de prioridades, os objetivos não serão atingidos e simultaneamente a visão, não será consolidada.

5 - INVESTIMENTO - II Sm.24:21-24, Mt.25:14
”Jesus investiu grande parte de seu ministério, na capacitação de seus discípulos, suportando ainda suas falhas e limitações”. (autor desconhecido)

FUNDAMENTAÇÃO: O Líder de sucesso é um INVESTIDOR nato, pois liderar, é um investimento maravilhoso. Semeamos para depois colher, através de um investimento espiritual, humano e ministerial, doando algo de nós. Não poderemos sonhar com os frutos do ministério, sem estes princípios, é como esperar uma colheita em uma lavoura, que nunca lançamos uma semente se quer, seria impossível. Por isso, exerça uma liderança de investimento, invista em uma visão, em um campo de trabalho, invista nas pessoas, em seus liderados, pois, estes precisam de recursos e ferramentas de instrução, conhecimentos e experiências, para que através destas, eles possam trabalhar e produzir, com mais eficiência e desembaraço.

6 - SERVIÇO - Mt.20:28; Mc.10:42-43; Ap.2:19
”Liderar não é dominar, mas sim, a arte de conquistar as pessoas a trabalharem (serviço) em vista de um objetivo comum.” (Daniel Golemam)

FUNDAMENTAÇÃO: Tendo uma visão em nosso coração e metas já estabelecidas para atingirmos o objetivo, não podemos nos esquecer da atitude de execução, que é desempenhado quando avançamos o campo das idéias, e colocamos a “mão na massa”, através do trabalho. O serviço é parte importante na liderança, Jesus nos deu exemplo disso, pois não liderou seus discípulos “assentado em um trono” ou, no “alto de um belo púlpito”, cercado por uma “redoma de vidro”, mas muito diferente de tudo isso, como ele mesmo enfatizou: “o Filho do Homem veio para servir”. . . Seu estilo de liderança era de um líder que ensinava, mostrando os exemplos, orientava o método de trabalho, na pratica deste, mostrando aos discípulos através de seu serviço, em obediência a vontade do Pai.

7 - MOTIVAÇÃO - Js.1:9; Is.43:1-4; I Cor.15:58
”O desafio para um líder é que ele deixe marcado em outros homens, após ele, a convicção e o desejo de continuar”. (Lipmanm W.)
“Nenhum ato grandioso jamais foi alcançado sem entusiasmo”.(Ralph W.)

FUNDAMENTAÇÃO: Um chefe prioriza coisas, o líder espiritual prioriza pessoas. Os homens são constituídos de espírito, alma e corpo; não são máquinas frias e insensíveis. Por isso, todo grupo necessita de um trabalho continuo de Motivação, por parte de seu Líder. A palavra motivação é uma contração da expressão “motivo em ação”. Portanto, motivar é dar ao ser humano, um motivo para lutar, algo, alguém, ou um ideal. Martin Luther King Jr. Afirmou: “Se o homem não descobre algo pelo qual deve morrer, não está preparado para viver”. Está ai o grande segredo dos servos de Deus do passado, o evangelho, a pessoa de Cristo, eram para eles o “IDEAL” de suas vidas, pois estes estavam prontos, a todo o momento, para morrer por este ideal. Quão grande foi o resultado desta motivação na vida destes homens! Eles chegaram a serem considerados como “os homens que transtornaram o mundo”. Que nestes dias, o nosso Deus possa levantar homens com esta motivação.

8 - PERSEVERANÇA E DETERMINAÇÃO - Fl.3:12-14; Hb.10:38-39
”A ausência de habilidade emocional diante das dificuldades, pode ser o verdadeiro motivo do fracasso de muitas lideranças”.(Daniel Goleman)

FUNDAMENTAÇÃO: Todo Líder esta ciente que, no caminho de uma Liderança, existem adversidades das mais diversas; decepção com o ser humano, solidão, oposições imaturas e sem princípios sólidos, falta de reconhecimento, a demora dos frutos (resultados do trabalho). Enfim, todas estas situações são reais, e com o tempo, podem enfraquecer a motivação e entusiasmo do Líder. É aqui então, que o Líder de sucesso faz a diferença, pois neste momento, ele se apoiará em sua perseverança e determinação. Perseverar no propósito, diante das dificuldades, ser determinado em suas metas, no cumprimento de uma visão, são os ingredientes indispensáveis, na continuidade de uma Liderança vitoriosa.

9 - ATITUDE E COMPROMETIMENTO - I Sm. 17:20-26; Lc.9:62
“Não há êxito em uma Liderança, sem envolvimento!” (autor desconhecido)

FUNDAMENTAÇÃO: Não há como negar, que a falta de atitude e comprometimento na postura de um Líder, é sem duvida, uma outra causa muito comum, do fracasso no seu trabalho. Liderar requer atitude; atitude no que se refere a iniciativas, tomar a frente, ser o primeiro, pegar firme no arado e não soltá-lo. Também o exercício da Liderança requer comprometimento, envolvimento com uma causa e visão. É impossível imaginar, o sucesso de um líder ou equipe, na qual nota-se visivelmente, uma postura “apática e desinteressada”. Em uma Liderança, não deve haver lugar para corpo mole, indiferença, distanciamento e falta de compromisso, pois se alguém deseja encabeçar alguma coisa, na qual no intimo, não quer se envolver totalmente, o tal, é melhor nem começar.

10 - IMPARCIALIDADE - Rm.2:11; Ef.6:9
“O homem comum vê apenas com os olhos, o Líder espiritual, vê também com o coração!” (autor desconhecido)

FUNDAMENTAÇÃO: Liderar é estar em contato direto com as pessoas. E através deste convívio momentâneo ou diário, no cumprimento coletivo de tarefas, todas estas situações fazem com que, lideres e liderados se conheçam a cada dia mais. Liderar também é lidar com grupos, muitas vezes formado por pessoas diferentes uma das outras, com idéias e forma de concepção bastante variada. Por esta razão é necessário uma postura de imparcialidade da Liderança, para lidar com as diferenças, e fazer com que estas se tornem em recursos para o bem comum. É necessário, detectando falhas (não sendo estas em áreas vitais), daqueles que estão sobre sua responsabilidade espiritual, não se escusar em tratar estes desvios, e continuar a investir no potencial destes. Pois fazendo assim, teremos no futuro, lideres também de sucesso na seara do Senhor. Portanto, imparcialidade no trato com todos, abrir oportunidades para que todos em um grupo, tenham chance de mostrar o seu potencial e crescer, deve ser a atitude de um Líder imparcial.

II - PRINCÍPIOS DA ÉTICA MINISTERIAL

“CONCEITO”:
A ÉTICA é um dos seis departamentos da Filosofia que são a Política (conduta ideal do Estado), a Lógica (raciocínio que guia o pensamento), a Ética (conduta ideal do indivíduo), a Gnosiologia (a teoria do conhecimento), a Estética (teoria das belas artes) e a Metafísica (teoria sobre a natureza da existência).
Usam-se vários conceitos para definir a ética; para a filosofia tradicional, a ética é o estudo dos valores morais, a definição entre o bem e o mal, o que é certo ou errado, o estudo das ações e procedimentos do homem. No GREGO, “ETHOS” que significa: costume, hábito; no LATIM, “MORIS” que significa: vontade, costume, uso, regra. A bíblia é o maior manual de ética do mundo, pois antes que os filósofos, pensadores e eruditos do passado chegassem a sua definição, Deus em sua palavra já havia estabelecido, pois Ele é o maior interessado em que o homem desenvolva em seu viver, HÁBITOS, COSTUMES e uma CONDUTA ideal, embasado em sua Palavra e, agradável aos seus olhos. É fundamentado nestes princípios que, cremos que a ética esta presente também no ministério do Diácono, pois o nosso Deus em sua Palavra nos oferece inúmeras orientações para uma conduta correta deste, primeiramente diante de Deus, e também uns para com os outros, na Seara do Senhor.

“5 PRINCÍPIOS ÉTICOS NO MINISTÉRIO”:

1 - AUTORIDADE ECLESIASTICA - At.20:28; Rm.13:1-2
Este primeiro princípio ético nos ensina que, na vida de uma Igreja ou Ministério, a Autoridade deve estar presente e sendo exercitada. É impossível imaginar uma família, comunidade, instituição ou qualquer outro órgão religioso ou social, sem a existência deste princípio. Com certeza, sem este, tudo seria “uma bagunça” ou uma verdadeira “anarquia”, pois como se diz: “onde todo mundo faz o que quer, ninguém chega a lugar algum”. Por isso a AUTORIDADE deve ser exercitada na vida da Igreja, através de seus Órgãos Administrativos e Eclesiásticos (Conselho Presbiterial, Diretoria e Junta Diaconal). Através de seus Pastores, Oficiais, Lideres e outros Obreiros, constituídos pelo Senhor para tal finalidade. E cabe a Igreja e a cada membro, reconhecê-las e, sem sombra de dúvida, dentro dos princípios da Palavra de Deus, se submetê-las a elas, no Senhor.

2 - MODERAÇÃO CRISTÃ - Fl.4:5
Na vida de uma comunidade e principalmente no procedimento de um Diácono, é impossível imaginar êxito e progresso, sem este importante principio. Entendemos que, extremos no ministério, como excesso de liberdade ou excesso de rigor, tem se constituído na razão de muitos escândalos e atos absurdos, no meio da Obra de Deus. Por isso defendemos uma postura de moderação cristã, nos atos do Obreiro cristão.

3 - UNIDADE CRISTÃ - Jo.17:20-23
A unidade na vida de uma Igreja e no exercício do ministério, é sem dúvida, como um diamante a ser polido e preservado diariamente. Sem este principio ético, na vida e nas ações de um Diácono, este será qualquer outra coisa, menos, um autentico ministro do Senhor. E o que dizer na vida da Igreja, se este princípio estiver ausente, seremos também qualquer outra coisa, como uma associação simplesmente, ou um clube, menos, Igreja verdadeira do Senhor. A unidade precisa ser desenvolvida diariamente no ministério do Diácono, união com os companheiros de ministério, união com o corpo de Cristo, com nossos Lideres, enfim, unidade é o grande lema do Senhor Jesus, a sua Igreja.

4 - A ÉTICA NAS RELAÇÕES MINISTERIAIS - Fl.2:3
O dia a dia do ministério esta repleto de dificuldades, pois apesar de sermos Obreiros do Senhor, somos homens, limitados e também falhos. Por isso cabe ao Diácono, uma postura também adequada em sua convivência com seus companheiros de ministério. Respeito aos mais velhos, na qual gozam de uma larga experiência na Seara; harmonia e consideração para com os companheiros de função; obediência devida aos nossos Lideres no Senhor; responsabilidade em nossos compromissos na Obra; e fidelidade diante dos tratados na qual tomamos parte, são algumas recomendações éticas importantes em nossa vida ministerial.

5 - A ÉTICA NAS MINISTRAÇÕES - I Cor. 14:40
A Ética deve estar presente também, nos atos espirituais e liturgia de cultos e celebrações da Igreja, como também, nos atos do Diácono, nas suas ministrações. Vejamos algumas orientações:
- Ordem nos horários de início e termino dos cultos;
- Reverencia da congregação durante a sua realização;
- Porte e vestimenta decente e condizente para a sua ministração;
- Não atacar grupos religiosos, durante a ministração;
- Evitar assuntos que promovam politicamente candidatos ou interessados;
- No caso de novos Obreiros, evitar exceder-se em “EXORTAÇÕES”;
- Cuidado com excessos de gracejos ou brincadeiras nas pregações;
- Cuidado com excessos de ilustrações, pregue a Palavra;
- Cuidado com exageros na entonação da voz;
- Cuidado com exageros na regulagem de aparelhos e instrumentos.

LIÇÃO N. 4 – O MINISTÉRIO DIACONAL

INTRODUÇÃO
Falar sobre o ministério Diaconal, por mais simples que possa parecer, é sem dúvida, uma grande responsabilidade, pois diferente do pensamento de uma grande maioria na Igreja, não se trata de falar simplesmente, de uma classe de “PORTEIROS” ou “SERVIÇAIS” da Igreja, mas sim de um importante Ministério da Igreja, na qual, desde a sua instituição, nos dias da Igreja primitiva, foram levantados pelo Senhor, para desempenharem nesta, um importante papel, visando não somente a ordem e o zelo da Obra, mas também inúmeras outras atividades no Reino de Deus.

I - A INSTITUIÇÃO DOS DÍÁCONOS - At. 6:1-3
A instituição dos Diáconos se deu, num momento de grande necessidade de ferramenta humana, no seio da Igreja. É o que menciona o próprio texto, pois naqueles dias, crescendo o numero dos discípulos, houve murmuração dos gregos contra os hebreus, porque as suas viúvas eram desprezadas na distribuição diária de alimentos. Vemos aqui, que em razão do crescimento “assustador” da Igreja, chegando a marcas de mais de “3 MIL ALMAS” em apenas uma única pregação, os Apóstolos continuavam sendo os mesmos dose, (incluindo aqui Matias), portanto já não davam conta mais, de maneira alguma, das muitas tarefas, no cuidado deste grande rebanho. Não era razoável também, que eles deixassem de priorizar a sua principal tarefa, que era o ministério da Palavra. Foi então que sobre a orientação do Espírito Santo, foram eleitos “7 VARÕES”, eleição esta, respaldada em três importantes princípios, ”BOA REPUTAÇÃO, CHEIO DO ESPIRITO E DE SABEDORIA, na qual começaram a desempenhar uma importante tarefa, em meio a uma Igreja em grande crescimento, proporcionando assim, um auxílio importante ao trabalho dos Apóstolos.

II - TRES REQUISITOS INDISPENSÁVEIS - At.6:3
A eleição dos Diáconos foi realizada fundamentada em três importantes princípios espirituais:

1 - BOA REPUTAÇÃO (bom nome, bom testemunho)
O testemunho através de nossos atos, falam mais alto que a nossa própria voz, pois como já mencionamos em pontos anteriores, a nossa mais importante carta de recomendação, é sem duvida a nossa própria vida. Por isso, Boa Reputação, é o primeiro requisito, e com razão, nesta lista de condições bíblicas, na escolha dos Diáconos. E não podemos nos esquecer que, zelar por ela então, consiste em uma tarefa diária essencial na vida e continuidade do ministério diaconal.

2 - CHEIO DO ESPÍRITO (andar no Espírito, revestimento e plenitude)
Como também já foi abordado e pontos anteriores deste curso, a plenitude do Espírito, é outro requisito essencial na escolha do Diácono. Para que este venha engrossar com eficiência, as fileiras da Obra de Deus, é necessário que este esteja plenamente preparado, e podemos dizer que o revestimento de poder consiste, em um preparo espiritual indispensável, na vida do diácono. A exemplo de “Estevão é Filipe”, que provaram os grandes resultados do agir do Espírito de Deus em suas vidas, e através deste poder, deixaram sua marca neste ministério. Que os diáconos de hoje, não queiram se escusar, de exercerem o seu ministério, sem este preparo indispensável.

3 - SABEDORIA (coerência, discernimento, aplicação do conhecimento)
Na grande jornada do ministério e serviço do Senhor, nos deparamos com inúmeras situações e enfrentamos adversidades das mais complexas, por essa razão que, a Sabedoria, é outra condição fundamental na escolha do Diácono e na continuidade e exercício de seu ministério.

III - O SERVIÇO DO DIÁCONO (I Tm.3:13; At.6:2)
Podemos dizer que, o serviço do Diácono vai muito alem do trabalho de “Porteiro” de nossas congregações, pois, por mais simples que possa parecer o seu trabalho, veremos que este é de suma importância para edificação da Igreja e até mesmo de sua expansão.

1 - SERVIR A MESA (At.6:2b)
A principal tarefa do ministério diaconal, e principal razão da instituição deste ministério na Igreja, foi o que podemos chamar de “servir a mesa”. Servir a mesa, foi a forma pelo qual os Apóstolos fizeram alusão, do trabalho assistencial desempenhado pela Igreja, na época. Ouve um problema de preferências, na assistência aos carentes, principalmente as viúvas gregas, com certeza também isto começou a ocorrer, por ocasião do grande crescimento da Igreja, e pelo os Apóstolos continuarem sendo apenas “doze”, portanto não davam conta mais de servir a mesa e de ensinar a Palavra. Alguns exemplos do servir a mesa no ministério diaconal, nos dias de hoje:

- A assistência social da Igreja, desempenhada pela Junta Diaconal;
- A assistência espiritual, desempenhada através do trabalho de visitação;
- A assistência aos enfermos, através da oração e ministração da santa ceia;
- A preparação e o servir da santa ceia, no templo.

2 - A PREGAÇÃO DA PALAVRA (At.8:5-8)
Para aqueles que ainda insistem em acreditar que as finalidades do ministério diaconal, estão apenas limitados no trabalho assistencial, ou, somente no âmbito do templo, nas portas de nossas Igrejas, precisam abrirem os olhos, e contemplarem o grande leque de possibilidades e potencial deste ministério. Pois é isto que a Palavra de Deus nos mostra, em especial no livro de Atos, livro este no qual podemos chamar de “o manual da Igreja”, pois é este livro que dentro das escrituras, nos traz um modelo bem claro, do que era a Igreja em seus tempos de glória, o modelo mais próximo do ideal de Cristo, para o seu corpo. E vemos que nos tempos apostólicos, os diáconos não se limitaram em tarefas apenas auxiliares, ao trabalho dos apóstolos, mas alem de cumprirem com a principal tarefa de seu ministério, que era o trabalho assistencial, muitos deles se dedicaram também com grande êxito e destaque, na pregação da Palavra e evangelização. Como vemos no texto acima mencionado, sobre Filipe, na qual se destacou grandemente, no trabalho evangelístico, e principalmente em Samaria, o povo pode comprovar, a forma maravilhosa na qual, um Diácono pode ser usado nas mãos do Senhor, na pregação da Palavra e até no operar de sinais e maravilhas.

IV - O LEGADO DESTE MINISTÉRIO (At.7:8-10; 7:54-60; 8:5-8, 12-14)
Podemos concluir então, que o ministério diaconal, se constitui em um importante ministério da Igreja, pois pela Palavra, vemos a importância de sua instituição, e também, um “RASTRO” de atuações maravilhosas, na qual, esta classe importante de Obreiros nos deixaram, como exemplo. Alem de Filipe, na qual mencionamos no ponto acima, na qual foi tremendamente usado por Deus, em Samaria, na pregação, na salvação de muitas almas, e sendo o seu ministério confirmado com sinais e maravilhas, diante de grandes multidões, vemos também, o seu talento especial e sensibilidade ao Espirito, no evangelismo pessoal, diante do Eunuco. Mas, o que dizer então, do mais ilustre dos Diáconos da Igreja de Jerusalém, e que ficou registrado na História da Igreja, como o “PRIMEIRO MARTIRE”, martírio este, que se tornou na primeira semente do evangelho, na vida daquele que se tornaria, um dos maiores nomes e Autoridades da Igreja, o apostolo Paulo, na qual estava presente, na ocasião do discurso e apedrejamento deste grande servo de Deus, que foi o Diácono Estevão. Finalizando, podemos ver que este ministério no deixou grandes lições e exemplos, que até nos dias de hoje, nos despertam, e nos inspiram, a uma vida mais entregue e dedicada no altar do Senhor.

LIÇÃO N. 5 – A SEPARAÇÃO E O PERÍODO PROBATÓRIO

INTRODUÇÃO
A Federação das Igrejas Cristã Presbiteriana Pentecostal, através de seu Regimento Interno e Código de Ética, traz como orientação, no procedimento de suas Igrejas afiliadas, para a Eleição de Diáconos e Diaconisas, que o candidato antes de sua Ordenação e Consagração a este ministério, passe por um período de prova e confirmação, na qual denominamos como “SEPARAÇÃO E O PERÍODO PROBATÓRIO”. E é sobre este procedimento que estaremos abordando nesta lição.

I - REQUISITOS PARA A SEPARAÇÃO AO DIACONATO
Regimento Interno e Código de Ética da F.I.C.P.P. - Art. 7, alíneas a,b,c,d,e
Texto Base: I Tm.3:8-9

Para o diaconato, o candidato deverá possuir os seguintes requisitos:
? Ser membro batizado nas águas há, no mínimo, dois anos.
? Ser dizimista e assíduo aluno da Escola Bíblica Dominical.
? Casado e possuir uma atividade de trabalho regular e estável;
? Ter boa reputação, ser cheio de sabedoria e do Espírito;
? Ter as características descritas em I Tim. 3:8-13.

II - PROCEDIMENTOS ECLESIÁSTICOS PARA SEPARAÇÃO
Regimento Interno e Código de Ética da F.I.C.P.P. – Art. 8, alíneas a,b,c;

Para o diaconato, o candidato passará por um processo divino em duas etapas: a separação e a consagração. Na separação, caberá ao candidato:
? Ser indicado pelo conselho presbiterial junto à Diretoria Administrativa da I.C.P.P. em reunião;
? Passar por um período de no mínimo 1 ano e no máximo 2 anos de experiência no trabalho diaconal da Igreja como cooperador;

Durante esse período, fazer o Curso de Preparação ao Diaconato (C.P.D.), fornecido pela F.I.C.P.P., com duração de 3 meses, que será ministrado pelo Pastor de cada ICPP local.

III - O PERÍODO PROBATÓRIO
Regimento Interno E Código de Ética da F.I.C.P.P. – Art.18; Art.19, alíneas a,b,c,d,e,f,g,h,i,j;
Texto Base: I Tm. 3:8-10

Todos os aspirantes ao oficialato, tanto para os cargos de diáconos, presbíteros ou pastores, antes de serem consagrados ao sagrado ofício ministerial, passarão por um período de prova e confirmação, chamado “separação”, previsto nos artigos anteriores a este capítulo, o assim denominado “período probatório”. Este período, com tempo previsto neste capítulo para cada cargo, será um momento de suma importância para que não somente a Igreja, mas também o próprio candidato, possam obter da parte de Deus a confirmação de sua real vocação ou chamado ministerial.
Neste período serão observados no cooperador aspirante ao diaconato os seguintes requisitos:
? A prática e permanência em todos os requisitos previstos nos artigos anteriores da indicação.
? Dedicação e entusiasmo nos trabalhos de treinamento. Boa vontade e disposição.
? Zelo acompanhado de moderação em seus atos e procedimentos.
? Humildade e sentimento de consideração para com os colegas e companheiros de obra.
? Submissão ao pastor da igreja, aos órgãos deliberativos da mesma e respeito aos oficiais.
? Amor e carinho no trato com os membros.
? Aceitação ao sistema eclesiástico da igreja e do ministério, adaptação à visão de trabalho do pastor e liderança da igreja.
? Boa convivência com os companheiros da junta diaconal.
? Conclusão do “C.P.D”, Curso de Preparação ao Diaconato.
? Boa freqüência aos trabalhos da igreja, fidelidade nas escalas e participação nas reuniões da junta diaconal.

LIÇÃO N.6 – A ORDENAÇÃO E AS ATRIBUIÇÕES DO DIÁCONO

INTRODUÇÃO
Após um importante período de prova e confirmação ao ministério, o cooperador ao diaconato, obtendo de sua parte, todas as confirmações possíveis, e também a Igreja, através de seus Órgãos competentes, obtendo com a mesma clareza, tamanha confirmação, chega então o momento da “ORDENAÇÃO E CONSAGRAÇÃO” do candidato. É sobre este importante momento que estaremos falando nesta lição, e também, sobre “AS ATRIBUIÇÕES” do diácono após a sua ordenação, incumbências estas, que deverão estar presentes no exercício de seu ministério.

I - A ORDENAÇÃO E CONSAGRAÇÃO
Regimento Interno e Código de Ética da F.I.C.P.P. – Art.9, alíneas a,b; P./Único.

Para a ordenação e consagração ao Diaconato caberá ao cooperador após o período de 1 ano de experiência, ser levado pelo conselho local à Assembléia da Igreja, para que seja votada a sua ordenação e posterior consagração junto a F.I.C.P.P.
Sendo ordenado pela Assembléia da Igreja, o mesmo em reunião da F.I.C.P.P. ou em uma ocasião em que o presidente da mesma ou seu representante estiver em visita a I.C.P.P., deverá ser apresentado e solicitado a sua consagração através de oficio redigido pela Diretoria Administrativa da I.C.P.P. de origem.
Os candidatos que, independente das razões, não passarem pelo processo seletivo através da Assembléia da I.C.P.P., em virtude de não ser aprovadas a sua ordenação e consagração, caberá ao conselho presbiterial analisar a situação do candidato e deliberar junto à diretoria da Igreja a possibilidade do mesmo ter uma nova oportunidade ou que o mesmo aguarde mais um tempo.

II - AS ATRIBUIÇÕES DO DIÁCONO
Regimento Interno e Código de Ética da F.I.C.P.P. – Art.22, alíneas a, b, c, d, e, f, g, h, i, j, l, m, n,o;

São atribuições dos oficiais diáconos da I.C.P.P.
? Zelar pela ordem durante o culto e atos realizados no templo ou fora dele.
? Recolher as ofertas e dízimos e encaminhá-las aos tesoureiros da igreja.
? Recepcionar irmãos e visitantes nos cultos e trabalhos da I.C.P.P.
? Vistoriar a limpeza e a arrumação do templo em dias de culto.
? Auxiliar o pastor e outros obreiros nas mais diversas ministrações em cultos e trabalhos da igreja.
? Coordenar a beneficência e filantropia da igreja.
? Quando escalados, ministrar a ceia aos enfermos, idosos impossibilitados e deficientes da Igreja.
? Visitar os novos convertidos e os que deixam a Igreja.
? Participar das reuniões da junta diaconal.
? Exercer o ministério da palavra, auxiliar na liturgia e pregar o evangelho.
? Orar pelos enfermos.
? Auxiliar o pastor e demais presbíteros na ministração de batismos.
? Realizar a preparação dos elementos da Santa Ceia, arrumação da mesa e, quando escalados, fazer a distribuição da mesma aos membros presentes na congregação.
? Comunicar ao pastor nas possíveis faltas as escalas ou reuniões, quando convidado para pregar ou ensinar em alguma outra igreja e também quando por qualquer razão, se ausentar dos trabalhos da igreja, por um período que exceda a uma semana.
? Observar e enquadrar-se às normas vigentes no Regimento Interno e Código de Ética da FICPP

LIÇÃO N.7 – O DIÁCONO E OS ORGÃOS DA I.C.P.P.

INTRODUÇÀO
O Diácono da I.C.P.P. como um Oficial da Igreja, precisa conhecer muito bem a estrutura de Governo de sua denominação. Para que este saiba como funcionam estes organismos, e assim, se localize melhor dentro do contexto de seu ministério, no âmbito da Igreja.

I - A ASSEMBLÉIA GERAL
As Assembléias Gerais da Igreja, tanto as ordinárias e extraordinárias, se constituem no Órgão máximo da autoridade terrena da Igreja, conforme o Estatuto e Regimento Interno da I.C.P.P. Nelas são tratados e deliberados assuntos, de grande envergadura tanto na área administrativa como espiritual, na vida da Igreja, como: reformas ou emendas em Estatutos e Regimentos, eleição de diretoria, eleição de Oficiais e outros Obreiros, aprovação de Orçamentos anuais da Igreja, exclusão de membros, e outros assuntos que visam a ordem e o bom andamento da Obra de Deus.

II - O CONSELHO PRESBITERIAL
Outro importante órgão eclesiástico da I.C.P.P. é o Conselho Presbiterial. Reconhecido em nosso Regimento como o “EIXO” do governo da I.C.P.P., por ser este o corpo pastoral da Igreja, Órgão consultivo e de orientação de todos os demais órgãos e departamentos da Igreja. Este órgão também tem como atribuição, a indicação de candidatos ao oficialato nas Assembléias, tem a incumbência de tratar de maneira preliminar assuntos de disciplina eclesiástica, nomear Obreiros Internos e Intermediários, e seus membros têm assento livre e voz nas reuniões da Diretoria, da Junta Diaconal e em todos os Departamentos da I.C.P.P.

III - A DIRETORIA ADMINISTRATIVA
É o órgão específico de natureza administrativa da Igreja, tem sua atribuições previstas no Estatuto e Regimento da I.C.P.P., sendo formado por seis componentes, cinco deles eleitos pela Assembléia da Igreja, na qual se reúnem mensalmente com a finalidade de gerir, todos os atos e procedimentos administrativos da Igreja.

IV - A JUNTA DIACONAL
A Junta Diaconal, se constitui no Órgão de natureza filantrópica e assistencial da I.C.P.P. É composta por todos os Diáconos e Diaconisas da Igreja, e desempenham um trabalho de apoio e de suporte espiritual muito importante, não só nos cultos e reuniões, mas na assistência espiritual e social aos membros da I.C.P.P.

“AS REUNIÕES DA JUNTA DIACONAL”:
Regimento Interno e Código de Ética da F.I.CP.P. – Art. 25, Parágrafos 1*,2*,3*,4*,5*- alíneas a,b,c,d,e; Art.26.

Art. 25 - A Junta Diaconal reunir-se-á quantas vezes forem necessárias para tratar de assuntos que visam a filantropia, assistência espiritual aos membros, ordem da casa de Deus e ao bom andamento de seus cultos e trabalhos.
§ 1º - Constituir-se-á de todos os diáconos ativos.
§2º- O “quorum” será de cinqüenta por cento mais um, inclusos os superintendentes e o relator; ficando esclarecido que os presbíteros terão acesso, assento e palavra nas reuniões da Junta Diaconal.
§ 3º - As reuniões da Junta Diaconal não terão cunho deliberativo nas áreas pastorais, eclesiásticas e administrativas da Igreja, mas se realizarão para fins de “planejamento” dos trabalhos da Junta.
§ 4º - Os projetos de execução dos trabalhos da junta diaconal, deverão ser enviados ao Conselho Presbiterial para que, recebam o seu parecer e sejam remetidos à Diretoria Administrativa da Igreja.
§ 5º - O cronograma ou sua forma de realização obedecerá aos seguintes procedimentos:
- O primeiro superintendente tomará a palavra e iniciará com a leitura de uma passagem bíblica e oração;
- Em seguida, procederá à leitura dos assuntos em pauta, expondo-os um a um, colocando-os em discussão e, após as devidas apreciações, submetê-los-á à votação;
- Os assuntos serão votados por todos os membros da Junta , exceto, pelo primeiro superintendente que, se necessário, exercerá o voto de desempate;
- Após a votação e conclusão, caberá ao relator da Junta registrar todas as decisões em seu relatório, sendo uma cópia enviada ao Pastor e, em seguida, encaminhado ao Conselho Presbiterial para que obtenha o seu parecer;
- O relatório deverá se assinado pelo primeiro superintendente ou pelo seu substituto e relator.
Art. 26 - Encerrar-se-á a reunião com oração.

_________________________________________________________________


“CURSO ELABORADO E FORNECIDO PELA”:

Federação das Igrejas Cristã Presbiteriana Pentecostal – F.I.C.P.P.
CNPJ: 01.464.228/0001-03
Brilha Jesus sobre o Brasil

IMPORTANTE: Por ser este curso, elaborado pela DIRETORIA DA F.I.C.P.P. e aprovado por sua ASSEMBLÉIA GERAL, é, portanto “PROIBIDO” qualquer forma de modificação e alteração, mesmo que em partes ou total, no conteúdo deste CURSO, sem o acompanhamento e parecer da DIRETORIA DA F.I.C.P.P. e aprovação de sua ASSEMBLÉIA GERAL.



“C.P.P. - CURSO DE PREPARAÇÃO AO PRESBITERATO”

Olhai por vós, e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu “bispos”, para apascentardes a Igreja de Deus . . . Atos 20:28


APRESENTAÇÃO E PROPÓSITO DO CURSO

O CURSO DE PREPARAÇÃO AO PRESBITERATO – C.P.P. é a concretização de um projeto muito importante da F.I.C.P.P., na qual o nosso Deus plantou em nossos corações, e após um longo tempo de germinação, através de incessantes orações, estudos e pesquisas, este maravilhoso projeto enfim, nasce das entranhas de nossa querida FEDERAÇÃO, para todas as nossas I.C.P.Ps. afiliadas. E com isto, é sem duvida alguma sanando assim, uma grande necessidade de instrução e preparo para todos aqueles que, tendo já alcançado uma razoável experiência na Obra de Deus, sentem em seus corações o chamado a uma responsabilidade maior, no âmbito da Igreja. É quando através da própria liderança desta, estes valiosos Obreiros são chamados a fazerem parte do CERNE do governo da I.C.P.P., o CORPO PASTORAL da Igreja, o glorioso ministério de PRESBÍTERO.

Pr. Antonio Honório de Siqueira Neto
PRESIDENTE
Gestão 2006/2007


CONTEÚDO E CURRICULO DO CURSO

1) O PERFIL ESPIRITUAL DO PRESBÍTERO
2) O PERFIL SÓCIO, FAMILIAR E CONGREGACIONAL DO PRESBÍTERO
3) PRINCÍPIOS DE LIDERANÇA E ÉTICA MINISTERIAL
4) O MINISTÉRIO DO PRESBITERO
5) A SEPARAÇÃO E O PERIODO PROBATÓRIO
6) A ORDENAÇÃO E AS ATRIBUIÇÕES DO PRESBITERATO
7) O PRESBITERO E OS DEPARTAMENTOS DA I.C.P.P.
8) O PRESBITERO E O QUADRO DE OBREIROS DA I.C.P.P.
9) O PRESBITERO E OS ORGÃOS DA I.C.P.P.
10) O PRESBITERO E O CONSELHO PRESBITERIAL
11) NORMAS E LEGISLAÇÃO DA I.C.P.P.- ESTATUTO E REGIMENTO
12) NORMAS E LEGISLAÇÃO DA F.I.C.P.P.- ESTATUTO E REGIMENTO

OBS: As lições 11 e 12 se utilizaram os Estatutos e Regimentos correspondentes.


CRONOGRAMA DO CURSO

O CURSO DE PREPARAÇÃO AO PRESBITERATO – C.P.P. tem a duração média de “3 meses” conforme Alínea “C” do Art. 11 do Regimento Interno da F.I.C.P.P., sendo uma aula por semana, podendo estas serem realizadas na própria Igreja, sob a ministração do Pastor da I.C.P.P.

LIÇÃO N.1 – O PERFIL ESPIRITUAL DO PRESBITERO

INTRODUÇÃO
A espiritualidade do Presbítero é sem duvida alguma, um dos primeiros termômetros a serem observados em sua caminhada, no exercício do Ministério Cristão. É através dela que poderemos notar o seu grau de experiência com Deus, sua comunhão, sensibilidade para com a voz do Espírito e discernimento diante das situações, na qual no exercício da Obra, este irá encontrar. Porem, é importante compreender que, espiritualidade não tem nada a ver com excesso de santidade, prepotência, arrogância, ou auto-suficiência, ao ponto de este achar que não precisa de conselhos ou de ser pastoreado. Como uma espécie de “Obreiro Indomável”, que acha que “Deus fala diretamente com ele” e este, por seu “grande nível espiritual”, não precisa de ninguém. Ao contrario de tudo isto, veremos nesta lição o conceito bíblico de espiritualidade e também, a importância da fundamentação destes princípios em sua vida, pois sem estes, seu ministério não terá a solidez necessária para suportar as grandes realidades e dificuldades, da Obra de Deus.

1 - HUMILDADE – Ef. 4:2
A humildade é a grande marca da espiritualidade do Presbítero, como o Ap. Paulo enfatizou no começo de seu discurso em Éfeso: Servindo ao Senhor com toda a humildade. . .At.20:19.

2 - CONSIDERAÇÃO – Fl. 2:3; Hb. 10:24
A Palavra de Deus nos ensina que devemos ter este sentimento de apreço e respeito, que é a nossa consideração de uns pelos outros. E agora, nos colocamos diante de uma grande questão; pois, se devemos consideração uns para com os outros, ao ponto de vermos os nossos companheiros como superiores ou mais preparados do que nós, o que diríamos então, da consideração que devemos ter para com os nossos líderes, os quais foram instrumentos de Deus em nossa indicação ao Ministério, dando-nos oportunidades, devotando-nos credibilidade e confiança na Obra a fim de chegarmos aonde estamos. Vemos que hoje em dia, muitos Obreiros de importante posição, têm se esquecido de onde começaram, de quem lhes deu a mão e também, de quem, através da orientação divina, abriu-lhes as portas da oportunidade no Ministério, e entendemos que tal atitude, não é agradável ao nosso Deus.

3 - OBEDIENCIA – I Pe 1: 14; I Sm. 15:22
O Presbítero que deseja ter um ministério fecundo, precisa observar a prática deste princípio espiritual em sua vida. Obediência é tudo. Não há nada mais importante do que ela - obediência a Deus, a sua Palavra, aos nossos lideres.

4 - SUBMISSÃO – Rm. 13:1-2; I Pe. 2:13
Uma frase muito conhecida nos diz que: “antes de querermos mandar, é preciso primeiro aprender a ser mandado”. No reino de Deus não é diferente, pois o exercício da autoridade é semelhante a uma “escada”. Portanto se desejamos exercer autoridade diante de nossos liderados, precisamos semeá-la primeiro, através de nossa submissão àqueles que, no Senhor, exercem autoridade sobre nós.

5 - BOM TESTEMUNHO – Dn. 1:4; 6:3-4; II Cor. 3:2
O Testemunho do Presbítero não só dentro da Igreja, mas também, dentro de sua casa, em seus mais diversos meios de convivência, tais como: em seu bairro, trabalho, escola e outros são, sem duvida, a sua mais importante “carta de recomendação”, pois a nossa maior carta de recomendação é o nosso próprio viver.

6 - VIDA DE ORAÇÃO – I Tm. 2:1-3,8; I Ts. 5:17
A oração é a chave da vitória; pois é através dela que desenvolvemos nossa comunhão diária com o Senhor, nos fortalecemos nele, buscamos respostas e orientação para o nosso ministério, e tantos outros benefícios espirituais que ela nos proporciona.

7 - LINGUAGEM SÃ E IRREPREENSÍVEL – EF.4:29; IITm.2:16,23-25; Tt.2:8; IPe.3:10
A maneira mais comum pela qual as pessoas costumam nos julgar e avaliar é através das nossas palavras e do modo como nos pronunciamos diante dos mais diversos assuntos e situações. Portanto, cabe ao Presbítero, buscar a cada dia da parte de Deus, vigilância e sabedoria em suas palavras.

8 - BOM MANEJO DA PALAVRA – II Tm. 2:15
Todo soldado possui sua arma e, no mundo espiritual, não é diferente; pois, o Presbítero, como soldado do exército de Deus, também possui a sua arma, que é a Palavra de Deus. Como um bom soldado, o Presbítero deve saber usar corretamente a sua arma, para que não seja pego desprevenido pelo inimigo, diante da batalha. Para isso é necessário que o Presbítero busque crescer no manejo da Palavra, através do hábito de sua leitura diária, também da leitura de bons livros e em havendo oportunidade, buscar fazer alguns cursos bíblicos ou seculares em áreas que, possam auxiliá-lo, no seu crescimento bíblico e intelectual.

9 - CHEIO DE FÉ – Hb. 11:6
A fé deve estar presente nos atos e procedimentos do Presbítero. Ela é, sem sombra de dúvida, um elemento espiritual indispensável no ministério, pois sabemos que a Obra de Deus é feita por fé e, sem esta, seremos mais um entre muitos, que têm ficado pelo caminho ou voltado para traz.
10 - CHEIO DO ESPÍRITO – At. 1:4-5; Ef. 5:18
Outra grande realidade da qual o Presbítero não pode se escusar, é da sua grande necessidade do revestimento de poder. O próprio Jesus, em um dos textos acima mencionados, foi claro com os seus discípulos ao ordenar que eles, não saíssem de Jerusalém, antes que do alto fossem revestidos de poder. Podemos com isto enfatizar com plena certeza que, diante de um mundo cada vez mais difícil, diante da multiplicação da iniqüidade, diante também de um inimigo que não dorme e que, com grande fúria, cada vez mais crescente, tem-se investido contra a Obra e contra os servos de Deus, precipitar-se em fazer a Obra de Deus, sem este importante preparo e revestimento espiritual, será com certeza a razão do grande “fiasco e derrota” de nossa geração.

LIÇÃO N.2 – O PERFIL SOCIAL, FAMILIAR E CONGREGACIONAL DO PRESBITERO

INTRODUÇÃO
A vida e o ministério de um Presbítero se desenvolve não somente no âmbito da Igreja, mas também, em outros dois campos importantes que são: a família e a sociedade. Portanto, não podemos apegar-nos àquela idéia de que, seremos ministros do Senhor, somente dentro da Congregação ou nos cultos de domingo; pois, nesta lição, veremos que o que somos dentro da Igreja deve ser um reflexo do que somos lá fora, da mesma forma que nossa vida na Igreja deve influenciar a nossa vida familiar e social.

I - O PERFIL SOCIAL

1 - DEDICAÇÃO AO TRABALHO – Sl.128:2; Pv. 16:26; II Ts. 3:10
“O Trabalho dignifica o homem”, diz uma frase amplamente conhecida, e na vida do Presbítero não é diferente, pois o nosso Deus se agrada daqueles que, com honestidade, dedicação e trabalho, ganham o seu sustento. E para àqueles que, desejam se dedicar integralmente no serviço do Reino, lembramos uma importante verdade: o Senhor nunca chamou ninguém “ocioso”; normalmente chama pessoas dedicadas em alguma atividade e tarefa, como Pedro e seus irmãos, que estando em sua atividade de pesca, receberam o chamado do Senhor, largaram as redes e o seguiram. E o que dizer de Mateus, que estando na plena realização de seu trabalho, na coletoria dos impostos, recebeu a visita de Jesus e em seguida o seu convite: “vem e me segue”, e imediatamente largou tudo e o seguiu.

2 - RESPONSABILIDADE FAMILIAR – I Tm.5:4,8
Sabemos que, hoje em dia, as responsabilidades de um cidadão para com sua família, vão além das quatro paredes, pois a sociedade e, até mesmo as autoridades, estão a nos observar, no modo pelo qual, estamos a conduzir a nossa família. E o que diríamos da postura do Presbítero diante desta grande responsabilidade? Jesus nos deu uma “dica” a este respeito quando disse:. . . se a vossa justiça não exceder à dos escribas e fariseu, não sereis dignos de meu Reino, Mt. 5:20.

3 - FIDELIDADE EM SEUS COMPROMISSOS FINANCEIROS – Rm. 13:8
O Presbítero deve se esforçar por viver uma vida dentro de suas realidade e condição financeira. É imprescindível manter o controle de suas finanças a fim de que possa cumprir, de forma honesta, com todos os seus compromissos, o que se constitui no ideal divino.

4 - FIDELIDADE EM SEUS COMPROMISSOS CIVIS – Mt. 22:21; Rm. 13:6-7
O Presbítero, como todo bom cristão, deve buscar estar em dia, no Senhor, diante de toda forma de obrigação para com o governo terreno: pagar tributos, votar, prestar o serviço militar, regularizar sua situação conjugal, cooperar com tudo aquilo que visa à ordem, à justiça e à paz. São responsabilidades das quais o Presbítero não deve se escusar.

5 - BOM RELACIONAMENTO COM O PRÓXIMO – Pv. 3:29; Lc. 10:27; I Pe. 3:11
A qualidade de nossa vida cristã não esta embasada somente em nossa boa convivência com os nossos irmãos de fé; mas, principalmente, com aqueles que estão ao nosso redor e que ainda não servem ao Senhor. Por isso é de suma importância que o Presbítero, dentro do possível, desenvolva uma convivência agradável com o seu semelhante em todos os lugares: na família, no trabalho, na escola, enfim, buscando a paz com todos.

6 - VIDA MORAL INCONTESTÁVEL – At.15:29; Cl. 3:5; Tg. 1:21
A vida moral do Presbítero é, sem duvida, o seu currículo espiritual; portanto, cabe a este não manchar e nem rasurar este seu referencial. Por isto, o cuidado com as obras da carne, tais como: a prostituição e a impureza, e também, a cautela em não se deixar envolver pela corrupção, desonestidade e torpe ganância deste mundo são algumas das recomendações da Palavra, para a sua santificação.

II - O PERFIL FAMILIAR

1 - FAMÍLIA ESTRUTURADA NA FÉ – Js.24:14-15; At.16:30-31
A principal pilastra do ministério do Presbítero é a sua família, e não podemos negar que até o seu desempenho e sucesso no ministério esta fundamentada nela. Por essa razão, entendemos que, se a família está bem, normalmente o Presbítero irá bem, e se algo vai mal, com certeza, algo também irá mal com o Presbítero, prejudicando assim, o seu desempenho ministerial.

2 - BOM CONVÍVIO CONJUGAL – I Cor. 7:3-5; Ef. 5:22-25,28,31,33
O bem estar da família está fundamentado no casal, vistos que este é, sem duvida, o “eixo de estabilidade” do lar. Se a vida do casal vai bem, normalmente, as demais coisas do lar, irão também. Por isso cabe ao Presbítero, dedicar-se em sua vida conjugal, e como diz o texto mencionado, pagar ao seu conjugue o que lhe é devido, através do amor, carinho, respeito, atenção e cordialidade.

3 - BOM CONVIVIO COM OS SEUS FAMILIARES – I Tm. 5:4,8
Outro campo na qual o Presbítero deve se lembrar, é da necessidade de uma boa convivência com toda a sua parentela. E neste meio haverá a presença de outros familiares tais como: irmãos, avós, tios, primos, genros, cunhados e outros, aos quais também cabe a atenção do Presbítero para um convívio harmonioso e frutífero.

4 - FILHOS EDUCADOS NOS PRECEITOS DO SENHOR – Pv. 22:16; Ef. 6:4
Como Presbíteros do Senhor precisamos entender que o nosso primeiro rebanho a ser pastoreado é, sem dúvida, os nossos filhos. Por isso cabe ao Presbítero, cumprir esta importante missão, e não se escusar, pois a sua omissão resultará em conseqüências que, com certeza, afetarão a tranqüilidade e o desempenho de seu ministério.

III - O PERFIL CONGREGACIONAL

1 - ACIDUIDADE NO CONGREGAR – Sl. 84:1-2,4,10; 122:1-2; Hb. 10:25
A boa freqüência do Presbítero nos trabalhos da Igreja, não só resultam em benefícios espirituais para sua própria vida, como também demonstra aos membros em geral, o seu “apoio” e, até mesmo, concordância com tudo que está sendo realizado no dia-a-dia da congregação.

2 - COMPROMISSO COM A OBRA – I Cor. 15:58
Tudo na Obra de Deus deve se começar por nós, os Presbíteros, e principalmente a pela nossa atitude de compromisso para com ela. Se, em uma comunidade cristã, os próprios Presbíteros demonstram “apatia e indiferença” no serviço do Senhor, qual será, então, a postura de seus membros em geral?

3 - COMUNHÃO COM OS IRMÃOS – Sl. 133:1; At. 2:42; I Jo. 1:6-7
O Presbítero deve buscar desenvolver sua comunhão com todos os irmãos, com seus companheiros de Obra, e também com seus líderes no Senhor.

4 - ÉTICA E FIDELIDADE NA OBRA – I Cor.4:2; I Tm.4:12; II Tm.2:2
Outras duas importantes virtudes do bom Presbítero são, sem duvida, a Ética e a Fidelidade em seu ministério. A Ética deve estar presente nos atos do Presbítero, no convívio com os companheiros de Obra, com seus líderes, e diante das situações de maior turbulência no ministério. Semelhantemente a Fidelidade precisa ser exercida diante dos compromissos firmados, no cumprimento de normas estabelecidas por nossa denominação, nos tratados eclesiásticos e, acima de tudo, no cumprimento dos princípios da Palavra de Deus.

5 - MANSIDÃO, EQUILIBRIO E MODERÇÃO – ITm.6:11; IITm.2:25; Fl.4:5; Tg.3:17
Liderar e ensinar com mansidão; atitude equilibrada diante de situações polêmicas; e postura moderada na tomada de decisões, são sem dúvida, elementos indispensáveis para um ministério fecundo, na presença do Senhor.

LIÇÃO N.03 – PRINCÍPIOS DE LIDERANÇA E ÉTICA MINISTERIAL

INTRODUÇÃO
No ministério do Presbitero, uma das grandes necessidades é o desenvolvimento deste na pratica da Liderança Cristã. Pregar, orar, cantar e outras atividades no dia-a-dia do Obreiro, podem se constituir em práticas que lhe trarão satisfação e contentamento, mas o exercício da Liderança coloca o Presbitero de frente com os “espinhos do ministério”; pois, como sabemos e comumente enfatizamos, lidar com o ser humano não é nada fácil. É por essa razão que, nesta lição, estaremos abordando alguns princípios importantes no exercício da Liderança Espiritual, pontos que, com certeza, ajudarão o Presbitero no convívio com seus liderados e no exercício de uma liderança sólida, equilibrada e frutífera na seara do Senhor. Veremos, também, a importância da Ética no ministério, outro indispensável princípio que deve estar presente, na personalidade de nossos Obreiros.

I - PRINCÍPIOS DE LIDERANÇA
CONCEITO: “LIDERANÇA é o esforço de exercer, conscientemente, uma influência especial dentro de um grupo, no sentido de levá-los a atingirem metas de permanente benefício, que atenda às necessidades reais deste grupo”.(John Haggai)

“DEZ PRINCÍPIOS ESSENCIAIS”:

1 - CONHECIMENTO - Pv. 24:5; II Ped. 3:18
”Todos podem segurar o leme, mas somente o capitão é quem sabe o percurso certo”. (autor desconhecido)

FUNDAMENTAÇÃO: O Conhecimento é, sem sombra de dúvida, o primeiro ingrediente para a formação de um Líder: conhecimento de Deus, conhecimento de si mesmo, conhecimento real de sua missão, conhecimento de seus liderados e, das suas reais capacidades e limitações e em inúmeras outras áreas. Estes conhecimentos são essenciais para que o Líder saiba para “onde deve ir” e para onde levará o seu grupo.

2 - VISÃO - Mt. 6:22-23
“Visão é a arte de ver as coisas invisíveis” (Jonatan Swift)

FUNDAMENTAÇÃO: O segredo do sucesso de uma Liderança espiritual, pode ser determinado pela “VISÃO” que esta possui. O que somos e a maneira como enfrentamos as situações, normalmente, estão embasados na maneira como nos vemos, e o como vemos o mundo e as coisas ao nosso redor. Por isso a VISÃO é o fundamento da Liderança; pois, através de uma VISÃO vinda de Deus, poderemos ver as coisas pelo “ponto de vista de Deus”, e assim entenderemos melhor quem somos, as realidades de nosso campo de batalha, e também, compreendemos melhor o plano que Deus tem, para as nossas vidas.

3 - DISCERNIMENTO E ESCOLHA - Ec.8:5;I Cor.2:14-15; Dt.30:19;II Sm.10:9;Is.7:15
”O Líder é aquele que sobe na arvore mais alta, estuda a situação em seu conjunto e grita: Estamos na mata errada”. (Stephen R. Covey)

FUNDAMENTAÇÃO: Outros dois fundamentos indispensáveis para a Liderança cristã, são o discernimento e a escolha. Liderar é conduzir as pessoas, e para isso é necessário discernimento diário, para sabermos que caminho e direção tomar. E, está aqui, a grande deficiência da liderança contemporânea. Estamos cansados de ver no campo, muitos lideres de certa maneira talentosos em seu trabalho e cheios de visão, mas, que não sabem para onde estão indo e muito menos, para onde estão levando seus liderados. Sucessivamente, saber escolher é outra importante atitude na vida do líder: escolha do caminho certo, escolha do material humano mais competente, escolha dos procedimentos e métodos de trabalho. Enfim, liderar é uma constante escolha.

4 - METAS - Nem.2:1-5,11-12,17-18,20
”Liderança é a capacidade de transformar visão em realidade”. (Warren G. Bennis)

FUNDAMENTAÇÃO: Não basta ter uma visão, é necessário também, saber que caminhos tomar para atingi-la. E é aqui que entram as metas no trabalho de um Líder, pois sem que estas sejam estabelecidas, através de critérios sólidos de prioridades, os objetivos não serão atingidos e simultaneamente a visão não será consolidada.

5 - INVESTIMENTO - II Sm.24:21-24, Mt.25:14
”Jesus investiu grande parte de seu ministério, na capacitação de seus discípulos, suportando ainda suas falhas e limitações ”. (autor desconhecido)

FUNDAMENTAÇÃO: O Líder de sucesso é um INVESTIDOR nato, pois liderar é um investimento maravilhoso. Semeamos para depois colher através de um investimento espiritual, humano e ministerial, doando algo de nós. Não poderemos sonhar com os frutos do ministério sem estes princípios. Seria como esperar uma colheita em uma lavoura, em que nunca lançamos uma semente sequer, seria impossível. Por isso, exerça uma liderança de investimento, invista em uma visão, em um campo de trabalho, invista nas pessoas, em seus liderados, pois, estes precisam de recursos e ferramentas de instrução, conhecimentos e experiências, para que, através destes, eles possam trabalhar e produzir, com mais eficiência e desembaraço.

6 - SERVIÇO - Mt.20:28; Mc.10:42-43; Ap.2:19
”Liderar não é dominar, mas, sim, a arte de conquistar as pessoas a trabalharem (serviço) em vista de um objetivo comum.” (Daniel Golemam)

FUNDAMENTAÇÃO: Tendo uma visão em nosso coração, metas já estabelecidas para atingirmos, o objetivo, não podemos nos esquecer da atitude de execução, que é desempenhado quando avançamos o campo das idéias, e colocamos a “mão na massa”, através do trabalho. O serviço é parte importante na liderança, Jesus nos deu exemplo disso, pois não liderou seus discípulos “assentado em um trono” ou, no “alto de belo púlpito”, dentro de uma “redoma de vidro”. Mas, ao contrario de tudo isso, como ele mesmo enfatizou: “o Filho do Homem veio para servir”. . . Seu estilo de liderança era a de um líder que ensinava, mostrando os exemplos, orientava o método de trabalho, na pratica deste, mostrando aos discípulos através de seu serviço, em obediência à vontade do Pai.

7 - MOTIVAÇÃO - Js.1:9; Is.43:1-4; I Cor.15:58
”O desafio para um líder é que ele deixe marcado em outros homens, após ele, a convicção e o desejo de continuar”. (Lipmanm W.)
“Nenhum ato grandioso jamais foi alcançado sem entusiasmo”.(Ralph W.)

FUNDAMENTAÇÃO: Um chefe prioriza coisas, o líder espiritual prioriza pessoas. Os homens são constituídos de espírito, alma e corpo; não são máquinas frias e insensíveis. Por isso, todo grupo necessita de um trabalho contínuo de motivação, por parte de seu Líder. A palavra motivação é uma contração da expressão “motivo-em-ação”. Portanto, motivar é dar ao ser humano, um motivo para lutar, lutar por algo, por alguém, ou por um ideal. Martin Luther King Jr. Afirmou: “Se o homem não descobre algo pelo qual deve morrer, não está preparado para viver”. Está aí o grande segredo dos servos de Deus do passado. O evangelho e a pessoa de Cristo eram para eles o “IDEAL” de suas vidas, pois estes estavam prontos, a todo o momento, para morrer por este ideal. Quão grande foi o resultado desta motivação na vida destes homens, que chegaram a ser considerados como “os homens que transtornaram o mundo”. Que nestes dias, o nosso Deus possa levantar homens com esta motivação.

8 - PERSEVERANÇA E DETERMINAÇÃO - Fl.3:12-14; Hb.10:38-39
”A ausência de habilidade emocional diante das dificuldades, pode ser o verdadeiro motivo do fracasso de muitas lideranças”.(Daniel Goleman)

FUNDAMENTAÇÃO: Todo Líder esta ciente que, no caminho de uma Liderança, existem adversidades das mais diversas: decepção com o ser humano, solidão, oposições imaturas e sem princípios sólidos, falta de reconhecimento e a demora dos frutos (resultados do trabalho). Todas estas situações são reais e, com o tempo, podem enfraquecer a motivação e entusiasmo do Líder. É aqui então que, o Líder de sucesso faz a diferença; pois neste momento, ele se apoiará em sua perseverança e determinação. Perseverar no propósito, diante das dificuldades, ser determinado em suas metas, no cumprimento de uma visão, são os ingredientes indispensáveis para a continuidade de uma liderança vitoriosa.

9 - ATITUDE E COMPROMETIMENTO - I Sm. 17:20-26; Lc.9:62
“Não há êxito em uma Liderança, sem envolvimento!” (autor desconhecido)

FUNDAMENTAÇÃO: Não há como negar, que a falta de atitude e comprometimento na postura de um Líder é, sem duvida, uma outra causa muito comum do fracasso no seu trabalho. Liderar requer atitude; atitude no que se refere a iniciativas, tomar a frente, ser o primeiro, pegar firme no arado e não soltá-lo. Também o exercício da liderança requer comprometimento, envolvimento com uma causa e visão. É impossível imaginar o sucesso de um líder ou equipe em que se nota, visivelmente, uma postura “apática e desinteressada”. Em uma liderança, não deve haver lugar para corpo mole, indiferença, distanciamento e falta de compromisso, pois se alguém deseja encabeçar alguma coisa na qual, no intimo, não quer se envolver totalmente, o tal, é melhor nem começar.

10 - IMPARCIALIDADE - Rm.2:11; Ef.6:9
“O homem comum vê apenas com os olhos, o Líder espiritual, vê também com o coração!” (autor desconhecido)

FUNDAMENTAÇÃO: Liderar é estar em contato direto com as pessoas. E através deste convívio momentâneo ou diário, no cumprimento coletivo de tarefas, enfim, todas estas situações fazem com que, lideres e liderados se conheçam a cada dia mais. Liderar também é lidar com grupos, muitas vezes formado por pessoas diferentes uma das outras, com idéias e formas de concepção bastante variadas. Por esta razão é necessária uma postura de imparcialidade da liderança, para lidar com as diferenças e fazer com que estas se tornem em recursos para o bem comum. É necessário, detectando falhas (não sendo estas em áreas vitais), daqueles que estão sob sua responsabilidade espiritual, não se escusar de tratar estes desvios e continuar a investir no potencial destes. Pois fazendo assim, teremos, no futuro, líderes bem sucedidos na seara do Senhor. Portanto, imparcialidade no trato com todos, abrindo-se espaço para que todos em um grupo tenham a oportunidade de mostrar o seu potencial e crescer, deve ser a atitude de um Líder imparcial.

II - PRINCÍPIOS DA ÉTICA MINISTERIAL

“CONCEITO”:
A ÉTICA é um dos seis departamentos da Filosofia que são a Política (conduta ideal do Estado), a Lógica (raciocínio que guia o pensamento), a Ética (conduta ideal do indivíduo), a Gnosiologia (a teoria do conhecimento), a Estética ( teoria das belas artes) e a Metafísica (teorias sobre a natureza da existência). Usam-se vários conceitos para definir a Ética, para a filosofia tradicional, a Ética é o estudo dos valores morais, a definição entre o bem e o mal, o que é certo ou errado, o estudo das ações e procedimentos do homem. No GREGO, “ETHOS” que significa: costume, hábito; no LATIM, “MORIS” que significa: vontade, costume, uso, regra. A Bíblia é o maior manual de Ética do mundo, pois antes que os filósofos, pensadores e eruditos do passado chegassem a sua definição, Deus em sua palavra já havia estabelecido, pois Ele é o maior interessado em que o homem desenvolva em seu viver, HÁBITOS, COSTUMES e uma CONDUTA ideal, embasados em sua Palavra e, agradáveis aos seus olhos. É fundamentado nestes princípios que cremos que a Ética esta presente também no ministério do Presbitero, pois o nosso Deus em sua Palavra nos oferece inúmeras orientações para uma conduta correta deste, primeiramente, diante de Deus, e também uns para com os outros, na Seara do Senhor.

“5 PRINCÍPIOS ÉTICOS NO MINISTÉRIO”:

1 - AUTORIDADE ECLESIASTICA - At.20:28; Rm.13:1-2
Este primeiro princípio ético nos ensina que, na vida de uma Igreja ou Ministério, a Autoridade deve estar presente e ser exercitada. É impossível imaginar uma família, comunidade, instituição ou qualquer outro órgão religioso ou social, sem a existência deste princípio. Com certeza, sem este, tudo seria uma verdadeira “anarquia”, pois como se diz: “onde todo mundo faz o que quer, ninguém chega a lugar algum”. Por isso a AUTORIDADE deve ser exercitada na vida da Igreja, através de seus Órgãos Administrativos e Eclesiásticos (Assembléia Geral, Conselho Presbiterial, Diretoria Administrativa e Junta Diaconal), através de seus Pastores, Oficiais, Lideres e outros Obreiros, constituídos pelo Senhor para tal finalidade. Cabe à Igreja e a cada membro, reconhecê-las e, sem sombra de dúvida, dentro dos princípios da Palavra de Deus, submeter-se a elas, no Senhor.

2 - MODERAÇÃO CRISTÃ - Fl.4:5
Na vida de uma comunidade e, principalmente, no procedimento de um Presbitero, é impossível imaginar êxito e progresso, sem este importante princípio. Entendemos que, extremos no ministério, como excesso de liberdade ou excesso de rigor, têm-se constituído na razão de muitos escândalos e atos absurdos, no meio da Obra de Deus. Por isso defendemos uma postura de moderação cristã nos atos do Obreiro cristão.

3 - UNIDADE CRISTÃ - Jo.17:20-23
A unidade na vida de uma Igreja e no exercício do ministério é, sem dúvida, como um diamante a ser polido e preservado diariamente. Sem este principio ético na vida e nas ações de um Presbitero, este será qualquer outra coisa, menos, um autentico ministro do Senhor. E o que dizer na vida da Igreja? Se este princípio estiver ausente, seremos também qualquer outra coisa, como uma associação simplesmente, ou um clube, menos, Igreja verdadeira do Senhor. A unidade precisa ser desenvolvida diariamente no ministério do Presbitero, união com os companheiros de ministério, união com o corpo de Cristo, com nossos Lideres, enfim, unidade é o grande lema do Senhor Jesus, a sua Igreja.

4 - A ÉTICA NAS RELAÇÕES MINISTERIAIS - Fl.2:3
O dia-a-dia do ministério está repleto de dificuldades, pois apesar de sermos Obreiros do Senhor, somos homens limitados e falhos. Por isso, cabe ao Presbitero, uma postura também adequada em sua convivência com seus companheiros de ministério. Respeito aos mais velhos, que gozam de uma larga experiência na Seara; harmonia e consideração para com os companheiros de função, obediência devida aos nossos Lideres no Senhor; responsabilidade em nossos compromissos na Obra e, fidelidade diante dos tratados na qual tomamos parte, o que se constituem em algumas recomendações éticas importantes em nossa vida ministerial.

5 - A ÉTICA NAS MINISTRAÇÕES - I Cor. 14:40
A Ética deve estar presente não somente nos atos espirituais e liturgia de cultos, celebrações da Igreja, como também, nos atos do Presbitero, nas suas ministrações. Vejamos algumas orientações:
- Ordem nos horários de início e termino dos cultos;
- Reverência da congregação durante a sua realização;
- Porte e vestimenta decente e condizente para a sua ministração;
- Não atacar grupos religiosos, durante a ministração;
- Evitar assuntos que promovam politicamente candidatos ou interessados;
- No caso de novos Obreiros, evitar exceder-se em “EXORTAÇÕES”;
- Cuidado com excessos de gracejos ou brincadeiras nas pregações;
- Cuidado com excessos de ilustrações, pregue a Palavra;
- Cuidado com exageros na entonação da voz;
- Cuidado com exageros na regulagem de aparelhos e instrumentos.

LIÇÃO N. 4 – O MINISTÉRIO DO PRESBITERO

INTRODUÇÃO
Falar sobre o ministério do Presbítero é, sem duvida, uma responsabilidade muito grande, pois trata-se de uma das mais importantes classes de Obreiros da Igreja neo-testamentária. O Presbítero constitui-se no “Cerne” do governo, não somente de nossa denominação, mas da Igreja, em todos os tempos. Pela Palavra de Deus, vemos que com o avanço da Igreja e em meio ao seu crescimento, através da pregação dos Apóstolos, foi necessário que esta valiosa classe de Obreiros fosse constituída na Igreja, pois os Apóstolos não podiam permanecer em todos os lugares onde surgiam as Igrejas e era necessário que homens de firmeza na fé, idôneos e cheios do Espírito e de sabedoria, fossem levantados, para presidirem estas muitas Igreja para que, assim, os Apóstolos dessem continuidade ao seu ministério apostólico.

I - A INSTITUIÇÃO DOS PRESBITEROS (At. 11:30; 14:23)
Em Atos 11:30, aparece as primeiras referências a este ministério, quando o texto faz menção da existência dos chamados “Anciãos da Igreja”, mas não há referência de quando foi a sua origem, pelo menos até Atos 14:23, ocasião em que o apóstolo Paulo e Barnabé, retornavam de sua primeira viagem missionária. Aparece então uma referencia mais clara e objetiva, a respeito dos Presbíteros. “E, promovendo-lhes em cada Igreja a eleição de PRESBÍTEROS, depois de orar com jejuns, os encomendaram ao Senhor”.

II - AS FINALIDADES DESTE MINISTÉRIO

A - GOVERNO DA IGREJA (I Pd.5:1-3)
Uma das importantes finalidades do ministério do Presbítero é a participação no governo da Igreja. Como membro do Corpo Pastoral da Igreja, que é o Conselho Presbiterial, presidido por um Presbítero-Presidente, que é o Pastor Titular da Igreja, o Presbítero tem como responsabilidade, participar deste importante Órgão da Igreja, com muita eficiência e dedicação. Participando com sua idéias e sugestões, visando ao bom andamento da Obra, acompanhando o dia a dia da Igreja em todas as sua ares, auxiliando o Pastor titular, na tomada de decisões; enfim, colocando inteiramente os “OMBROS” embaixo da Arca.

B - O MINISTÉRIO DA PALAVRA (I Tm.3:9; 5:17)
Outra importante função do Presbítero na vida da Igreja é o ministério da Palavra. Como é importante para a Igreja a presença, em seu seio, de Obreiros desta classe, hábeis no manuseio das Escrituras, no seu ensino, na defesa, juntamente com o Pastor, da pureza doutrinária da Igreja e também, ungidos e usados por Deus, na pregação da Palavra.

C - O APASCENTAR DO REBANHO (At.20:28)
Como já fizemos menção, o Presbítero é membro do Corpo Pastoral da Igreja, que é o Conselho Presbiterial. Como parte deste importante órgão da Igreja, o Presbítero tem, também, a incumbência de participar do pastoreio do rebanho. Através de atividades tais como: visitação aos enfermos, aos novos crentes e também àqueles que, enfraquecidos, afastam-se da congregação; através do aconselhamento àqueles que necessitam, auxiliando o Pastor na orientação e no pastoreio do rebanho; auxiliando-o, também, nos assuntos disciplinares da Igreja, para que esta conserve sua lisura e santidade diante de Deus.

III - QUALIFICAÇÕES IMPORTANTES

A - Conforme I Timóteo 3:1-7:
a) Irrepreensível marido de uma só mulher, sóbrio, vigilante, honesto, hospitaleiro, apto a ensinar – v.2;
b) Não dado ao vinho, não espancador, moderado, inimigo de contendas, não ganancioso – v.3;
c) Vida familiar estável – v.4;
d) Não neófito – v.6;
e) Bom testemunho dos de fora – v.7.

B - Conforme Tito 1:5-9:
a) Irrepreensível, obediente, marido de uma só mulher v.6;
b) Não dado ao vinho, não cobiçoso v.7;
c) Hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, vigilante, justo, piedoso, temperante v.8;
d) Firme na Doutrina da Palavra de Deus v.9.

LIÇÃO N. 5 – A SEPARAÇÃO E O PERÍODO PROBATÓRIO

INTRODUÇÃO
A Federação das Igrejas Cristã Presbiteriana Pentecostal, através de seu Regimento Interno e Código de Ética, traz como orientação, no procedimento de suas Igrejas afiliadas, para a Eleição de Presbíteros, que o candidato antes de sua Ordenação e Consagração a este ministério, passe por um período de prova e confirmação, na qual denominamos como “SEPARAÇÃO E O PERÍODO PROBATÓRIO”. É sobre este procedimento que estaremos abordando nesta lição.

I - REQUISITOS PARA A SEPARAÇÃO
Regimento Interno e Código de Ética da F.I.C.P.P. – Art.10 – alíneas a,b,c,d,e,f,g

Para o Presbiterato, o candidato deverá possuir os seguintes requisitos:
? Possuir todos os demais requisitos mencionados nos artigos anteriores;
? Ser membro batizado por imersão, no mínimo, há 03 anos;
? Ser sóbrio, mando e honesto;
? Ter bom manejo da palavra;
? Maturidade e equilíbrio espiritual;
? Governar bem a sua casa;
? Ter senso de Governo e administração da obra de Deus.

II - PROCEDIMENTOS ECLESIASTICOS PARA A SEPARAÇÃO
Regimento Interno e Código de Ética da F.I.C.P.P. – Art.11 – alíneas a,b,c

Para o Presbiterato, o candidato passará também por um processo dividido em duas etapas: a separação e a consagração. Para a separação, caberá ao candidato:
? Ser indicado pelo Conselho Eclesiástico junto à Diretoria Administrativa da I.C.P.P. ;
? Passar por um período de no mínimo 1 ano e no máximo 2 anos de experiência nos trabalhos do presbitério da Igreja como cooperador aspirante ao presbiterato.
? Durante esse período, fazer o curso de preparação ao presbiterato (C.P.P.), fornecido pela F.I.C.P.P., com duração de três meses, que será ministrado pelo Pastor local.

III - O PERIODO PROBATÓRIO
Regimento Interno e Código de Ética da F.I.C.P.P. – Art.20 – alíneas a,b,c,d,e,f,g,h,i,j,l,m,n;

Serão observados no cooperador aspirante a presbítero os seguintes requisitos:

? Prática e permanência em todos os requisitos previstos nos artigos anteriores, o da indicação.
? Boa freqüência aos trabalhos da igreja, fidelidade nas escalas, nos compromissos solicitados e participação nas reuniões do conselho presbiterial.
? Dedicação e entusiasmo nos trabalhos de treinamento, boa vontade e disposição.
? Zelo acompanhado de moderação em seus atos e procedimentos.
? Humildade e consideração para com os colegas, companheiros de obra e hierarquias inferiores.
? Submissão ao pastor da igreja e aos órgãos deliberativos da mesma.
? Amor e carinho no trato com os membros.
? Desejo visível de aprimorar-se nos conhecimentos bíblicos, teológicos e intelectuais.
? Boa desenvoltura no ensino e pregação da palavra.
? Senso de governo, espírito de liderança e noções de administração.
? Bom senso e equilíbrio no uso das palavras.
? Aceitação ao sistema eclesiástico da igreja e do ministério, adaptação à visão de trabalho do pastor e liderança da igreja.
? Conclusão do “C.P.P”, Curso de Preparação ao Presbiterato.
? Boa convivência com os companheiros de obra do conselho presbiterial.

LIÇÃO N.6 – A ORDENAÇÃO E AS ATRIBUIÇÕES DO PRESBÍTERATO

INTRODUÇÃO
Após um importante período de prova e confirmação ao ministério, o cooperador ao presbiterato, obtendo de sua parte, todas as confirmações possíveis, e também a Igreja, através de seus Órgãos competentes, obtendo com a mesma clareza, tamanha confirmação, chega então o momento da “ORDENAÇÃO E CONSAGRAÇÃO” do candidato. É sobre este importante momento que estaremos falando nesta lição, e também sobre “AS ATRIBUIÇÕES” do Presbítero, após a sua ordenação, incumbências esta que deverão estar presentes no exercício de seu ministério.

I - A ORDENAÇÃO E CONSAGRAÇÃO
Regimento Interno e Código de Ética da F.I.C.P.P. – Art.12- alíneas a,b, P.Único;

Para a ordenação e consagração, caberá ao aspirante:
? Depois de cumprido o período de confirmação, ser levado pelo conselho local à Assembléia da Igreja, para que por meio dela seja votada a sua ordenação e posterior consagração junto a F.I.C.P.P.;
? Sendo ordenado pela Assembléia Geral da Igreja, o mesmo em reunião da F.I.C.P.P. ou em uma ocasião em que o presidente da mesma ou seu representante estiver em visita a I.C.P.P., deverá ser apresentado e solicitado a sua consagração através de oficio da diretoria da I.C.P.P.
Os candidatos que, independente das razões, não passarem pelo processo seletivo da Assembléia Geral da I.C.P.P. não sendo aprovadas a sua ordenação e consagração, caberá ao conselho presbiterial analisar a situação do candidato e deliberar junto à diretoria da Igreja a possibilidade do mesmo ter uma nova oportunidade ou que o mesmo aguarde mais um tempo.

II - AS ATRIBUIÇÕES DO PRESBITERATO
Regimento Interno e Código de Ética da F.I.C.P.P. – Art.23- alíneas a,b,c,d,e,f,g,h,i,j,l,m,n,o;

São atribuições dos oficiais Presbíteros da I.C.P.P.
? Fazer parte nas reuniões do conselho presbiterial.
? Representar o pastor e a igreja, quando por eles nomeados para algum compromisso.
? Representar a I.C.P.P. nas reuniões da F.I.C.P.P. quando dentro das disponibilidades, por ela for designado para tal.
? Auxiliar o pastor e outros obreiros nas mais diversa ministrações em cultos e trabalhos da igreja.
? Ministrar a ceia na igreja, aos enfermos, idosos impossibilitados e deficientes da igreja, nas impossibilidades dos diáconos ou mediante a solicitação do pastor.
? Auxiliar o pastor no governo e administração da igreja.
? Auxiliar o pastor, participando da consagração de obreiros internos.
? Desempenhar o ministério da visita aos membros da igreja.
? Exercer o ministério da palavra, da pregação e liturgia dos cultos.
? Orar pelos enfermos e praticar a unção com óleo em nome de Jesus.
? Celebrar casamento religioso, celebrar a Ceia do Senhor, ofício fúnebre, consagração de criança, realizar batismos e impetrar a benção apostólica na impossibilidade do pastor e/ou mediante a sua designação.
? Exercer o ofício de conselheiro aos mais diversos departamentos da igreja, quando nomeados para este fim.
? Praticar o aconselhamento bíblico e espiritual aos membros da igreja, tanto a jovens, adolescentes, como aos adultos, e em casos de irmãs ou moças, estar sempre acompanhado de sua esposa ou de outro obreiro. Buscar sempre levar todos casos, ao conhecimento do pastor, para que dentro das áreas e gravidades dos problemas, os mesmos sejam encaminhados ao conselho presbiterial, tratando-se de casos de disciplina.
? Comunicar ao pastor nas possíveis faltas as escalas ou reuniões; quando visitar ou for convidado a pregar ou ensinar em alguma igreja; e também, quando por qualquer razão, se ausentar dos trabalhos da igreja, por um período que exceda 1 semana.
? Observar e enquadrar-se as normas vigentes dos Estatutos, Regimentos Internos e Código de Ética da FICPP e ICPP.

LIÇÃO N.7 – O PRESBÍTERO E OS DEPARTAMENTOS DA I.C.P.P.

INTRODUÇÃO
A Igreja Cristã Presbiteriana Pentecostal, como a maioria das denominações evangélicas, tem estruturado em sua organização, diversos departamentos e organismos internos. E nesta lição, estaremos conhecendo um pouco mais, a respeito desta estrutura departamental de nossa denominação, pois cremos que o Presbítero, como membro do corpo pastoral da Igreja e parte de sua liderança, precisa conhecer sua organização, para que assim este possa colaborar de uma forma mais abrangente, no dia a dia da Igreja.

I - DEPARTAMENTOS DA IGREJA
Regimento Interno da I.C.P.P. Capitulo X – Dos Departamentos da Igreja;

1 - DEPARTAMENTOS DE BASE
Departamentos de Base são aqueles que embasam o trabalho da Igreja e são também denominados assim, por serem os que agrupam os maiores números de participantes.

- GRUPO DE HOMENS
O Grupo de Homens, desenvolve atividades com todos os homens que sejam membros, estejam em plena comunhão, sejam casados ou tenham idade acima de trinta e cinco anos.

- GRUPO DE MULHERES
O Grupo de Mulheres desenvolve atividades com todas as mulheres que sejam membros, estejam em plena comunhão, sejam casadas ou tenham idade acima de trinta e cinco anos.

- GRUPO DE JOVENS
O Grupo de Jovens desenvolve atividades com todos os jovens que sejam membros, estejam em plena comunhão e tenham idade entre dezessete e trinta e quatro anos.

- GRUPO DE ADOLECENTES
O Grupo de Adolescentes desenvolve atividades com todos os adolescentes que sejam membros, estejam em plena comunhão com a Igreja, e que tenham idade entre doze e dezesseis anos.

- GRUPO DE INTERCESSÃO
O Grupo de Intercessão desenvolve atividades com membros, de todas as faixas etárias que, manifestando interesse de ingressar nesse grupo, sejam membros há, pelo menos, um ano, estejam em plena comunhão e façam o “Curso Rápido de Intercessor – C.R.I” contendo quatro lições com duração de quatro semanas e recebam a aprovação do Conselho da Igreja.

- GRUPO DE MISSÕES E EVANGELIZAÇÃO
O Grupo de Missões e Evangelização desenvolve atividades com membros de todas as faixas etárias que, manifestando interesse de ingressar nesse grupo, estejam em plena comunhão e façam o “Curso Rápido Missões – C.R.M”, contendo quatro lições com duração de quatro semanas e recebam a aprovação do Conselho da Igreja.

- GRUPO DE LOUVOR
O Grupo de Louvor desenvolverá atividades com membros de todas as faixas etárias batizados há, no mínimo um ano, estejam em plena comunhão, tenham demonstrado talento e afinidade que possam comprovar a legitimidade da participação nesse Departamento, façam o “Curso Rápido ao Louvor – C.R.L” contendo quatro lições com duração de quatro semanas e , finalmente, recebam a aprovação do Conselho Presbiterial.

- E.B.D. – ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
A “Escola Bíblica Dominical desenvolve atividades com toda e qualquer pessoa que, manifestando interesse nesse Departamento e freqüentando-o, assiduamente, durante, pelo menos, a um mês, demonstre o desejo de matricular-se na classe correspondente a sua faixa etária.

2 - DEPARTAMENTOS DE APOIO
Os Departamentos de Apoio têm por finalidade prestar auxílio aos Departamentos de Base e às mais diversas áreas e necessidades da Igreja.

- DEPARTAMENTO DE COZINHA
O Departamento de Cozinha, desenvolve atividades com membros de todas as faixas etárias que, demonstrando interesse e competência para a área, tenham nomeação do Conselho da Igreja, sejam membros batizados há, pelo menos, um ano e estejam em plena comunhão.

- DEPARTAMENTO DE FESTAS E EVENTOS
O Departamento de Festas e Eventos desenvolve atividades com membros de todas as faixas etárias que, demonstrando interesse e competência para a área, tenham nomeação do Conselho Presbiterial, sejam membros batizados há, pelo menos, um ano e estejam em plena comunhão.

- DEPARTAMENTO DE PROVIDENCIA E ZELADORIA;
O Departamento de Providência e Zeladoria desenvolve atividades com membros de todas as faixas etárias que, demonstrando interesse e competência para a área, tenham nomeação do Conselho Presbiterial, sejam membros batizados há, pelo menos, um ano e estejam em plena comunhão.

- DEPARTAMENTO DE TRABALHO INFANTIL
O Departamento de Trabalho Infantil desenvolve atividades utilizando membros que sejam mulheres, jovens e senhoras que, demonstrando interesse e competência para a área , batizados há, no mínimo, um ano, estejam em plena comunhão e façam o “Curso Rápido de Professor - nível I - C.R.P - I”, contendo quatro lições e com duração de quatro semanas.

- DEPARTAMENTO DE AUXÍLIO A IDOSOS
O Departamento de Auxilio aos Idosos é integrado por membros nomeados pelo Conselho Presbiterial, batizados há, pelo menos, um ano, em plena comunhão, desenvolverá atividades com membros homens e mulheres acima de sessenta anos.

- DEPARTAMENTO DE AUXÍLIO AOS DEFÍCIENTES
O Departamento de Auxílio aos Deficientes é integrado por membros nomeados pelo Conselho Presbiterial, batizados há, pelo menos, um ano, em plena comunhão, desenvolverá atividades com membros de todas as faixas etárias que tenham ou apresentem alguma forma de deficiência e manifestem desejo em participar desse grupo.

- DEPARTAMENTO DE CASAIS
O Departamento de Casais é integrado por membros competentes, nomeados pelo Conselho Presbiterial, batizados há, pelo menos, um ano, em plena comunhão, desenvolverá atividades com todo e qualquer membro, casais e também separados, divorciados e solteiros acima de trinta e cinco anos.

LIÇÃO N.8 – O PRESBITERO E O QUADRO DE OBREIROS DA I.C.P.P.

INTRODUÇÃO
Outra área importante na qual o Presbítero da I.C.P.P. necessita conhecer, é no que se refere ao quadro de Obreiros de sua denominação. E nesta lição estaremos conhecendo toda a estrutura ministerial de nossa Igreja, e com isto entenderemos melhor a importância de cada Obreiro, para o bom andamento da Obra.

I - DEFINIÇÕES REGIMENTAIS
Regimento Interno e Código de Ética da F.I.C.P.P. – Art.6, Parágrafos 1*,2*,3* 4*; Art.17, Parágrafos 1*,2*,3*,4*;

A I.C.P.P., quanto ao seu quadro de obreiros, possui 3 estágios e graus de hierarquia:

? Dos Obreiros Internos;
? Dos Obreiros Intermediários;
? Dos Oficiais.

São Obreiros internos todos os obreiros que desempenham atividades departamentais e internas na I.C.P.P., ex: músicos, cantores, professores, coordenadores departamentais, superintendentes de escola bíblica, zeladores e outros nomeados pelo conselho das I.C.P.P.s.
São Obreiros Intermediários todos os obreiros que desempenham atividades e trabalhos vocativos na obra ou funções preliminares na qual aspiram a um posto maior. Ex.: Cooperadores - aspirantes, Evangelistas e Missionários.
Os cargos e títulos denominados como Oficiais da I.C.P.P. são os de Diácono, Presbíteros e Pastores, conforme os Estatutos vigentes.
Quanto à hierarquia, segue-se a mesma ordem, sendo o primeiro degrau do oficialato o Diácono, o segundo degrau o Presbítero, e o terceiro, o Pastorado.
Os cargos internos possuem validade de um ano, que correspondem o ano de sua nomeação. Já os cargos Intermediários, possuirão validades temporárias, de acordo com o desenvolvimento da vocação do obreiro, que são os casos de Evangelistas e Missionários, possuirão também validade limitada, cumprindo o tempo de confirmação, do cargo oficial a que se pretende, no caso de cooperadores ao diaconato, a Presbíteros e Pastores.
Os cargos internos receberão a unção e consagração para suas funções pelas mãos do Pastor da Igreja e Conselho Presbiterial em um culto de posse previamente agendado para esse fim. Os cargos intermediários receberão unção e consagração pela FICPP.
Os cargos internos terão suas atribuições previstas no Regimento Interno da I.C.P.P. Já os cargos oficiais têm a sua validade por tempo indeterminado, sendo o Obreiro sujeito ao despojamento do exercício de suas funções em caso de ocorrência de processo disciplinar, conforme o Estatuto da I.C.P.P. e seu Código Disciplinar, mas não perde o seu título e unção.

II - OS OBREIROS INTERNOS
Regimento Interno da I.C.P.P. Capítulo XV – Dos Obreiros Internos e Intermediários;

São Obreiros Internos da I.C.P.P. todos aqueles que exercem cargos, relativos a atividades internas da Igreja. Estes são nomeados pelo Conselho Presbiterial, e possuem mandato de 1 ano.

1 - SUPERINTENDENTES E COORDENADORES DEPARTAMENTAIS
Estes Obreiros Internos, exercem cargos de liderança dos departamentos da Igreja e os requisitos para este cargo estão previstos no Regimento Interno da I.C.P.P. Ex. Superintendente da E.B.D., Coordenador do Grupo de Jovens,etc.

2 - MUSICOS E MINISTROS DE LOUVOR
São Obreiros Internos que desempenham atividades na área da musica e louvor. O titulo de Musico, se refere aos instrumentistas, e os Ministros de louvor, são aqueles que desempenham a função do canto.

3 - PROFESSORES DA E.B.D.
Este Obreiros desempenham suas funções no ministério do ensino da Igreja, ministério este na qual é difundido através do Departamento da Escola Dominical. Os Professores da E.B.D. desenvolvem suas atividades, lecionando em classes, das mais diversas faixas etárias, na qual foram nomeados. Ex. Professor da Classe Heróis da fé.

4 - AGENTES FINANCEIROS, RELATORES SECRETÁRIOS E SECRETÁRIOS DA E.B.D.
Estes Obreiros Internos desenvolvem sua atividades, em conforme com o titulo a estes atribuídos, nos departamentos na qual o Regimento da I.C.P.P. a estes conferem. Ex. Agente Financeiro do Grupo de Mulheres, Secretária da E.B.D.

5 - AGENTES E MONITORES
São Obreiros que desempenham funções dentro de departamentos específicos, como Trabalho Infantil, Grupo de Cozinha, Grupo de Intercessão e outros com atividades pré-estabelecidas. Ex.: Agente de Cozinha, Agente de Intercessão, Monitora de Trabalho Infantil.

III - OBREIROS INTERMEDIÁRIOS
São Obreiros Intermediários todos aqueles que, ocupam cargos nos quais desempenham funções preliminares e de confirmação para o Ministério (Cooperadores); que desempenham cargos de atividades evangelisticas locais, e que evidenciam um talento pessoal (Evangelistas), ou aqueles que ocupam cargos em funções que visam, ao cumprimento de uma missão específica (Missionários). Todos estes são nomeados pelo Conselho Presbiterial, porem a duração de suas atividades variam, conforme o Regimento Interno da I.C.P.P.

1 - COOPERADORES
São Obreiros Intermediários na qual ocupam atividades de auxílio e cooperação, nos mais diversos campos de trabalho da Igreja. Estes também, são Obreiros Iniciantes na Obra, na qual estão recebendo sua primeira oportunidade de experiência no trabalho, e provavelmente sendo experimentados para um cargo de maior responsabilidade.

2 - EVANGELISTAS
São Obreiros na qual desempenham função, embasados em seu talento e dons para uma finalidade evangelística. Normalmente são talentosos pregadores, que com certeza, através de seu bom desempenho, poderão serem aproveitados no oficialato da Igreja e até no Ministério.

3 - MISSIONÁRIOS;
O Missionário da I.C.P.P., são Obreiros Intermediários na qual desempenham funções em conformidade, com um chamado e vocação especifica da parte de Deus. Se o Evangelista é o pregador local da Igreja, o Missionário é o pregador que através de um chamado divino irá, além de nós, levar a mensagem do Evangelho. E isto, através da indicação da Igreja junto ao Ministério.

IV - OBREIROS OFICIAIS
Este quadro de Obreiros, é formado pelos Diáconos, Presbíteros e Pastores da I.C.P.P., possuem validade indeterminada, podendo se afastarem de suas funções conforme as condições previstas no Art. 28, Parágrafos 1*, 2*, 3*, 4*, 5*, 6* e 7*, do Regimento Interno e Código de Ética da F.I.C.P.P. Por fazerem parte do quadro de oficiais, estes Obreiros tem acesso através da I.C.P.P. local, ao credenciamento na F.I.C.P.P.

1- DIÁCONOS
São os oficiais da IC.P.P. que desenvolvem atividades de cunho assistencial e auxiliares da Igreja, podendo desenvolver atividades também na área evangelística, como no caso de “Felipe e Estevão” que aí deixaram uma grande marca e amostra do potencial deste ministério.

2 - PRESBÍTEROS
São os oficiais ligados ao corpo pastoral da Igreja (conselho presbiterial), possuem atividades ligadas ao governo da Igreja, tendo os mesmos acento livre e direito de palavra, nas reuniões da Diretoria Administrativa e Junta Diaconal, conforme condições Estatutárias e Regimentais. Também na área do ensino da Palavra e atividades pastorais como aconselhamento, visitação, direção de cultos e outras atividades no auxílio do Pastor.

3 - PASTORES
São os presbíteros presidentes das I.C.P.Ps., na qual desenvolvem o seu ministério de forma integral no serviço exclusivo da Obra. Consiste na autoridade eclesiástica superior da I.C.P.P., sendo este o seu “REPRESENTENTE LEGAL” conforme condições Estatutárias e Regimentais. É intitulado como Pastor Presidente por ter a incumbência de presidir os quatro principais Órgãos Administrativos e Eclesiásticos da Igreja que são: a Junta Diáconal, a Diretoria Administrativa, o Conselho Presbiterial e a Assembléia da Igreja.

LIÇÃO N.9 – O PRESBÍTERO E OS ORGÃOS DA I.C.P.P.

INTRODUÇÀO
O Presbítero da I.C.P.P. como um Oficial da Igreja, precisa conhecer muita bem a estrutura de Governo de sua denominação, a fim de que, sabendo como funcionam estes organismos, possa localizar-se melhor dentro do contexto de seu ministério, no âmbito da Igreja.

1 - A ASSEMBLÉIA GERAL
As Assembléias Gerais da Igreja, tanto as ordinárias e extraordinárias, constituem-se no Órgão Máximo da autoridade terrena da Igreja, conforme o Estatuto e Regimento Interno da I.C.P.P. Nelas são tratados e deliberados assuntos, de grande envergadura tanto na área administrativa como espiritual, na vida da Igreja, como: reformas ou emendas em Estatutos e Regimentos, eleição de diretoria, eleição de Oficiais e outros Obreiros, aprovação de Orçamentos anuais da Igreja, exclusão de membros, e outros assuntos que visam a ordem e o bom andamento da Obra de Deus.

2 - O CONSELHO PRESBITERIAL
Outro importante órgão eclesiástico da I.C.P.P. é o Conselho Presbiterial, reconhecido em nosso Regimento como o “EIXO” do governo da I.C.P.P., por ser este o Corpo Pastoral da Igreja, Órgão consultivo e de orientação de todos os demais órgãos e departamentos da Igreja. Este órgão também tem como atribuição, a indicação de candidatos ao oficialato na Assembléias, tem a incumbência de tratar de maneira preliminar assuntos de disciplina eclesiástica, nomear Obreiros Internos e Intermediários e seus membros têm assento livre e voz nas reuniões da Diretoria, da Junta Diaconal e em todos os Departamentos da I.C.P.P.

3 - A DIRETORIA ADMINISTRATIVA
É o órgão específico de natureza administrativa da Igreja, tem suas atribuições previstas no Estatuto e Regimento da I.C.P.P., sendo formado por seis componentes, cinco deles eleitos pela Assembléia da Igreja, na qual se reúnem mensalmente com a finalidade de gerir, todos os atos e procedimentos administrativos da Igreja.

4 - A JUNTA DIACONAL
A Junta Diaconal se constitui no Órgão de natureza filantrópica e assistencial da I.C.P.P. É composta por todos os Diáconos e Diaconisas da Igreja, e desempenham um trabalho de apoio e de suporte espiritual muito importante, não só nos cultos e reuniões, mas na assistência espiritual e social aos membros da I.C.P.P.

LIÇÃO N. 10 – O PRESBÍTERO E O CONSELHO PRESBITERIAL

INTRODUÇÃO
O Conselho Presbiterial consiste em um dos mais importantes Órgãos da I.CP.P. Reconhecido como “CORPO PASTORAL”, por ser formado pelo Presbítero-Presidente ( pastor titular ) e todos os demais auxiliares, que são os demais Presbíteros. O Conselho Presbiterial desenvolve atividades importantes nas áreas do Aconselhamento Pastoral, nas áreas de Disciplina Eclesiástica, bem como no executar de procedimentos relativos a esta como: admoestações, formação de comissões para abertura de processos disciplinares de membros, julgamento de processos de disciplina em primeira instancia (afastamento da comunhão e despojamento de cargos), e encaminhamento de processos de exclusão de membros em segunda instancia, a ser julgado pela Assembléia Geral da Igreja. Também desenvolvem um importante trabalho de orientação aos demais Órgãos e Departamentos da Igreja e nas áreas da difusão e defesa Doutrinária da Palavra no seio da Igreja.

I - AS ATRIBUIÇÕES DO CONSELHO PRESBITERIAL
Regimento Interno da I.C.P.P. – Art. 9, alíneas a,b,c,d,e,f,g,h,i,j,k,l,m

Art. 9º - São atribuições do Conselho Presbiterial:

? Cumprir todas as recomendações do Regimento Interno e Código de Ética da F.I.C.P.P., Estatuto e Regimento Interno da I.C.P.P.
? Conduzir todo o processo disciplinar da I.C.P.P., de acordo com o Estatuto e Código de Disciplina da I.C.P.P.
? Julgar os processos de disciplina em primeira instância, encaminhando o resultado dos mesmos a Diretoria Administrativa da I.C.P.P.
? Conduzir processos de exclusão de membros à Assembléia Geral.
? Nomear membros ou outros obreiros a cargos internos e departamentais, e encaminhando as resoluções à Diretoria.
? Nomear membros ou outros obreiros a cargos intermediários, encaminhando as resoluções à Diretoria da I.C.P.P. e apresentando-os na Assembléia da I.C.P.P.
? Indicar membros ou outros obreiros para concorrerem a cargos na Diretoria Administrativa e Conselho Fiscal nas Assembléias de Eleição do referido órgão.
? Despojar membros e outros obreiros de cargos internos, encaminhando as resoluções à Diretoria Administrativa da I.C.P.P.
? Despojar membros e outros obreiros de cargos intermediários, encaminhando as resoluções à Diretoria Administrativa da I.C.P.P.
? Encaminhar pedido de renúncia ou despojamento de membros da Diretoria e do Conselho Fiscal da I.C.P.P., à Assembléia Geral da Igreja, deliberando em conjunto o assunto.
? Exercer liderança e ingerência sobre todos os órgãos e Departamentos da Igreja, juntamente com o Pastor.
? Exercer voz de conselho, liderança e ingerência sobre os obreiros internos, intermediários, membros da Diretoria Administrativa, Conselho Fiscal e oficiais da I.C.P.P, juntamente com o Pastor.
? Participar das reuniões da Diretoria Administrativa.

II - AS REUNIÕES DO CONSELHO PRESBITERIAL
Regimento Interno da I.C.P.P. – Art. 17, Parágrafos 1*,2*; Art. 18, alíneas a,b,c,d,e,f,g,h; Art. 19 e P. Único.

Art. 17 - O Conselho Presbiterial reunir-se-á quantas vezes forem necessárias, não somente, para tratar de assuntos de ordem eclesiástica, espiritual e outros que visem ao governo, à liderança e ao bom andamento da Igreja em todos os seus sentidos, como também, assuntos de disciplina de membros, audiência, admoestação, orientação e conselho, elaboração de processo de exclusão de membros e encaminhamento à Assembléia da Igreja, através da Diretoria Administrativa.

§ 1º - Ele se constituirá da totalidade dos presbíteros ativos no ministério da Igreja, tendo o Pastor como presidente, o vice-presidente da Diretoria Administrativa também como vice-presidente do Conselho Presbiterial e um relator, nomeado pelo Conselho.

§ 2º - O “quorum” da reunião do Conselho Presbiterial será de cinqüenta por cento mais um (1) dos membros do Conselho.

Art. 18 - O cronograma ou forma de realização das reuniões do Conselho Presbiterial dar-se-á de conformidade com os procedimentos tratados nas alíneas subseqüentes:,

? O presidente tomará a frente, conferindo o rol e o “quorum” , dando abertura à reunião em nome de Jesus com a leitura de uma passagem bíblica, uma breve meditação , e oração;
? Solicitará, a seguir, ao relator que realize a leitura do relatório da última reunião e apresente à mesa possíveis processos novos ou em andamento;
? Distribuirá a pauta da reunião, dando início aos assuntos do dia e, em ordem, apresentá-los-á um a um, colocando-os em discussão e, após as devidas apreciações e sugestões, submetê-los-á à votação;
? A votação de qualquer assunto será realizada por todos os membros do Conselho, exceto pelo presidente, que exercerá o voto de desempate;
? Caberá ao relator, registrar em seu livro ou pasta de relatório, somente o titulo de cada assunto, os nomes das pessoas envolvidas, os nomes dos obreiros que trataram a ocorrência, caso tenha sido formada uma comissão, e a decisão votada e tomada pelo Conselho;
? Quanto ao documento elaborado pelo relator, o original ou o livro, ficará em seu poder e uma cópia será disponibilizada ao Pastor, para que o presidente, na reunião da Diretoria Administrativa será entregue ao seu secretário as devidas resoluções do Conselho Presbiterial para que sejam constadas em Ata;
? Em caso de disciplina, além do relatório de reunião, o relator do Conselho, deverá obter ou elaborar um relatório mais minucioso do assunto ou caso tratado, chamado “processo disciplinar”, em que constarão informações mais precisas e abrangentes sobre o ocorrido, tais como provas, depoimentos e outros dados obtidos pela Comissão que apurou o caso. Este “processo disciplinar”, ficará somente em poder do relator do Conselho.
Art. 19 – O presidente, após o encerramento de todos os assuntos em pauta, orará finalizando a reunião.
§ Único - Outras recomendações e atribuições do Conselho Presbiterial, estão previstas no capitulo “Das Atribuições dos Órgãos Administrativos e Eclesiásticos” e no “Estatuto da I.C.P.P. e seu Código de Disciplina”.

LIÇÃO N.11 – NORMAS E LEGISLAÇÀO DA I.C.P.P.

INTRODUÇÃO
A Igreja Cristã Presbiteriana Pentecostal, como uma Instituição Cristã e organizada, possui documentos importantes, que rezam suas normas, estrutura e procedimentos de trabalho, documentos estes que são o ESTATUTO DA I.C.P.P. e o REGIMENTO INTERNO DA I.C.P.P. E cabe ao Presbítero da I.C.P.P. conhecê-los melhor, desenvolver-se também no seu manuseio e acima de tudo aplica-los também, no que se refere as suas orientações para seu ministério e vida da Igreja.

I - OBJETIVO DESTA AULA
O objetivo desta aula, não é o estudo completo e sistemático destes dois documentos mencionados, pois os novos Obreiros, tendo em mãos as devidas cópias destes, terá a incumbência de em seu dia a dia no ministério, de estudá-los com devido tempo e dedicação.
O nosso objetivo é fornecer ao novo Presbítero, uma orientação básica sobre as finalidades e utilização tanto do Estatuto como do Regimento Interno e aproveitar a oportunidade para esclarecer dúvidas e para oferecer orientação, também, sobre a aplicação desses documentos legais no ministério do Presbitero e na vida da Igreja.

II - CRONOGRAMA DESTA AULA
O Pastor ou Obreiro monitor do curso, fornecerá uma cópia do ESTATUTO DA I.C.P.P.e do REGIMENTO INTERNO, e trabalhará com assuntos no que se refere ao uso e manuseio destes documentos. Para isto, sugere-se que o Monitor do curso aborde os seguintes pontos:
? Apresentação do documento;
? Divisão deste em capítulos, artigos, parágrafos e alíneas;
? Relacionar os assuntos de cada Capítulo, e tire dúvidas sobre os mesmos;
? Aplicação destes na vida da Igreja;
? A aplicação destes em sua vida e ministério.

OBS: Caso não seja suficiente um único encontro para abordar todos os pontos necessários, poderá o monitor agendar outros encontros até que note que o objetivo foi alcançado.

LIÇÃO N.12 – NORMAS E LEGISLAÇÃO DA F.I.C.P.P.

INTRODUÇÃO
A Federação das Igrejas Cristã Presbiteriana Pentecostal, constitui-se no Órgão superior das I.C.P.Ps. e como uma Instituição Cristã organizada, possui seus documentos de organização social e internos, que são o ESTATUTO DA F.I.C.P.P. e o REGIMENTO INTERNO E CÓDIGO DE ÉTICA DA F.I.C.P.P.

I - OBJETIVO DESTA AULA
Como na aula anterior, esta também não visa ao estudo completo e sistemático destes documentos, mas a uma orientação básica a respeito de sua utilização, manuseio e aplicação na vida do Obreiro, da Igreja e no Ministério.

II - CRONOGRAMA DE AULA
O Pastor ou Monitor do curso fornecerá ao Obreiro cópias do ESTATUTO DA F.I.C.P.P. e do REGIMENTO INTERNO E CÓDIGO DE ETICA DA F.I.C.P.P. e trabalhará os seguintes pontos:
? Apresentação dos documentos;
? Divisão destes em Capítulos, Artigos, Parágrafos e Alíneas;
? Relacione os assuntos de cada capítulo e tire as dúvidas;
? A aplicação destes na vida da Igreja;
? A aplicação destes em sua vida e ministério.

OBSERVAÇÃO: Caso não seja suficiente um único encontro para abordar todos estes pontos, o monitor poderá agendar outros encontros, até que, ele note que os objetivos foram alcançados.

_________________________________________________________________________

“CURSO ELABORADO E FORNECIDO PELA”:

Federação das Igrejas Cristã Presbiteriana Pentecostal – F.I.C.P.P.
CNPJ: 01.464.228/0001-03
Brilha Jesus sobre o Brasil

IMPORTANTE: Por ser este curso, elaborado pela DIRETORIA DA F.I.C.P.P. e aprovado por sua ASSEMBLÉIA GERAL, é, portanto “PROIBIDO” qualquer forma de modificação e alteração, mesmo que em partes ou total, no conteúdo deste CURSO, sem o acompanhamento e parecer da DIRETORIA DA F.I.C.P.P. e aprovação de sua ASSEMBLÉIA GERAL.


“C.P.O. - CURSO DE PREPARAÇÃO PARA OBREIROS”

Procura apresentar-te a Deus aprovado, como “Obreiro” que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. II Cor. 2:15

APRESENTAÇÃO E PROPÓSITO DO CURSO

O CURSO DE PREPARAÇÃO PARA OBREIROS – C.P.O. é fruto de mais um importante trabalho da F.I.C.P.P. no auxílio de suas Igrejas afiliadas, no que se refere, a instrução e preparação dos seus Obreiros Internos e Intermediários. A F.I.C.P.P. sabe que o quadro de Obreiros locais de suas Igrejas é vasto, pois, no dia a dia de uma Igreja local, viva, atuante e militante na fé, e em meio as sua muitas atividades, o que mais a Obra necessita, sem duvida alguma, é de ferramenta humana de qualidade e compromisso. É, portanto ciente destas realidades que, este curso foi elaborado, contendo 5 preciosas lições, numa linguagem simples e de fácil compreensão, que proporcionará a todos os nossos queridos Obreiros locais, uma orientação sadia e madura, para o exercício de seu ministério cristão.
Pr. Antonio Honório de Siqueira Neto
PRESIDENTE
Gestão 2006/2007

CONTEUDO DO CURSO

1) O PERFIL ESPIRITUAL DO OBREIRO
2) O PERFIL SOCIAL, FAMILIAR E CONGREGACIONAL DO OBREIRO.
3) PRINCÍPIOS DE LIDERANÇA E ÉTICA MINISTERIAL
4) A I.C.P.P. E SEUS ORGÃOS E DEPARTAMENTOS.
5) A I.C.P.P. E SEUS OBREIROS INTERNOS E INTERMEDIÁRIOS.

CRONOGRAMA DO CURSO

O CURSO DE PREPARAÇÃO PARA OBREIROS – C.P.O. tem a duração média de um mês, sendo uma aula por semana, com duração média de 50 minutos à 1 hora e 30 minutos, podendo estas serem realizadas na própria Igreja , sob a ministração do Pastor local ou de um Oficial Presbítero, capacitado.

LIÇÃO N.1 – O PERFIL ESPIRITUAL DO OBREIRO

INTRODUÇÃO
A espiritualidade do Obreiro é sem duvida alguma, um dos primeiros termômetros a serem observados em sua caminhada, no exercício do Ministério Cristão. É através dela que poderemos notar o seu grau de experiência com Deus, sua comunhão, sensibilidade para com a voz do Espírito e discernimento diante das situações, na qual no exercício da Obra, este irá encontrar. Porem é importante compreender que, espiritualidade não tem nada a ver com excesso de santidade, prepotência, arrogância, ou alto suficiência, ao ponto de este se achar que, não precisa de conselhos, de ser pastoreado. Como uma espécie de “Obreiro Indomável”, na qual acha que “Deus fala diretamente com ele” e este, portanto, por seu “grande nível espiritual”, não precisa de ninguém. Ao contrario de tudo isto, veremos nesta lição o conceito bíblico de espiritualidade e também, a importância da fundamentação destes princípios em sua vida, pois sem estes, seu ministério não terá a solides necessária, para suportar as grandes realidades e dificuldades, da Obra de Deus.

1 - HUMILDADE – Ef. 4:2
A humildade é a grande marca da espiritualidade do Obreiro, como o Ap. Paulo enfatizou no começo de seu discurso em Éfeso: Servindo ao Senhor com toda a humildade. . .At.20:19.

2 - CONSIDERAÇÃO – Fl. 2:3; Hb. 10:24
A Palavra de Deus nos ensina a termos este sentimento de apreço, respeito que é a nossa consideração uns pelos outros. E agora nos colocamos diante de uma grande questão, pois se devemos consideração uns para com os outros, a ponto de vermos os nossos companheiros, como superiores ou mais preparados do que nós, o que diríamos então, da consideração que devemos ter para com os nossos lideres, na qual foram instrumentos de Deus em nossa indicação ao Ministério, nos dando oportunidades, devotando a nos credibilidade e confiança na Obra, para chegarmos onde estamos. Vemos que hoje em dia, muitos Obreiros de importante posição, tem se esquecido de onde começaram, de quem os deu a mão e também, de quem através da orientação divina, os abriu as portas da oportunidade no Ministério, e entendemos que esta atitude, não é agradável ao nosso Deus.

3 - OBEDIENCIA – I Pe 1: 14; I Sm. 15:22
O Obreiro cristão que deseja ter um ministério fecundo, precisa observar a pratica deste princípio espiritual, em sua vida. Obediência é tudo, não á nada mais importante do que ela, obediência a Deus, a sua Palavra, aos nossos lideres.

4 - SUBMISSÃO – Rm. 13:1-2; I Pe. 2:13
Uma frase muito conhecida nos diz que: “antes de querermos mandar, é preciso primeiro aprender a ser mandado”. No reino de Deus não é diferente, pois o exercício da autoridade é semelhante, como uma “escada”. Portanto se desejamos exercer autoridade diante de nossos liderados, precisamos semeá-la primeiro, através de nossa submissão aqueles que, no Senhor, exercem autoridade sobre nós.

5 - BOM TESTEMUNHO – Dn. 1:4; 6:3-4; II Cor. 3:2
O Testemunho do Obreiro não só dentro da Igreja, mas também, dentro de sua casa, em seus mais diversos meios de convivência, como, em seu bairro, trabalho, escola, e outros, é sem duvida, a sua mais importante “carta de recomendação”, pois a nossa maior referencia ministerial é o nosso próprio viver.

6 - VIDA DE ORAÇÃO – I Tm. 2:1-3,8; I Ts. 5:17
A oração é a chave da vitória, é através dela que desenvolvemos nossa comunhão diária com o Senhor, nos fortalecemos nele, buscamos respostas e orientação para o nosso ministério, e tantos outros benefícios espirituais na qual esta nos proporciona.

7 - LINGUAGEM SÃ E IRREPREENSÍVEL – EF.4:29; IITm.2:16,23-25; Tt.2:8; IPe.3:10
A maneira mais comum na qual as pessoas costumam nos julgar e avaliar, é através das nossas palavras e, do modo como, nos pronunciamos diante dos mais diversos assuntos e situações. Portanto cabe ao Obreiro, buscar a cada dia da parte de Deus, vigilância e sabedoria em suas palavras.

8 - BOM MANEJO DA PALAVRA – II Tm. 2:15
Todo soldado possui sua arma, e no mundo espiritual não é diferente, pois, o Obreiro como soldado do exército de Deus, também possui a sua, e esta é a Palavra de Deus. E como um bom soldado, este deve saber usar corretamente a sua arma, para que não seja pego desprevenido pelo inimigo, diante da batalha. Por isso, é necessário que, o Obreiro busque crescer em seu manejo da Palavra, através do hábito de sua leitura diária, também da leitura de bons livros e tendo a oportunidade, buscar fazer alguns cursos bíblicos ou seculares, em áreas que, possam auxiliá-lo no seu crescimento bíblico e intelectual.

9 - CHEIO DE FÉ – Hb. 11:6
A fé deve estar presente nos atos e procedimentos do Obreiro cristão. Ela é sem sombra de dúvida, um elemento espiritual indispensável no ministério, pois sabemos que, a Obra de Deus é feita por fé e sem esta, seremos mais um entre muitos, na qual tem ficado pelo caminho ou, voltado para traz.
10 - CHEIO DO ESPÍRITO – At. 1:4-5; Ef. 5:18
Outra grande realidade na qual o Obreiro cristão não pode se escusar, é de sua grande necessidade, do revestimento de poder. O próprio Jesus, em um dos textos acima mencionado, foi claro com os seus discípulos ao ordenar que eles, não saíssem de Jerusalém, antes que do alto fossem revestidos de poder. Podemos com isto enfatizar com plena certeza, que diante de um mundo cada vez mais difícil, da multiplicação da iniqüidade, diante também de um inimigo que não dorme, e com grande fúria, cada vez mais, tem se investido contra a Obra e contra os servos de Deus, precipitar-se em fazer a Obra de Deus, sem este importante preparo e revestimento espiritual, será com certeza a razão do grande “fiasco e derrota” de nossa geração.

LIÇÃO N.2 – O PERFIL SOCIAL, FAMILIAR E CONGREGACIONAL DO OBREIRO

INTRODUÇÃO
A vida e o ministério de um Obreiro se desenvolve não somente, no âmbito da Igreja, mas, em outros dois campos importantes que são: na família e na sociedade. Portanto não podemos nos apegar naquela idéia de que, seremos ministros do Senhor, somente dentro da Congregação, nos cultos de domingo, pois nesta lição veremos que, o que somos dentro da Igreja deve ser um reflexo do que somos lá fora, da mesma forma que, nossa vida na Igreja, deve influenciar a nossa vida familiar e social.

I - O PERFIL SOCIAL

1 - DEDICAÇÃO AO TRABALHO – Sl.128:2; Pv. 16:26; II Ts. 3:10
“O Trabalho dignifica o homem”, diz a frase conhecida por todas, e na vida do Obreiro não é diferente, pois o nosso Deus se agrada daqueles que com honestidade, dedicação e trabalho, ganham o seu sustento. E para aqueles que, desejam se dedicar integralmente, no serviço do Reino lembramos uma importante verdade, o Senhor nunca chamou ninguém “ocioso”, mas normalmente, chama pessoas dedicadas em alguma coisa e tarefa. Como Pedro e seus irmãos, que estando em sua atividade de pesca receberam o chamado do Senhor, largaram as redes e o seguiram. E o que dizer de Mateus, que estando em pleno o seu trabalho, na coletoria dos impostos, recebeu a visita de Jesus e sucessivamente o seu convite: “vem e me segue”, e imediatamente largou tudo e o seguiu.

2 - RESPONSABILIDADE FAMILIAR – I Tm.5:4,8
Sabemos que hoje em dia, as responsabilidades de um cidadão para com sua família, vão alem das quatro paredes, pois a sociedade e até mesmo as autoridades, estão a nos observar, no modo pelo qual, estamos a conduzir a nossa família. E, o que diríamos da postura do Obreiro, diante desta grande responsabilidade? Jesus nos deu uma dica a este respeito, quando disse:. . . se a nossa justiça não exceder a dos escribas e fariseu, não seriamos digno de seu Reino, Mt. 5:20.

3 - FIDELIDADE EM SEUS COMPROMISSOS FINANCEIROS – Rm. 13:8
O Obreiro cristão deve buscar viver uma vida, dentro de suas realidades e condições financeiras. Manter o controle de suas finanças, para que assim possa este cumprir de forma honesta, com todos os seus compromissos, é o ideal divino.

4 - FIDELIDADE EM SEUS COMPROMISSOS CIVIS – Mt. 22:21; Rm. 13:6-7
O Obreiro como todo bom cristão, devem buscar estar em dia, diante de toda forma de governo terreno, no Senhor. Pagar tributos, votar, prestar o serviço militar, situação conjugal regular, cooperar com tudo aquilo que visa a ordem, a justiça e a paz, são responsabilidades na qual o Obreiro, não deve se escusar.

5 - BOM RELACIONAMENTO COM O PRÓXIMO – Pv. 3:29; Lc. 10:27; I Pe. 3:11
A qualidade de nossa vida cristã, não esta embasada somente, em nossa boa convivência com os nossos irmãos de fé, mas principalmente, com aqueles que, estão ao nosso redor, que ainda não servem ao Senhor. Por isso é de suma importância, que o Obreiro dentro do possível, desenvolva uma convivência agradável com o seu semelhante, em todos os lugares, como na família, no trabalho, na escola, enfim buscarmos a paz com todos.

6 - VIDA MORAL INCONTESTÁVEL – At.15:29; Cl. 3:5; Tg. 1:21
A vida moral do Obreiro é sem duvida o seu currículo espiritual, portanto cabe a este, não manchar e nem rasurar este seu referencial. Por isto, o cuidado com as obras da carne, tais como, a prostituição e a impureza, e também, a cautela em não se deixar envolver pela corrupção, desonestidade e torpe ganância deste mundo, são algumas recomendações da Palavra, para a nossa santificação.

II - O PERFIL FAMILIAR

1 - FAMÍLIA ESTRUTURADA NA FÉ – Js.24:14-15; At.16:30-31
A principal pilastra do ministério do Obreiro é a sua família, e não podemos negar que até o seu desempenho e sucesso no ministério, esta fundamentada nela. Por essa razão, entendemos que, se a família está bem, normalmente o Obreiro irá bem, e se algo vai mal, com certeza, algo também irá mal com o Obreiro, prejudicando assim, o seu desempenho ministerial.

2 - BOM CONVÍVIO CONJUGAL – I Cor. 7:3-5; Ef. 5:22-25,28,31,33
O bem estar da família esta fundamentada no casal, pois este, é sem duvida o “eixo de estabilidade” do lar. Se a vida do casal vai bem, normalmente as demais coisas do lar, irão também. Por isso cabe ao Obreiro, dedicar-se em sua vida conjugal, e como diz o texto mencionado, pagar ao seu conjugue o que lhe é devido, através do amor, carinho, respeito, atenção e cordialidade.

3 - BOM CONVIVIO COM OS SEUS FAMILIARES – I Tm. 5:4,8
Para aqueles que ainda não constituíram o seu lar, mas vivem em seus lares paternos, é importante lembrá-los da necessidade de uma boa convivência com estes também. E neste meio, haverá a presença de outros familiares tais como: irmãos, avós, tios primos e outros, que também cabe a atenção do Obreiro, para um convívio harmonioso e frutífero.

4 - FILHOS EDUCADOS NOS PRECEITOS DO SENHOR – Pv. 22:16; Ef. 6:4
Como Obreiros do Senhor precisamos entender que, o nosso primeiro rebanho a ser pastoreado é sem dúvida, os nossos filhos. Por isso cabe ao Obreiro, cumprir esta importante missão, e não se escusar, pois a sua omissão resultará em conseqüências que, com certeza, afetarão a tranqüilidade e o desempenho de seu ministério.

III - O PERFIL CONGREGACIONAL

1 - ACIDUIDADE NO CONGREGAR – Sl. 84:1-2,4,10; 122:1-2; Hb. 10:25
A boa freqüência do Obreiro nos trabalhos da Igreja, não só resultam em benefícios espirituais para sua própria vida, como também demonstra aos membros em geral, o seu “apoio” e até mesmo concordância, com tudo que esta sendo realizado no dia a dia da congregação.

2 - COMPROMISSO COM A OBRA – I Cor. 15:58
Tudo na Obra de Deus deve se começar por nos Obreiros, e principalmente a nossa atitude de compromisso com esta. Se em uma comunidade cristã, os próprios Obreiros desta demonstram “apatia e indiferença” no serviço do Senhor, qual será então a postura de seus membros em geral?

3 - COMUNHÃO COM OS IRMÃOS – Sl. 133:1; At. 2:42; I Jo. 1:6-7
O Obreiro deve buscar desenvolver sua comunhão com todos os irmãos, com seus companheiros de Obra, e também com seus lideres no Senhor.

4 - ÉTICA E FIDELIDADE NA OBRA – I Cor.4:2; I Tm.4:12; II Tm.2:2
Outras duas importantes virtudes do bom Obreiro, é sem duvida a Ética e Fidelidade em seu ministério. A ética deve estar presente nos atos do Obreiro, no convívio com os companheiros de Obra, com seus lideres, e diante das situações de maior turbulência no ministério. Semelhantemente a fidelidade precisa ser exercida diante dos compromissos firmados, no cumprimento de normas estabelecidas por nossa denominação, nos tratados eclesiásticos e acima de tudo, no cumprimento dos princípios da Palavra de Deus.

5 - MANSIDÃO, EQUILIBRIO E MODERÇÃO – ITm.6:11; IITm.2:25; Fl.4:5; Tg.3:17
Liderar e ensinar com mansidão; atitude equilibrada diante de situações polemica; e postura moderada na tomada de decisões, são sem duvida, elementos indispensáveis, para um ministério fecundo na presença do Senhor.

LIÇÃO N.3 – PRINCIPIOS DE LIDERANÇA E ÉTICA MINISTERIAL

INTRODUÇÃO
No ministério do Obreiro, uma das grandes necessidades é o desenvolvimento deste, na pratica da Liderança cristã. Pregar, orar, cantar e outras atividades no dia a dia do Obreiro, podem se constituir em praticas que trarão satisfação e contentamento para este, mas o exercício da Liderança, coloca o Obreiro de frente com os “espinhos do ministério”, pois como sabemos e comumente enfatizamos, lidar com o ser humano não é nada fácil. É por essa razão, que nesta lição, estaremos abordando alguns princípios importantes, no exercício da Liderança Espiritual. Pontos que com certeza ajudarão o Obreiro no convívio com seus liderados, e exercício de uma liderança sólida, equilibrada e frutífera na seara do Senhor. Veremos também, a importância da Ética no ministério, outro indispensável princípio na personalidade de nossos Obreiros.

I - PRINCÍPIOS DE LIDERANÇA
CONCEITO: “LIDERANÇA é o esforço de exercer, conscientemente, uma influencia especial dentro de um grupo, no sentido de levá-los a atingirem metas de permanente benefício, que atenda às necessidades reais deste grupo”.(John Haggai)

“DEZ PRINCÍPIOS ESSENCIAIS”:

1 - CONHECIMENTO - Pv. 24:5; II Ped. 3:18
”Todos podem segurar o leme, mas somente o capitão é quem sabe o percurso certo”. (autor desconhecido)

FUNDAMENTAÇÃO: O Conhecimento é sem sombra de duvida, o primeiro ingrediente para a formação de um Líder. Conhecimento de Deus, Conhecimento de si mesmo, conhecimento real de sua missão, conhecimento de seus liderados e a suas reais capacidades e limitações, e em inúmeras outras áreas, são essenciais para que o Líder saiba para “onde deve ir” e, para onde levará o seu grupo.

2 - VISÃO - Mt. 6:22-23
“Visão é a arte de ver as coisas invisíveis” (Jonahatan Swift)

FUNDAMENTAÇÃO: O segredo do sucesso de uma Liderança espiritual, pode ser determinado pela “VISÃO”, que esta possui. O que somos, e a maneira pelo qual enfrentamos as situações estão embasados na maneira como nos vemos, e o como vemos o mundo e as coisas ao nosso redor. Por isso a VISÃO é o fundamento da Liderança, pois, através de uma VISÃO vinda de Deus, poderemos ver as coisas pelo “ponto de vista de Deus”, e assim entenderemos melhor, quem somos, as realidades de nosso campo de batalha, e também, compreenderemos melhor o plano que Deus tem, para as nossas vidas.

3 - DISCERNIMENTO E ESCOLHA - Ec.8:5;I Cor.2:14-15; Dt.30:19;II Sm.10:9;Is.7:15
”O Líder é aquele que sobe na arvore mais alta, estuda a situação em seu conjunto e grita: Estamos na mata errada”. (Stephen R. Covey)

FUNDAMENTAÇÃO: Outros dois fundamentos indispensáveis para a Liderança cristã, são o discernimento e a escolha. Liderar é conduzir as pessoas, e para isso é necessário discernimento diário, para sabermos que caminho e direção tomar. E, esta aqui, a grande deficiência da liderança contemporânea, pois estamos cansados de ver no campo, muitos lideres de certa maneira talentosos, em seu trabalho e cheios de visão, mas que, não sabem para onde estão indo e muito menos, para onde estão levando seus liderados. Sucessivamente, saber escolher é outra importante atitude na vida do líder; escolha do caminho certo, escolha do material humano mais competente, escolha dos procedimentos e métodos de trabalho, enfim, liderar é uma constante escolha.

4 - METAS - Nem.2:1-5,11-12,17-18,20
”Liderança é a capacidade de transformar visão em realidade”. (Warren G. Bennis)

FUNDAMENTAÇÃO: Não basta ter uma visão! É necessário também, saber que caminhos tomar para atingi-la. E, é aqui que, entra as metas no trabalho de um Líder, pois sem que estas sejam estabelecidas, através de critérios sólidos de prioridades, os objetivos não serão atingidos e simultaneamente a visão não será consolidada.

5 - INVESTIMENTO - II Sm.24:21-24, Mt.25:14
”Jesus investiu grande parte de seu ministério, na capacitação de seus discípulos, suportando ainda suas falhas e limitações ”. (autor desconhecido)

FUNDAMENTAÇÃO: O Líder de sucesso é um INVESTIDOR nato, pois liderar, é um investimento maravilhoso. Semeamos para depois colher, através de um investimento espiritual, humano e ministerial, doando algo de nós. Não poderemos sonhar com os frutos do ministério, sem estes princípios, é como esperar uma colheita em uma lavoura, que nunca lançamos uma semente se quer, seria impossível. Por isso, exerça uma liderança de investimento, invista em uma visão, em um campo de trabalho, invista nas pessoas, em seus liderados, pois, estes precisam de recursos e ferramentas de instrução, conhecimentos e experiências, para que através destas, eles possam trabalhar e produzir, com mais eficiência e desembaraço.

6 - SERVIÇO - Mt.20:28; Mc.10:42-43; Ap.2:19
”Liderar não é dominar, mas, sim, a arte de conquistar as pessoas a trabalharem (serviço) em vista de um objetivo comum.” (Daniel Golemam)

FUNDAMENTAÇÃO: Tendo uma visão em nosso coração, metas já estabelecidas para atingirmos o objetivo, não podemos nos esquecer da atitude de execução, que é desempenhado quando avançamos o campo das idéias, e colocamos a “mão na massa”, através do trabalho. O serviço é parte importante na liderança, Jesus nos deu exemplo disso, pois não liderou seus discípulos “assentado em um trono”, ou, no “alto de um púlpito”, envolto por uma “redoma de vidro”; de forma alguma, mas como ele mesmo enfatizou: “o Filho do Homem veio para servir”. . . Seu estilo de liderança era de um líder que ensinava, mostrando os exemplos, orientava o método de trabalho, na pratica deste, mostrando aos discípulos através de seu serviço, em obediência à vontade do Pai.

7 - MOTIVAÇÃO - Js.1:9; Is.43:1-4; I Cor.15:58
”O desafio para um líder é que ele deixe marcado em outros homens, após ele, a convicção e o desejo de continuar”. (Lipmanm W.)
“Nenhum ato grandioso jamais foi alcançado sem entusiasmo”.(Ralph W.)

FUNDAMENTAÇÃO: Um chefe prioriza coisas, o líder espiritual prioriza pessoas. Os homens são constituídos de espírito, alma e corpo; não são máquinas frias e insensíveis. Por isso, todo grupo necessita de um trabalho continuo de Motivação, por parte de seu Líder. A palavra motivação é uma contração da expressão “motivo-em-ação”. Portanto, motivar é dar ao ser humano, um motivo para lutar, algo, alguém, ou um ideal. Martin Luther King Jr. Afirmou: “Se o homem não descobre algo pelo qual deve morrer, não está preparado para viver”. Está ai o grande segredo dos servos de Deus do passado, o evangelho, a pessoa de Cristo, eram para eles o “IDEAL” de suas vidas, pois estes estavam prontos, a todo o momento, para morrer por este ideal. Quão grande foi o resultado desta motivação na vida destes homens, eles chegaram a serem considerados como “os homens que transtornaram o mundo”. Que nestes dias, o nosso Deus possa levantar homens com esta motivação.

8 - PERSEVERANÇA E DETERMINAÇÃO - Fl.3:12-14; Hb.10:38-39
”A ausência de habilidade emocional diante das dificuldades, pode ser o verdadeiro motivo do fracasso de muitas lideranças”.(Daniel Goleman)

FUNDAMENTAÇÃO: Todo Líder esta ciente que, no caminho de uma Liderança, existem adversidades das mais diversas; decepção com o ser humano, solidão, oposições imaturas e sem princípios sólidos, falta de reconhecimento, a demora dos frutos (resultados do trabalho). Enfim, todas estas situações são reais, e com o tempo, podem enfraquecer a motivação e entusiasmo do Líder. É aqui então, que o Líder de sucesso faz a diferença, pois neste momento, ele se apoiará em sua perseverança e determinação. Perseverar no propósito, diante das dificuldades, ser determinado em suas metas, no cumprimento de uma visão são os ingredientes indispensáveis, na continuidade de uma Liderança vitoriosa.

9 - ATITUDE E COMPROMETIMENTO - I Sm. 17:20-26; Lc.9:62
“Não há êxito em uma Liderança, sem envolvimento!” (autor desconhecido)

FUNDAMENTAÇÃO: Não há como negar, que a falta de atitude e comprometimento na postura de um Líder, é sem duvida, uma outra causa muito comum, do fracasso no seu trabalho. Liderar requer atitude; atitude no que se refere a iniciativas, tomar a frente, ser o primeiro, pegar firme no arado e não soltá-lo. Também o exercício da Liderança requer comprometimento, envolvimento com uma causa e visão. É impossível imaginar, o sucesso de um líder ou equipe, na qual nota-se visivelmente, uma postura “apática e desinteressada”. Em uma Liderança, não deve haver lugar para corpo mole, indiferença, distanciamento e falta de compromisso, pois se alguém deseja encabeçar alguma coisa, na qual no intimo, não quer se envolver totalmente, o tal, é melhor nem começar.

10 - IMPARCIALIDADE - Rm.2:11; Ef.6:9
“O homem comum vê apenas com os olhos, o Líder espiritual, vê também com o coração!” (autor desconhecido)

FUNDAMENTAÇÃO: Liderar é estar em contato direto com as pessoas. E através deste convívio momentâneo ou diário, no cumprimento coletivo de tarefas, todas estas situações fazem com que, lideres e liderados se conheçam a cada dia mais. Liderar também é lidar com grupos, muitas vezes formado por pessoas diferentes uma das outras, com idéias e forma de concepções bastante variadas. Por esta razão é necessário uma postura de imparcialidade da Liderança, para lidar com as diferenças, e fazer com que estas se tornem em recursos para o bem comum. É necessário, detectando falhas (não sendo estas em áreas vitais), daqueles que estão sobre sua responsabilidade espiritual, não se escusar em tratar estes desvios, e continuar a investir no potencial destes. Pois fazendo assim, teremos no futuro, lideres também de sucesso na seara do Senhor. Portanto, imparcialidade no trato com todos, abrir oportunidades para que todos em um grupo tenham chance de mostrar o seu potencial e crescer, deve ser a atitude de um Líder imparcial.

II - PRINCÍPIOS DA ÉTICA MINISTERIAL

“CONCEITO”:
A ÉTICA é um dos seis departamentos da Filosofia que são a Política (conduta ideal do Estado), a Lógica (raciocínio que guia o pensamento), a Ética (conduta ideal do indivíduo), a Gnosiologia (a teoria do conhecimento), a Estética (teoria das belas artes) e a Metafísica (teorias sobre a natureza da existência).
Usam-se vários conceitos para definir a ética, para a filosofia tradicional, a ética é o estudo dos valores morais, a definição entre o bem e o mal, o que é certo ou errado, o estudo das ações e procedimentos do homem. No GREGO, “ETHOS” que significa: costume, hábito; no LATIM, “MORIS” que significa: vontade, costume, uso, regra. A bíblia é o maior manual de ética do mundo, pois antes que os filósofos, pensadores e eruditos do passado chegassem a sua definição, Deus em sua palavra já havia estabelecido, pois Ele é o maior interessado em que o homem desenvolva em seu viver, HÁBITOS, COSTUMES e uma CONDUTA ideal, embasado em sua Palavra e, agradável aos seus olhos. É fundamentado nestes princípios que, cremos que a ética esta presente também no ministério do Obreiro cristão, pois o nosso Deus em sua Palavra nos oferece inúmeras orientações para uma conduta correta, primeiramente diante de Deus, também uns para com os outros e na Seara do Senhor.

“5 PRINCÍPIOS ÉTICOS NO MINISTÉRIO”:

1 - AUTORIDADE ECLESIASTICA - At.20:28; Rm.13:1-2
Este primeiro princípio ético nos ensina que, na vida de uma Igreja ou Ministério, a Autoridade deve estar presente e sendo exercitada. É impossível imaginar uma família, comunidade, instituição ou qualquer outro órgão religioso ou social, sem a existência deste princípio. Com certeza, sem este, tudo seria “uma bagunça” ou uma verdadeira “anarquia”, pois como se diz: “onde todo mundo faz o que quer, ninguém chega a lugar algum”.Por isso a AUTORIDADE deve ser exercitada na vida da Igreja, através de seus Órgãos Administrativos e Eclesiásticos (Conselho Presbiterial, Diretoria e Junta Diaconal), através de seus Pastores, Oficiais, Lideres e outros Obreiros, constituídos pelo Senhor para tal finalidade. E cabe a Igreja e a cada membro, reconhecê-las e, sem sombra de dúvida, dentro dos princípios da Palavra de Deus, se submetê-las a elas, no Senhor.

2 - MODERAÇÃO CRISTÃ - Fl.4:5
Na vida de uma comunidade e principalmente no procedimento de um Obreiro, é impossível imaginar êxito e progresso, sem este importante principio. Entendemos que, extremos no ministério, como excesso de liberdade ou excesso de rigor, tem se constituído na razão de muitos escândalos e atos absurdos, no meio da Obra de Deus. Por isso defendemos uma postura de moderação cristã, nos atos do Obreiro cristão.

3 - UNIDADE CRISTÃ - Jo.17:20-23
A unidade na vida de uma Igreja e no exercício do ministério, é sem dúvida, como um diamante a ser polido e preservado diariamente. Sem este principio ético, na vida e nas ações de um Obreiro, este será qualquer outra coisa, menos, um autentico ministro do Senhor. E o que dizer na vida da Igreja, se este princípio estiver ausente, seremos também qualquer outra coisa, como uma associação simplesmente, ou um clube, menos, Igreja verdadeira do Senhor. A unidade precisa ser desenvolvida diariamente no ministério do Obreiro, união com os companheiros de ministério, união com o corpo de Cristo, com nossos Lideres, enfim, unidade é o grande lema do Senhor Jesus, a sua Igreja.

4 - A ÉTICA NAS RELAÇÕES MINISTERIAIS - Fl.2:3
O dia a dia do ministério esta repleto de dificuldades, pois apesar de sermos Obreiros do Senhor, somos homens, limitados e também falhos. Por isso cabe ao Obreiro, uma postura também adequada em sua convivência com seus companheiros de ministério. Respeito aos mais velhos, na qual gozam de uma larga experiência na Seara; harmonia e consideração para com os companheiros de função; obediência devida aos nossos Lideres no Senhor; responsabilidade em nossos compromissos na Obra; e fidelidade diante dos tratados na qual tomamos parte, são algumas recomendações éticas importantes em nossa vida ministerial.

5 - A ÉTICA NAS MINISTRAÇÕES - I Cor. 14:40
A Ética deve estar presente também, nos atos espirituais e liturgia de cultos celebrações da Igreja, como também, nos atos do Obreiro, nas suas ministrações. Vejamos algumas orientações:
- Ordem nos horários de início e termino dos cultos;
- Reverencia da congregação durante a sua realização;
- Porte e vestimenta descente e condizente para a sua ministração;
- Não atacar grupos religiosos, durante a ministração;
- Evitar assuntos que promovam politicamente candidatos ou interessados;
- No caso de novos Obreiros, evitar exceder-se em “EXORTAÇÕES”;
- Cuidado com excessos de gracejos ou brincadeiras nas pregações;
- Cuidado com excessos de ilustrações, pregue a Palavra;
- Cuidado com exageros na entonação da voz;
- Cuidado com exageros na regulagem de aparelhos e instrumentos.

LIÇÃO N.4 – A I.C.P.P. E SEUS ORGÃOS E DEPARTAMENTOS

INTRODUÇÃO
A Igreja Cristã Presbiteriana Pentecostal, como a maioria das denominações evangélicas, tem estruturado em sua organização, Órgãos Administrativos e Eclesiásticos, com finalidades importantes de Liderança e governo da Igreja. Também possui em seu corpo eclesiástico, diversos Departamentos internos, que visam o cumprimento de tarefas especificas no seio da Igreja, e também, o desenvolvimento espiritual de seus membros, nas suas mais diversas classes de idades, ministérios, talentos e dons.

I - A I.C.P.P. E SEUS ORGÃOS

1 - A ASSEMBLÉIA GERAL
As Assembléias Gerais da Igreja, tanto as ordinárias e extraordinárias, se constituem no Órgão máximo da autoridade terrena da Igreja, conforme o Estatuto e Regimento Interno da I.C.P.P. Nelas são tratados e deliberados assuntos, de grande envergadura tanto na área administrativa como espiritual, na vida da Igreja, como: reformas ou emendas em Estatutos e Regimentos, eleição de diretoria, eleição de Oficiais e outros Obreiros, aprovação de Orçamentos anuais da Igreja, exclusão de membros, e outros assuntos que visam a ordem e o bom andamento da Obra de Deus.

2 - O CONSELHO PRESBITERIAL
Outro importante órgão eclesiástico da I.C.P.P. é o Conselho Presbiterial. Reconhecido em nosso Regimento como o “EIXO” do governo da I.C.P.P., por ser este o corpo pastoral da Igreja, Órgão consultivo e de orientação de todos os demais órgãos e departamentos da Igreja. Este órgão também tem como atribuição, a indicação de candidatos ao oficialato nas Assembléias, tem a incumbência de tratar de maneira preliminar assuntos de disciplina eclesiástica, nomear Obreiros Internos e Intermediários, e seus membros têm assento livre e voz nas reuniões da Diretoria, da Junta Diaconal e em todos os Departamentos da I.C.P.P.

3 - A DIRETORIA ADMINISTRATIVA
É o órgão específico de natureza administrativa da Igreja, tem suas atribuições previstas no Estatuto e Regimento da I.C.P.P., sendo formado por seis componentes, cinco deles eleitos pela Assembléia da Igreja, na qual se reúnem mensalmente com a finalidade de gerir, todos os atos e procedimentos administrativos da Igreja.

4 - A JUNTA DIACONAL
A Junta Diaconal se constitui no Órgão de natureza filantrópica e assistencial da I.C.P.P. É composta por todos os Diáconos e Diaconisas da Igreja, e desempenham um trabalho de apoio e de suporte espiritual muito importante, não só nos cultos e reuniões, mas na assistência espiritual e social aos membros da I.C.P.P.

II - A I.C.P.P. E SEUS DEPARTAMENTOS

1 - DEPARTAMENTOS DE BASE
Departamentos de Base são aqueles que embasam o trabalho da Igreja e são também denominados assim, por serem os que agrupam os maiores números de participantes.

- GRUPO DE HOMENS
O Grupo de Homens, desenvolve atividades com todos os homens que sejam membros, estejam em plena comunhão, sejam casados ou tenham idade acima de trinta e cinco anos.

- GRUPO DE MULHERES
O Grupo de Mulheres desenvolve atividades com todas as mulheres que sejam membros, estejam em plena comunhão, sejam casadas ou tenham idade acima de trinta e cinco anos.

- GRUPO DE JOVENS
O Grupo de Jovens desenvolve atividades com todos os jovens que sejam membros, estejam em plena comunhão e tenham idade entre dezessete e trinta e quatro anos.

- GRUPO DE ADOLECENTES
O Grupo de Adolescentes desenvolve atividades com todos os adolescentes que sejam membros, estejam em plena comunhão com a Igreja, e que tenham idade entre doze e dezesseis anos.

- GRUPO DE INTERCESSÃO
O Grupo de Intercessão desenvolve atividades com membros, de todas as faixas etárias que, manifestando interesse de ingressar nesse grupo, sejam membros há, pelo menos, um ano, estejam em plena comunhão e façam o “Curso Rápido de Intercessor – C.R.I” contendo quatro lições com duração de quatro semanas e recebam a aprovação do Conselho da Igreja.

- GRUPO DE MISSÕES E EVANGELIZAÇÃO
O Grupo de Missões e Evangelização desenvolve atividades com membros de todas as faixas etárias que, manifestando interesse de ingressar nesse grupo, estejam em plena comunhão e façam o “Curso Rápido de Missões – C.R.M”, contendo quatro lições com duração de quatro semanas e recebam a aprovação do Conselho da Igreja.

- GRUPO DE LOUVOR
O Grupo de Louvor desenvolverá atividades com membros de todas as faixas etárias, batizados há no mínimo um ano, estejam em plena comunhão, tenham demonstrado talento e afinidade para que, possam comprovar a legitimidade da participação nesse Departamento, façam o “Curso Rápido ao Louvor – C.R.L” contendo quatro lições com duração de quatro semanas e, finalmente, recebam a aprovação do Conselho Presbiterial.

- E.B.D. – ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
A “Escola Bíblica Dominical” desenvolve atividades com toda e qualquer pessoa que, manifestando interesse nesse Departamento e freqüentando-o, assiduamente durante, pelo menos, a um mês, demonstre o desejo de matricular-se na classe correspondente a sua faixa etária.

2 - DEPARTAMENTOS DE APOIO
Os Departamentos de Apoio têm por finalidade prestar auxílio aos Departamentos de Base e às mais diversas áreas e necessidades da Igreja.

- DEPARTAMENTO DE COZINHA
O Departamento de Cozinha desenvolve atividades com membros de todas as faixas etárias que, demonstrando interesse e competência para a área, tenham nomeação do Conselho da Igreja, sejam membros batizados há, pelo menos, um ano e estejam em plena comunhão.

- DEPARTAMENTO DE FESTAS E EVENTOS
O Departamento de Festas e Eventos desenvolve atividades com membros de todas as faixas etárias que, demonstrando interesse e competência para a área, tenham nomeação do Conselho Presbiterial, sejam membros batizados há, pelo menos, um ano e estejam em plena comunhão.

- DEPARTAMENTO DE PROVIDENCIA E ZELADORIA;
O Departamento de Providência e Zeladoria desenvolve atividades com membros de todas as faixas etárias que, demonstrando interesse e competência para a área, tenham nomeação do Conselho Presbiterial, sejam membros batizados há, pelo menos, um ano e estejam em plena comunhão.

- DEPARTAMENTO DE TRABALHO INFANTIL
O Departamento de Trabalho Infantil desenvolve atividades utilizando membros que sejam mulheres, jovens e senhoras que, demonstrando interesse e competência para a área , batizados há no mínimo, um ano, estejam em plena comunhão e façam o “Curso Rápido de Professor - nível I - C.R.P - I”, contendo quatro lições e com duração de quatro semanas.

- DEPARTAMENTO DE AUXÍLIO A IDOSOS
O Departamento de Auxilio aos Idosos é integrado por membros nomeados pelo Conselho Presbiterial, batizados há pelo menos, um ano, em plena comunhão, e desenvolverá atividades com membros homens e mulheres acima de sessenta anos.

- DEPARTAMENTO DE AUXÍLIO AOS DEFÍCIENTES
O Departamento de Auxílio aos Deficientes é integrado por membros nomeados pelo Conselho Presbiterial, batizados há pelo menos, um ano, em plena comunhão, e desenvolverá atividades com membros de todas as faixas etárias que, tenham ou apresentem, alguma forma de deficiência e manifestem desejo em participar desse grupo.

- DEPARTAMENTO DE CASAIS
O Departamento de Casais é integrado por membros competentes, nomeados pelo Conselho Presbiterial, batizados há pelo menos, um ano, em plena comunhão, e desenvolverá atividades com todo e qualquer membro, casais e também separados, divorciados e solteiros acima de trinta e cinco anos.

LIÇÃO N. 5 – A I.C.P.P. E SEUS OBREIROS INTERNOS E INTERMEDIÁRIOS

INTRODUÇÃO
A Igreja Cristã Presbiteriana Pentecostal, em seu vasto campo de trabalho, na Seara do Mestre, tem como qualquer outra denominação evangélica a necessidade de ferramenta humana, de competência, qualidade espiritual e compromisso, para o seu amplo trabalho espiritual. Por isso, nesta lição iremos conhecer, como é formado o quadro de Obreiros Internos e Intermediários, da I.C.P.P. bem como o campo de atuação de cada um, na Obra de Deus.

I - OS OBREIROS INTERNOS
São Obreiros Internos da I.C.P.P. todos aqueles que exercem cargos, relativos a atividades internas da Igreja. Estes são nomeados pelo Conselho Presbiterial, e possuem mandato de 1 ano.

- SUPERINTENDENTES E COORDENADORES DEPARTAMENTAIS
Estes Obreiros Internos exercem cargos de liderança dos departamentos da Igreja e os requisitos para este cargo estão previstos no Regimento Interno da I.C.P.P. Ex. Superintendente da E.B.D., Coordenador do Grupo de Jovens,etc.

- MUSICOS E MINISTROS DE LOUVOR
São Obreiros Internos que desempenham atividades na área da musica e louvor. O titulo de Musico, se refere aos instrumentistas, e os Ministros de louvor, são aqueles que desempenham a função do canto.

- PROFESSORES DA E.B.D.
Estes Obreiros desempenham suas funções no ministério do ensino da Igreja, ministério este na qual é difundido através do Departamento da Escola Dominical. Os Professores da E.B.D. desenvolvem suas atividades, lecionando em classes, das mais diversas faixas etárias, na qual foram nomeados. Ex. Professor da Classe Heróis da fé.

- AGENTES FINANCEIROS, RELATORES SECRETÁRIOS E SECRETÁRIOS DA E.B.D.
Estes Obreiros Internos desenvolvem suas atividades, em conformidade com o titulo, a estes atribuídos, nos departamentos na qual, o Regimento da I.C.P.P. a estes conferem. Ex. Agente Financeiro do Grupo de Mulheres, Secretária da E.B.D.

- AGENTES E MONITORES
São Obreiros que desempenham funções dentro de departamentos específicos, como Trabalho Infantil, Grupo de Cozinha, Grupo de Intercessão e outros com atividades pré-estabelecidas. Ex. Agente de Cozinha, Agente de Intercessão, Monitora de Trabalho Infantil.

II – OBREIROS INTERMEDIÁRIOS
São Obreiros Intermediários todos aqueles que, ocupam cargos nos quais desempenham funções preliminares e de confirmação para o Ministério (Cooperadores); que desempenham cargos de atividades evangelisticas locais, e que evidenciam um talento pessoal (Evangelistas), ou aqueles que, ocupam cargos em funções que visam, ao cumprimento de uma missão específica (Missionários). Todos estes são nomeados pelo Conselho Presbiterial, porem a duração de suas atividades variam, conforme o Regimento Interno da I.C.P.P.

- COOPERADORES
São Obreiros Intermediários na qual ocupam atividades de auxílio e cooperação, nos mais diversos campos de trabalho da Igreja. Estes também são, Obreiros Iniciantes na Obra, na qual, estão recebendo sua primeira oportunidade de experiência no trabalho, e provavelmente sendo experimentados para um cargo, de maior responsabilidade.

- EVANGELISTAS
São Obreiros na qual desempenham função, embasados em seu talento e dons para uma finalidade evangelística. Normalmente são talentosos pregadores, que com certeza, através de seu bom desempenho, poderão serem aproveitados no oficialato da Igreja e até no Ministério.

- MISSIONÁRIOS
O Missionário da I.C.P.P., são Obreiros Intermediários na qual desempenham funções em conformidade, com um chamado e vocação especifica da parte de Deus.
Se o Evangelista é o pregador local da Igreja, o Missionário é o pregador que através de um chamado divino irá, além de nós, levar a mensagem do Evangelho. E isto, através da indicação da Igreja junto ao Ministério.

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“CURSO ELABORADO E FORNECIDO PELA”:

Federação das Igrejas Cristã Presbiteriana Pentecostal – F.I.C.P.P.
CNPJ: 01.464.228/0001-03
Brilha Jesus sobre o Brasil

IMPORTANTE: Por ser este curso, elaborado pela DIRETORIA DA F.I.C.P.P. e aprovado por sua ASSEMBLÉIA GERAL, é, portanto “PROIBIDO” qualquer forma de modificação e alteração, mesmo que em partes ou total, no conteúdo deste CURSO, sem o acompanhamento e parecer da DIRETORIA DA F.I.C.P.P. e aprovação de sua ASSEMBLÉIA GERAL.

 

 

 

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